Diante do ocorrido em Tianguá, o CREA-CE manifesta solidariedade às vítimas, familiares e toda a comunidade impactada. 🤝🖤 Assim que tomou conhecimento do acidente, o Conselho encaminhou equipe de fiscalização ao local, atuando em parceria com o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil, contribuindo com as providências técnicas e a apuração dos fatos. 🚒🏗️ O episódio reforça a importância da manutenção preventiva, das avaliações técnicas periódicas e do acompanhamento de profissionais legalmente habilitados. Segurança não é opcional. ⚠️👷♂️ A inspeção predial é uma medida essencial de proteção à vida e representa investimento em prevenção, bem-estar e responsabilidade. 🏢✅ O CREA-CE segue à disposição dos órgãos competentes e da sociedade para colaborar tecnicamente e reforça a importância de manter edificações e equipamentos sempre em dia. #CREACE #Tiangua #SegurancaPredial #Fiscalizacao #Engenharia ResponsabilidadeTecnica Prevencao DefesaCivil CorpoDeBombeiros Ceara
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"Das afoitas jangadas que inspiraram José de Alencar e provocaram o entusiasmo, com direito a filmagens, de Orson Welles, até chegar à produção de iates de luxo e navios de guerra, o Ceará avançou incontáveis milhas mar adentro, em busca de novos mercados.
É que o está fazendo a Indústria Naval Cearense (Inace) que vendeu recentemente um navio-patrulha para as forças armadas da Namíbia por US$ 24 milhões. O barco de 200 toneladas corresponde, mais ou menos, ao preço que se pagaria por todas as jangadas em uso no Ceará.
O salto monumental revela o potencial e a diversificação da produção nordestina que, aos poucos, vai saindo do estágio de produção agrícola. No presente, porém, a região ainda é dependente de commodities e dos humores cambiais, sofrendo com a crise global, com o sobe e desce do dólar e com as inconstâncias da natureza."
Fonte:Diário de Pernambuco
"Das afoitas jangadas que inspiraram José de Alencar e provocaram o entusiasmo, com direito a filmagens, de Orson Welles, até chegar à produção de iates de luxo e navios de guerra, o Ceará avançou incontáveis milhas mar adentro, em busca de novos mercados.
É que o está fazendo a Indústria Naval Cearense (Inace) que vendeu recentemente um navio-patrulha para as forças armadas da Namíbia por US$ 24 milhões. O barco de 200 toneladas corresponde, mais ou menos, ao preço que se pagaria por todas as jangadas em uso no Ceará.
O salto monumental revela o potencial e a diversificação da produção nordestina que, aos poucos, vai saindo do estágio de produção agrícola. No presente, porém, a região ainda é dependente de commodities e dos humores cambiais, sofrendo com a crise global, com o sobe e desce do dólar e com as inconstâncias da natureza."
Fonte:Diário de Pernambuco
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