Preso há 30 anos, Marcinho VP permanece em presídio federal fora do RJ Extinção de penas levou Justiça rediscutir manutenção da prisão Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil Publicado em 21/09/2026 - 08:01 Rio de Janeiro © Reuters/Jose Lucena/Proibida reprodução Versão em áudio Marcinho VP , um dos líderes do Comando Vermelho , permanece recluso em presídio federal fora do Rio. A confirmação unânime da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça ocorreu após serem extintas, em abril, penas que ele cumpria. No entanto, dois mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça estadual permanecem em vigor. Diante desse cenário, o Ministério Público do Rio de Janeiro requereu a manutenção cautelar no sistema federal até a conclusão do procedimento que decidirá definitivamente sobre a medida. O traficante completou, em 2026, 30 anos detido. Atualmente, está no presídio federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Memória Processado e condenado por tráfico de drogas e homicídio...
Os coronavírus (CoV) são conhecidos desde 1960 e são uma grande família de vírus de RNA, zoonóticos, o que significa que são transmitidos entre animais e pessoas. Esses vírus podem causar doenças que variam desde um resfriado comum a doenças mais graves, como a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars). Sinais comuns de infecção incluem sintomas respiratórios, febre, tosse e falta de ar. As investigações detalhadas sobre a transmissão identificaram que o coronavírus da Sars (Sars-CoV) foi transmitido de gatos da cidade para humanos e o coronavírus da Mers (Mers-CoV) de camelos dromedários para humanos.
Quando falamos em um novo coronavírus (nCoV), referimo-nos a uma nova cepa de coronavírus que não havia sido previamente identificada em humanos e que em dezembro de 2019 foi isolado por cientistas chineses de pacientes em Wuhan, na província de Hubei, na China. Embora os cientistas sugiram que os morcegos possam ser o hospedeiro original desse vírus, um animal vendido no mercado de frutos do mar em Wuhan pode representar um hospedeiro intermediário, facilitando o surgimento do vírus em humanos. A sequência genética do nCoV foi identificada por testes diagnósticos de PCR em tempo real e tem a inerente característica de uma alta taxa de mutação. Este aspecto fornece a possibilidade deste recém-introduzido vírus se adaptar e ser transmitido mais eficientemente de pessoa para pessoa e, possivelmente, se tornar mais virulento.
Atualmente, não existe tratamento específico para a doença causada pelo novo coronavírus e não tem vacina para prevenir a infecção. A melhor maneira de prevenir é evitar ser exposto ao vírus. As recomendações padrão da Organização Mundial de Saúde (OMS) para ajudar na prevenção incluem: lavar as mãos frequentemente com água e sabão, por pelo menos 20 segundos; usar um desinfetante para as mãos à base de álcool a 70%; evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas; evitar contato próximo com pessoas doentes; cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo; e limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência. O consumo de produtos de origem animal crua ou sem um cozimento adequado deve ser evitado, assim também como a carne crua, leite ou órgãos de animais devem ser manuseados com cuidado, para evitar a contaminação cruzada com alimentos não cozidos.
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Profª. Drª. Markênia Kélia Santos Alves Martins
Coordenadora e docente do Curso de Farmácia do Centro Universitário Ateneu
Doutora em Biotecnologia em Saúde
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