Na noite deste domingo (1º), o Fortaleza enfrentou a equipe do Ceará, na Arena Castelão, pelo jogo de ida da grande final do Campeonato Cearense, e acabou empatando em 1 a 1. Lucas Emanoel marcou para o Tricolor de Aço. Com o resultado, o título estadual será decidido no próximo domingo (8). Em caso de novo empate, o campeão será definido nos pênaltis. Foto: Mateus Lotif / Fortaleza EC O JOGO Em campo pela grande final do estadual, o Fortaleza começou o Clássico-Rei com a posse de bola explorando os espaços na defesa adversária para atacar. Após boa jogada de Rodrigo pela direita, o volante passou para Mailton que cruzou para Luiz Fernando finalizar, mas o camisa 32 desperdiçou a principal chance da primeira etapa. O Leão do Pici ainda teve chances pela bola aérea no primeiro tempo, mas as equipes voltaram ao vestiário com o placar empatado em 0 a 0. Na etapa final, o Tricolor de Aço continuou melhor em campo. Utilizando de troca de passes no meio de campo e ultrapassagens pela l...
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"Das afoitas jangadas que inspiraram José de Alencar e provocaram o entusiasmo, com direito a filmagens, de Orson Welles, até chegar à produção de iates de luxo e navios de guerra, o Ceará avançou incontáveis milhas mar adentro, em busca de novos mercados.
É que o está fazendo a Indústria Naval Cearense (Inace) que vendeu recentemente um navio-patrulha para as forças armadas da Namíbia por US$ 24 milhões. O barco de 200 toneladas corresponde, mais ou menos, ao preço que se pagaria por todas as jangadas em uso no Ceará.
O salto monumental revela o potencial e a diversificação da produção nordestina que, aos poucos, vai saindo do estágio de produção agrícola. No presente, porém, a região ainda é dependente de commodities e dos humores cambiais, sofrendo com a crise global, com o sobe e desce do dólar e com as inconstâncias da natureza."
Fonte:Diário de Pernambuco
"Das afoitas jangadas que inspiraram José de Alencar e provocaram o entusiasmo, com direito a filmagens, de Orson Welles, até chegar à produção de iates de luxo e navios de guerra, o Ceará avançou incontáveis milhas mar adentro, em busca de novos mercados.
É que o está fazendo a Indústria Naval Cearense (Inace) que vendeu recentemente um navio-patrulha para as forças armadas da Namíbia por US$ 24 milhões. O barco de 200 toneladas corresponde, mais ou menos, ao preço que se pagaria por todas as jangadas em uso no Ceará.
O salto monumental revela o potencial e a diversificação da produção nordestina que, aos poucos, vai saindo do estágio de produção agrícola. No presente, porém, a região ainda é dependente de commodities e dos humores cambiais, sofrendo com a crise global, com o sobe e desce do dólar e com as inconstâncias da natureza."
Fonte:Diário de Pernambuco
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