Técnico do Time do Povo também explicou as alterações promovidas para o duelo Link para compartilhamento: Copiar Foto: Gabriel Silva/CearaSC Mesmo lutando até o último minuto, o Ceará empatou com Iguatu por 1 a 1 neste sábado, 17, pela 4ª rodada do Campeonato Cearense no Estádio Presidente Vargas. Com o resultado, o Vovô avançou para a 2ª fase do Estadual. Após a partida, o técnico Mozart concedeu entrevista coletiva para a imprensa presente no Presidente Vargas. Questionado sobre o resultado do jogo, o comandante foi enfático ao falar de um processo de evolução neste início de temporada. Para Mozart, ainda, não faltou empenho dos seus comandados. “Fico satisfeito pelas chances que criamos mesmo contra 10 jogadores em um bloco bem baixo praticamente nos últimos 25 m do campo mesmo assim conseguimos criar bastantes situações. Infelizmente não vencemos, é óbvio que o empate fica um sentimento amargo. Mas é natural que algumas situações aconteçam nesse início, mas enfim...
Mês de combate a doença tenta reverter o número de 371 casos da doença registrados em 2018 no Ceará
Os males causados pelos vírus podem ser inúmeros, vão desde amarelidão nos olhos, perda de peso, inchaço nas pernas, cirrose até a necessidade de um transplante de fígado. As formas de contágio também. Mas atitudes simples de higiene pessoal e noções de educação sexual podem fazer com que fiquem no passado, por exemplo, os 175 casos de hepatite B e 196 de hepatite C confirmados no Ceará em 2018. Os dados são do Ministério da Saúde.
Atualmente existem cinco tipos de hepatites. O tipo A da doença, no entanto, concentra mais casos nas regiões Norte e Nordeste do país. De acordo com o MS, juntas, elas representam 56,2% das infecções confirmadas entre 1999 a 2017. O Sudeste, neste apanhado de mais de 15 anos, tem 17,1% dos registros. Apesar do alto índice de casos do tipo A, o maior número de notificações ainda é de hepatite C, que apresentou 11,9 casos para cada 100 mil habitantes em todo o Brasil em 2017, com 24.460 pessoas infectadas. No total, foram 40.198 registros de hepatites virais (A, B, C e D) em 2017.
De acordo com o médico infectologista do Hospital Prontocardio, Carlos Jaime, as hepatites crônicas são doenças delicadas por serem silenciosas. ˜Na grande maioria dos casos, os pacientes não apresentam sintomas. Quando o corpo começa a mostrar algum sinal é possível que a doença causada por hepatite viral crônica já tenha comprometido em graus variados a função do fígado. Por isso que é importante o diagnóstico precoce com tratamento adequado”, afirma.
A necessidade da prevenção existe por causa dos prejuízos para a saúde que a doença pode causar. “Hoje em dia o tratamento para hepatite viral causada pelo vírus C, por exemplo, pode ter eficácia bem elevada, acima de 90% do casos (a depender das condições da doença no paciente ), quando detectada e tratada precocemente. Antigamente essa a taxa de cura era de 40%. Infelizmente a prevenção com vacina ainda não está disponível para o vírus da hepatite C. Em relação ao vírus da hepatite B sim, há vacina que proporciona níveis de proteção aos pacientes sem a doença”, lembra.
Um dos impactos da hepatite no ser humano é a redução do tamanho do fígado, o principal órgão responsável pelo metabolismo do organismo. Quando há disfunção deste órgão, a pessoa pode sofrer com perda de peso, fraqueza generalizada, apatia e acontece distúrbio de coagulação do sangue (o indivíduo pode ter sangramentos). “Existem muitos casos de transplante do fígado devido à falência do mesmo, quando a doença já está bem avançada (anos após o indivíduo contrair a infecção). Isso sem contar com o risco de desenvolvimento de câncer de fígado que a infecção crônica pode ocasionar. O uso de preservativos, o não compartilhamento de agulhas contaminadas, o não uso objetos contaminados com sangue de paciente infectado (há casos de contaminação com o uso de alicates em salões de beleza), a vacinação contra hepatite B, são estratégias que ajudam na prevenção, diminuindo drasticamente o número de casos da doença”, conclui o médico.
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