Entenda: STF encerra sessão sem definir casos sobre Moraes e Mendonça Flávio Dino, que pediu vista, tem 90 dias para devolver a questão André Richter - Repórter da Agência Brasil Publicado em 15/09/2026 - 20:37 Brasília © Valter Campanato/Agência Brasil Versão em áudio O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou a sessão desta terça-feira (15) sem definir se o ministro Alexandre de Moraes pode ser investigado pela suposta relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Pelas regras internas da Corte, o ministro Flávio Dino, que pediu vista do caso , tem prazo de 90 dias para devolver a questão para julgamento. O impasse entre os ministros ocorreu pela discordância sobre o rito que seria adotado no julgamento. Inicialmente, somente o caso de Moraes foi pautado pelo presidente da Corte, Edson Fachin. A análise das suspeitas contra André Mendonça estava marcada para a sessão do dia 23 de setembro. Durante a sessão, os ministros ligados à ala de Moraes defenderam que a relação com Vorcaro d...
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"Das afoitas jangadas que inspiraram José de Alencar e provocaram o entusiasmo, com direito a filmagens, de Orson Welles, até chegar à produção de iates de luxo e navios de guerra, o Ceará avançou incontáveis milhas mar adentro, em busca de novos mercados.
É que o está fazendo a Indústria Naval Cearense (Inace) que vendeu recentemente um navio-patrulha para as forças armadas da Namíbia por US$ 24 milhões. O barco de 200 toneladas corresponde, mais ou menos, ao preço que se pagaria por todas as jangadas em uso no Ceará.
O salto monumental revela o potencial e a diversificação da produção nordestina que, aos poucos, vai saindo do estágio de produção agrícola. No presente, porém, a região ainda é dependente de commodities e dos humores cambiais, sofrendo com a crise global, com o sobe e desce do dólar e com as inconstâncias da natureza."
Fonte:Diário de Pernambuco
"Das afoitas jangadas que inspiraram José de Alencar e provocaram o entusiasmo, com direito a filmagens, de Orson Welles, até chegar à produção de iates de luxo e navios de guerra, o Ceará avançou incontáveis milhas mar adentro, em busca de novos mercados.
É que o está fazendo a Indústria Naval Cearense (Inace) que vendeu recentemente um navio-patrulha para as forças armadas da Namíbia por US$ 24 milhões. O barco de 200 toneladas corresponde, mais ou menos, ao preço que se pagaria por todas as jangadas em uso no Ceará.
O salto monumental revela o potencial e a diversificação da produção nordestina que, aos poucos, vai saindo do estágio de produção agrícola. No presente, porém, a região ainda é dependente de commodities e dos humores cambiais, sofrendo com a crise global, com o sobe e desce do dólar e com as inconstâncias da natureza."
Fonte:Diário de Pernambuco
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