O atacante Gabriel Martinelli avaliou como “muito difícil” o próximo compromisso da Seleção pela Copa do Mundo, contra a Escócia, na próxima quarta-feira (24), pela terceira rodada da fase de grupos. Em entrevista coletiva concedida nesta segunda-feira (22), no hotel The Ridge, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, ele afirmou que o adversário “possui jogadores de qualidade”. “Com certeza vai ser um jogo muito difícil. Eles têm jogadores de muita qualidade. (...) Com certeza, eles vão vir com tudo para tentar ganhar da gente, mas estamos treinando bastante, nos preparando também. Vai ser um grande jogo, espero que a gente consiga sair com a vitória”, disse o camisa 22. O Brasil lidera o grupo C, com quatro pontos. Tem a mesma pontuação do Marrocos, mas está em primeiro lugar pelo saldo de gols (3 contra 1). E se classificar para o mata-mata na liderança é um dos objetivos da Seleção, por questões logísticas e de preparação da equipe. “Queremos ir a Miami e ganhar o jogo para nos cl...
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"Das afoitas jangadas que inspiraram José de Alencar e provocaram o entusiasmo, com direito a filmagens, de Orson Welles, até chegar à produção de iates de luxo e navios de guerra, o Ceará avançou incontáveis milhas mar adentro, em busca de novos mercados.
É que o está fazendo a Indústria Naval Cearense (Inace) que vendeu recentemente um navio-patrulha para as forças armadas da Namíbia por US$ 24 milhões. O barco de 200 toneladas corresponde, mais ou menos, ao preço que se pagaria por todas as jangadas em uso no Ceará.
O salto monumental revela o potencial e a diversificação da produção nordestina que, aos poucos, vai saindo do estágio de produção agrícola. No presente, porém, a região ainda é dependente de commodities e dos humores cambiais, sofrendo com a crise global, com o sobe e desce do dólar e com as inconstâncias da natureza."
Fonte:Diário de Pernambuco
"Das afoitas jangadas que inspiraram José de Alencar e provocaram o entusiasmo, com direito a filmagens, de Orson Welles, até chegar à produção de iates de luxo e navios de guerra, o Ceará avançou incontáveis milhas mar adentro, em busca de novos mercados.
É que o está fazendo a Indústria Naval Cearense (Inace) que vendeu recentemente um navio-patrulha para as forças armadas da Namíbia por US$ 24 milhões. O barco de 200 toneladas corresponde, mais ou menos, ao preço que se pagaria por todas as jangadas em uso no Ceará.
O salto monumental revela o potencial e a diversificação da produção nordestina que, aos poucos, vai saindo do estágio de produção agrícola. No presente, porém, a região ainda é dependente de commodities e dos humores cambiais, sofrendo com a crise global, com o sobe e desce do dólar e com as inconstâncias da natureza."
Fonte:Diário de Pernambuco
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