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Caixa começa a pagar Bolsa Família de abril Pagamento em localidades de dez estados será unificado

  A   Caixa Econômica Federal começa a pagar a parcela de abril do Bolsa Família. Recebem nesta quinta-feira (16) os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 1.   Ao todo cerca de 18,9 milhões de famílias receberão o benefício neste mês. Os beneficiários de dez estados receberão o crédito nesta quinta, independentemente do número final do NIS.  O pagamento unificado beneficia localidades em situação de emergência ou em estado de calamidade pública nos seguintes estados: Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, São Paulo e Sergipe. O valor mínimo corresponde a R$ 600. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a f...

Temporais no Rio Grande do Sul acendem novo alerta para o setor de energia

 Temporais no Rio Grande do Sul acendem novo alerta para o setor de energia 


Soluções para evitar impactos de eventos climáticos extremos passam por sistemas de alerta (IoT), criação de microrredes, imageamento por satélite, inteligência artificial, entre outros recursos tecnológicos.



Eventos climáticos extremos, como o que ocorreu no Rio Grande do Sul, na última semana, têm mobilizado o setor de energia na busca de soluções tecnológicas que possam mitigar os impactos na rede elétrica e na distribuição de energia em todo o país. Tempestades severas e ventos fortes são responsáveis, frequentemente, por derrubar linhas elétricas, postes e torres de transmissão, provocando cortes generalizados de energia. Além disso, as inundações podem causar a submersão de equipamentos, provocando curtos-circuitos e incêndios, e até rompimentos de barragens de hidrelétricas. 


Mas não são apenas os temporais que causam problemas. O calor em excesso também pode provocar superaquecimento e falha em transformadores e outros equipamentos.  Durante as ondas de calor ou de frio, a procura de eletricidade pode aumentar à medida que as pessoas ligam os seus sistemas de ar-condicionado ou aquecimento. E se a rede elétrica já estiver operando perto da sua capacidade, este aumento da procura pode sobrecarregar o sistema e levar a apagões e quedas de energia.


Os eventos climáticos extremos podem, ainda, danificar as redes de comunicação, tornando difícil para os operadores da rede elétrica monitorar e controlar o sistema de forma eficaz. Sem informações em tempo real sobre o estado da rede, os operadores podem ter dificuldade em responder rapidamente aos problemas, para evitar falhas em cascata. Ventos muito fortes ou relâmpagos também podem impedir as equipes de trabalharem nas linhas de energia, atrasando os esforços de restauração.


Alternativas


“O aumento da temperatura global está conduzindo o mundo a mudanças nos padrões climáticos e a um aumento na frequência e intensidade de fenômenos meteorológicos. Esses eventos climáticos extremos impactam significativamente na rede elétrica, de diversas maneiras. São grandes os desafios relacionados à resiliência e à confiabilidade do serviço oferecido. A boa notícia é que existem, hoje, várias tecnologias novas, que podem ajudar no caso desses eventos, prevenindo ou auxiliando na restauração rápida dos problemas” destacou o diretor de Operações da Concert Technologies, Petrônio Spyer. 


Com mais de 40 anos de atuação no setor de de energia, o especialista aponta alguns caminhos que podem ser vislumbrados para a redução deste impacto. Dentre as alternativas, destacam-se sistemas e equipamentos de análise preditiva, de monitoramento remoto, de imageamento por satélite, de inteligência artificial, de criação de microrredes e de Recursos Energéticos Distribuídos (DERs). 


Um exemplo é o uso da Inteligência Artificial Generativa para facilitar uma tomada de decisões mais baseada em dados, melhorando a eficiência operacional e acelerando a transição para um sistema energético mais sustentável e resiliente. “Ao aproveitar estas novas tecnologias, as partes interessadas podem preparar-se melhor, responder e se recuperar de eventos climáticos extremos, aumentando, em última análise, a resiliência e a confiabilidade da rede elétrica face a condições meteorológicas cada vez mais severas”, avalia Petrônio.


Segundo o especialista, cerca de 40% dos problemas que causam interrupções na transmissão estão relacionados com a vegetação. “Acredito que a utilização de softwares que mapeiam a vegetação com impacto na rede e inteligência na definição da poda daquelas com maior risco à rede é um dos caminhos”, pontua.


“No caso brasileiro, considero que, pela escassez de recursos para investimentos, deveríamos observar a regra do 20/80, ou seja, quais as principais ações (20%) resolvem 80% dos problemas. Sem medo de errar, diria que investir em tecnologias de Gestão da Vegetação e em melhoria da Consciência Situacional nos Centros de Operação são os pontos fundamentais”, analisa.


“Normalmente, os Centros de Operação já têm muitos dados, mas fica na responsabilidade do operador analisar e definir qual a melhor ação para seu objetivo de manter a luz acesa! A tecnologia pode auxiliá-los muito nisso. Logicamente, temos também de realizar esforços para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, para mitigar os impactos das alterações climáticas.”, conclui. 


Tecnologias que podem ajudar a mitigar os impactos dos eventos climáticos extremos na rede elétrica: 


1. Previsão meteorológica avançada: permite que as empresas se preparem melhor para potenciais perturbações. 


2. Monitoramento e controle remotos: dispositivos e sensores IoT (Internet das Coisas) podem ser implantados em toda a rede elétrica para monitorar a integridade dos equipamentos, as condições climáticas e os fluxos de energia em tempo real. 


3. Análise preditiva: uso de inteligência artificial pode ajudar na análise de dados históricos e condições atuais para prever a probabilidade de falhas de equipamentos ou distúrbios na rede.


4. Recursos Energéticos Distribuídos (DERs): painéis solares, turbinas eólicas e sistemas de armazenamento de baterias podem fornecer energia de reserva durante interrupções causadas por eventos climáticos extremos. 


5. Microrredes: microrredes são sistemas de energia localizados, que podem operar independentemente da rede elétrica principal e fornecem uma fonte confiável de energia durante interrupções causadas por eventos climáticos extremos, especialmente em instalações críticas, como hospitais, abrigos de emergência e bases militares.


6. Modernização da rede: medidores inteligentes, automação da rede e armazenamento de energia podem aumentar a resiliência e a confiabilidade da rede elétrica e permitem uma gestão mais eficiente dos fluxos de eletricidade. 


7. Comunicação e coordenação: tecnologias avançadas de comunicação, como comunicações por satélite, aplicações móveis e plataformas de redes sociais, podem facilitar a comunicação e coordenação em tempo real entre empresas de serviços públicos, equipes de emergência, agências governamentais e a população. 


8. Imageamento por satélite: permite mapear a vegetação que pode causar impactos na rede, utilizando inteligência artificial para automatização do serviço e gestão da poda. 

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