Uma equipe do moto patrulhamento do 19º Batalhão da Polícia Militar do Ceará (PMCE) apreendeu uma arma de fogo artesanal calibre .40 e uma motocicleta. Na ação policial, um adolescente de 15 anos e um homem de 19 anos foram capturados, na noite dessa sexta-feira (13), na avenida Dr. Silas Munguba, no bairro Passaré, em Fortaleza. Durante patrulhamento ostensivo pela região, os militares avistaram dois indivíduos trafegando em uma motocicleta em alta velocidade. Diante da atitude suspeita, a equipe se aproximou para realizar a abordagem. Nesse momento, o condutor desobedeceu à ordem de parada e tentou se evadir, o que levou os policiais a iniciarem um acompanhamento tático. Logo depois, os indivíduos foram alcançados e abordados. Na busca pessoal, os policiais encontraram uma arma de fogo artesanal na cintura do passageiro. Diante dos fatos, ambos foram conduzidos à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA), onde foi instaurado procedimento cabível. Denúncias A população pode co...
Contos moçambicanos são encenados em monólogo nas cidades de Iguatu e Icó.
Dias 11 e 12 de setembro, o Sesc traz ao Ceará a peça “Nos Tempos de Gungunhana”, criada e protagonizada pelo ator moçambicano Klemente Tsamba. Na próxima terça-feira (11), a unidade do Sesc em Iguatu recebe o espetáculo às 19h. No dia seguinte (12) é apresentado em Icó, no Teatro da Ribeira dos Icós, também às 19h.
Tsamba é ator, músico e artista plástico, licenciado pela Escola Superior de Educação de Beja, em Portugal. Para criar o monólogo, ele pesquisou a oralidade no teatro antropológico africano e os relatos do livro “Ualalapi”, do escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa, que inspiraram sua dramaturgia.
Ao narrar os kariganas, contos tradicionais encenados em sua apresentação, Tsamba revive a África Antiga do final do século 19, quando Império de Gaza, atual Moçambique, resistia à invasão lusitana, sob a liderança pelo rei Gungunhana.
O ator recorda que, ainda criança, ouvia as histórias dos anciãos moçambicanos sobre o antigo rei, por isso reconstruiu as histórias das pessoas que viveram este período. Encadeando histórias, provérbios, cantos e advinhações, Tsamba incorpora, desde personagens da realeza, até guerreiros e pessoas comuns, dando à plateia a experiência de conhecer a cultura e a história moçambicana.
Nos Tempos de Gungunhana já foi encenado em Cabo Verde, Portugal, Brasil, onde foi assistido em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Piauí. Na cidade de Iguatu, o espetáculo integra o Arte Encena Sesc, ação permanente de estímulo cultural e formação de plateia que a instituição realiza em todo o estado e também dialoga com o tema do circuito de incentivo à leitura, que neste ano, é dedicado à África. Em Icó, o Sesc firmou parceria com a Secretaria de Cultura e leva a peça ao Teatro da Ribeira dos Icós, patrimônio histórico e artístico do estado, construído em 1860.
Serviço
Espetáculos Nos Tempos de Gungunhana
11/9
Local: Unidade Iguatu do Sesc (Rua 13 de maio, 1130 – Centro)
Local: Unidade Iguatu do Sesc (Rua 13 de maio, 1130 – Centro)
Horário: 19h
Entrada gratuita
12/9
Local: Teatro da Ribeira dos Icós (Rua 7 de setembro, s/n)
Horário:19h
Entrada gratuita
Entrada gratuita
Mais informações: (88) 3581-1130 ramal 207
Sobre os 70 anos do Sistema Fecomércio
Após o período da Segunda Guerra o Brasil passou por grandes desafios. O Estado não conseguia atender à crescente demanda por serviços sociais, nem acompanhar o novo contexto do mercado de trabalho. Deste modo, em maio de 1945, representantes empresariais da indústria, comércio e agricultura, realizam em Teresópolis, a primeira Conferência das Classes Produtoras (CONCLAP). Nesse encontro elaboram uma proposta ousada de custeio dos serviços sociais e da educação profissional para os trabalhadores com recursos das classes patronais. A Carta da Paz Social foi o documento que formalizou as diretrizes para o desenvolvimento econômico com justiça social. Nascia assim, a partir da iniciativa do empresariado, o Sistema S, o maior Sistema de desenvolvimento social do mundo.
No Ceará, em 16 de março de 1948, o empresário Clóvis Arrais Maia fundou a Federação do Comércio com a finalidade de unir lideranças do setor para colaborarem com a educação profissional e a qualidade de vida dos trabalhadores. No mesmo ano, a Fecomércio implanta o Sesc e o Senac instituições mantidas pelos empresários do comércio que ofertam serviços sociais e educam para o comércio de bens, serviços e turismo.

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