Conselho pede ao MPSP apuração de venda de medicamentos em máquinas Venda é feita sem verificação de idade e quantidade em condomínios Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil Publicado em 28/07/2026 - 16:01 São Paulo © Rafa Neddermeyer/Agência Brasil Versão em áudio Depois de constatar o funcionamento de máquinas automáticas comercializando medicamentos irregularmente em condomínios residenciais e outros locais de grande circulação, o Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP) acionou o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) para apurar a prática. De acordo com o CRF-SP, o funcionamento das máquinas em áreas comuns de condomínios, permitindo a compra irrestrita de medicamentos, sem verificação de idade, limitação de quantidade ou orientação de um farmacêutico, foi visto em fiscalizações realizadas em São Paulo, Guarulhos, São Bernardo do Campo e Santo André. Segundo a entidade, a legislação sanitária brasileira determin...
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"Das afoitas jangadas que inspiraram José de Alencar e provocaram o entusiasmo, com direito a filmagens, de Orson Welles, até chegar à produção de iates de luxo e navios de guerra, o Ceará avançou incontáveis milhas mar adentro, em busca de novos mercados.
É que o está fazendo a Indústria Naval Cearense (Inace) que vendeu recentemente um navio-patrulha para as forças armadas da Namíbia por US$ 24 milhões. O barco de 200 toneladas corresponde, mais ou menos, ao preço que se pagaria por todas as jangadas em uso no Ceará.
O salto monumental revela o potencial e a diversificação da produção nordestina que, aos poucos, vai saindo do estágio de produção agrícola. No presente, porém, a região ainda é dependente de commodities e dos humores cambiais, sofrendo com a crise global, com o sobe e desce do dólar e com as inconstâncias da natureza."
Fonte:Diário de Pernambuco
"Das afoitas jangadas que inspiraram José de Alencar e provocaram o entusiasmo, com direito a filmagens, de Orson Welles, até chegar à produção de iates de luxo e navios de guerra, o Ceará avançou incontáveis milhas mar adentro, em busca de novos mercados.
É que o está fazendo a Indústria Naval Cearense (Inace) que vendeu recentemente um navio-patrulha para as forças armadas da Namíbia por US$ 24 milhões. O barco de 200 toneladas corresponde, mais ou menos, ao preço que se pagaria por todas as jangadas em uso no Ceará.
O salto monumental revela o potencial e a diversificação da produção nordestina que, aos poucos, vai saindo do estágio de produção agrícola. No presente, porém, a região ainda é dependente de commodities e dos humores cambiais, sofrendo com a crise global, com o sobe e desce do dólar e com as inconstâncias da natureza."
Fonte:Diário de Pernambuco
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