Fut. Feminino: Ceará é superado pelo Itabirito por 1 a 0 na estreia da Série A2 14 de Março de 2026 | Atualizado em: 14 de Março de 2026 às 16:59 Duelo aconteceu no Campo Usina Esperança, em Itabirito (MG) Link para compartilhamento: Copiar Gabriel Silva / Ceará SC O Ceará foi superado por 1 a 0 neste sábado, 14, na estreia da Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino, pelo Itabirito. O duelo aconteceu no Campo Usina Esperança, em Itabirito (MG). A equipe de Erivelton Viana volta a campo no próximo sábado, 21, contra o Paysandu. A partida será disputada no Estádio Franzé Moraes (Cidade Vozão), em Itaitinga (CE). O JOGO Concentrando a posse de bola, o Ceará buscou pressionar o Itabirito nos minutos iniciais. Após esse período, o time mineiro passou a estar mais presente no campo ofensivo, parando em Mayara em duas oportunidades. Aos 25, as Meninas do Vozão tiveram a melhor chance do primeiro tempo: Jady recebeu cruzamento de Edna e finalizou para a defesa de Karen Hi...
Mês de combate a doença tenta reverter o número de 371 casos da doença registrados em 2018 no Ceará
Os males causados pelos vírus podem ser inúmeros, vão desde amarelidão nos olhos, perda de peso, inchaço nas pernas, cirrose até a necessidade de um transplante de fígado. As formas de contágio também. Mas atitudes simples de higiene pessoal e noções de educação sexual podem fazer com que fiquem no passado, por exemplo, os 175 casos de hepatite B e 196 de hepatite C confirmados no Ceará em 2018. Os dados são do Ministério da Saúde.
Atualmente existem cinco tipos de hepatites. O tipo A da doença, no entanto, concentra mais casos nas regiões Norte e Nordeste do país. De acordo com o MS, juntas, elas representam 56,2% das infecções confirmadas entre 1999 a 2017. O Sudeste, neste apanhado de mais de 15 anos, tem 17,1% dos registros. Apesar do alto índice de casos do tipo A, o maior número de notificações ainda é de hepatite C, que apresentou 11,9 casos para cada 100 mil habitantes em todo o Brasil em 2017, com 24.460 pessoas infectadas. No total, foram 40.198 registros de hepatites virais (A, B, C e D) em 2017.
De acordo com o médico infectologista do Hospital Prontocardio, Carlos Jaime, as hepatites crônicas são doenças delicadas por serem silenciosas. ˜Na grande maioria dos casos, os pacientes não apresentam sintomas. Quando o corpo começa a mostrar algum sinal é possível que a doença causada por hepatite viral crônica já tenha comprometido em graus variados a função do fígado. Por isso que é importante o diagnóstico precoce com tratamento adequado”, afirma.
A necessidade da prevenção existe por causa dos prejuízos para a saúde que a doença pode causar. “Hoje em dia o tratamento para hepatite viral causada pelo vírus C, por exemplo, pode ter eficácia bem elevada, acima de 90% do casos (a depender das condições da doença no paciente ), quando detectada e tratada precocemente. Antigamente essa a taxa de cura era de 40%. Infelizmente a prevenção com vacina ainda não está disponível para o vírus da hepatite C. Em relação ao vírus da hepatite B sim, há vacina que proporciona níveis de proteção aos pacientes sem a doença”, lembra.
Um dos impactos da hepatite no ser humano é a redução do tamanho do fígado, o principal órgão responsável pelo metabolismo do organismo. Quando há disfunção deste órgão, a pessoa pode sofrer com perda de peso, fraqueza generalizada, apatia e acontece distúrbio de coagulação do sangue (o indivíduo pode ter sangramentos). “Existem muitos casos de transplante do fígado devido à falência do mesmo, quando a doença já está bem avançada (anos após o indivíduo contrair a infecção). Isso sem contar com o risco de desenvolvimento de câncer de fígado que a infecção crônica pode ocasionar. O uso de preservativos, o não compartilhamento de agulhas contaminadas, o não uso objetos contaminados com sangue de paciente infectado (há casos de contaminação com o uso de alicates em salões de beleza), a vacinação contra hepatite B, são estratégias que ajudam na prevenção, diminuindo drasticamente o número de casos da doença”, conclui o médico.
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