O investigado Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário, preso na terceira fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF), está sob investigação de morte cerebral na noite desta quarta-feira (4), em Belo Horizonte. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, Luiz Philipi segue em cuidados no CTI do Hospital João XXIII. Na manhã de hoje, Mourão foi levado para a carceragem da corporação após o cumprimento do mandado de prisão emitido pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a PF, o investigado atentou contra a própria vida e foi reanimado pelos policiais responsáveis pela custódia. Em seguida, ele recebeu atendimento médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi encaminhado para um hospital da capital mineira. De acordo com as investigações, Luiz Phillipi Mourão atuava como ajudante do banqueiro Daniel Vorcaro, que também foi preso na manhã de hoje. ...
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"Das afoitas jangadas que inspiraram José de Alencar e provocaram o entusiasmo, com direito a filmagens, de Orson Welles, até chegar à produção de iates de luxo e navios de guerra, o Ceará avançou incontáveis milhas mar adentro, em busca de novos mercados.
É que o está fazendo a Indústria Naval Cearense (Inace) que vendeu recentemente um navio-patrulha para as forças armadas da Namíbia por US$ 24 milhões. O barco de 200 toneladas corresponde, mais ou menos, ao preço que se pagaria por todas as jangadas em uso no Ceará.
O salto monumental revela o potencial e a diversificação da produção nordestina que, aos poucos, vai saindo do estágio de produção agrícola. No presente, porém, a região ainda é dependente de commodities e dos humores cambiais, sofrendo com a crise global, com o sobe e desce do dólar e com as inconstâncias da natureza."
Fonte:Diário de Pernambuco
"Das afoitas jangadas que inspiraram José de Alencar e provocaram o entusiasmo, com direito a filmagens, de Orson Welles, até chegar à produção de iates de luxo e navios de guerra, o Ceará avançou incontáveis milhas mar adentro, em busca de novos mercados.
É que o está fazendo a Indústria Naval Cearense (Inace) que vendeu recentemente um navio-patrulha para as forças armadas da Namíbia por US$ 24 milhões. O barco de 200 toneladas corresponde, mais ou menos, ao preço que se pagaria por todas as jangadas em uso no Ceará.
O salto monumental revela o potencial e a diversificação da produção nordestina que, aos poucos, vai saindo do estágio de produção agrícola. No presente, porém, a região ainda é dependente de commodities e dos humores cambiais, sofrendo com a crise global, com o sobe e desce do dólar e com as inconstâncias da natureza."
Fonte:Diário de Pernambuco
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