Foto: Celso da Luz/Criciúma Esporte Clube O Criciúma perdeu para o Fortaleza por 3 a 2 na noite deste domingo, dia 19, no estádio Presidente Vargas, em Fortaleza (CE), pela quinta rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Os gols da partida foram marcados por Luiz Fernando, Ruan (contra) e Bruno Alves (contra), para o Leão. Já o Tigre marcou com Fellipe Mateus e Bruno Alves. Com o resultado, o Criciúma caiu três posições e ocupa o 10º lugar, com sete pontos. Já o Fortaleza assumiu a vice-liderança da competição, com dez pontos. Na próxima rodada, o Tigre recebe o CRB pela sexta rodada. O confronto acontece no domingo, dia 26, às 20h30, no estádio Heriberto Hülse. Já o Leão encara o Operário-PR, também no domingo, às 18 horas, no estádio Germano Krüger. Primeiro tempo As duas equipes começaram o duelo se estudando e trocando passes no meio-campo. Até que aos 7 minutos, Bruno Alves estava com a bola dominada e tentou atravessá-la na entrada da área, porém entregou nos pés d...
O impacto da pandemia na vida cotidiana transforma rotinas diariamente, há mais de um ano. A maior pandemia da história em números absolutos deixa sequelas nos indivíduos e na sociedade. A maior parte dos indivíduos acometidos manifesta sintomas persistentes pós-infecção, principalmente relacionadas ao sistema nervoso. Podendo perdurar de duas semanas pós infecção, até quatro meses. As principais queixas são fadiga, estresse, ansiedade, falta de memória, dificuldade para se concentrar e queda de cabelo.
Segundo o ortopedista Rodrigo Astolfi, esses sintomas são retroalimentados pela própria pandemia, na fase aguda da doença. “A melhor maneira de dar oxigênio para o doente com lesão pulmonar é com o uso de máscaras de oxigênio, gerando uma situação em que o doente fica acordado no ambiente de UTI, com a máscara de oxigênio e o aparelho apenas ajudando a respirar, e não sedado com o aparelho respirando por ele. Isso fez com que muitas pessoas que estiveram internadas manifestassem sintomas clássicos de estresse pós traumático: ansiedade, medo, ataques de pânico”, explica Rodrigo.
Além das sequelas deixadas no corpo, a infecção causa medo e altera os modelos de relações sociais, de trabalho e até sexuais. Uma dezena de estudos mostra como as rotinas faziam parte da vida das pessoas e como suas limitações por causa da covid-19 resultaram em consequências inesperadas, a tal ponto que esse cotidiano se tornou algo desejado, privilégio ou objeto de desejo. Funcionários que sonham em retornar ao trabalho, mães trabalhadoras sobrecarregadas com o desmantelamento de suas redes de apoio, jovens que mudam suas formas de lidar com as relações sexuais e afetivas ou pessoas que querem se levantar sem medo todas as manhãs são apenas exemplos das outras sequelas da pandemia.
Para Rodrigo Astolfi o mundo está vivendo um enorme desafio global e para este, as soluções precisam ser abordadas em conjunto e todas as ferramentas precisam ser avaliadas. Suplementações nutricionais principalmente com vitamina B, D, ácido fólico, e zinco, dietas com boa concentração de proteínas, exercícios pulmonares, de fortalecimento muscular e exercícios para memória ajudam na recuperação dos danos orgânicos. Para além do número de doentes, mortos ou desempregados, a pandemia implica também uma crise na vida cotidiana, nas formas de se relacionar, comunicar, divertir, de viajar, estudar, dividir as tarefas domésticas, etc. “Quanto aos danos sociais a única saída é utilizar o sofrimento para reavaliar as prioridades na vida, nos atos e na consciência da efemeridade das coisas materiais”, conclui.
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