Alece aprova mudanças para modernizar e expandir o Cinturão Digital do Ceará Por Ariadne Sousa 08/09/2026 11:50 | Atualizado há 6 horas Compartilhe esta notícia: - Foto: José Leomar O Plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece) aprovou, durante a sessão plenária desta terça-feira (08/09), um projeto de lei que visa modernizar e ampliar o Cinturão Digital do Ceará (CDC). Enviado pelo Governo do Estado, o projeto de lei 79/26 altera a lei que instituiu o Programa Estadual de Banda Larga (PEBL) e que dispõe sobre a participação de empresas privadas e órgãos públicos na exploração do Cinturão Digital do Ceará. A matéria ajusta procedimentos relacionados à aquisição e à gestão de bens destinados ao Cinturão Digital. Ainda de acordo com o texto, a medida busca conferir maior racionalidade e eficiência à aplicação dos recursos destinados à manutenção, ampliação e modernização da rede pública de fibra óptica. A matéria foi aprovada com a emenda modificativa 02...
O impacto da pandemia na vida cotidiana transforma rotinas diariamente, há mais de um ano. A maior pandemia da história em números absolutos deixa sequelas nos indivíduos e na sociedade. A maior parte dos indivíduos acometidos manifesta sintomas persistentes pós-infecção, principalmente relacionadas ao sistema nervoso. Podendo perdurar de duas semanas pós infecção, até quatro meses. As principais queixas são fadiga, estresse, ansiedade, falta de memória, dificuldade para se concentrar e queda de cabelo.
Segundo o ortopedista Rodrigo Astolfi, esses sintomas são retroalimentados pela própria pandemia, na fase aguda da doença. “A melhor maneira de dar oxigênio para o doente com lesão pulmonar é com o uso de máscaras de oxigênio, gerando uma situação em que o doente fica acordado no ambiente de UTI, com a máscara de oxigênio e o aparelho apenas ajudando a respirar, e não sedado com o aparelho respirando por ele. Isso fez com que muitas pessoas que estiveram internadas manifestassem sintomas clássicos de estresse pós traumático: ansiedade, medo, ataques de pânico”, explica Rodrigo.
Além das sequelas deixadas no corpo, a infecção causa medo e altera os modelos de relações sociais, de trabalho e até sexuais. Uma dezena de estudos mostra como as rotinas faziam parte da vida das pessoas e como suas limitações por causa da covid-19 resultaram em consequências inesperadas, a tal ponto que esse cotidiano se tornou algo desejado, privilégio ou objeto de desejo. Funcionários que sonham em retornar ao trabalho, mães trabalhadoras sobrecarregadas com o desmantelamento de suas redes de apoio, jovens que mudam suas formas de lidar com as relações sexuais e afetivas ou pessoas que querem se levantar sem medo todas as manhãs são apenas exemplos das outras sequelas da pandemia.
Para Rodrigo Astolfi o mundo está vivendo um enorme desafio global e para este, as soluções precisam ser abordadas em conjunto e todas as ferramentas precisam ser avaliadas. Suplementações nutricionais principalmente com vitamina B, D, ácido fólico, e zinco, dietas com boa concentração de proteínas, exercícios pulmonares, de fortalecimento muscular e exercícios para memória ajudam na recuperação dos danos orgânicos. Para além do número de doentes, mortos ou desempregados, a pandemia implica também uma crise na vida cotidiana, nas formas de se relacionar, comunicar, divertir, de viajar, estudar, dividir as tarefas domésticas, etc. “Quanto aos danos sociais a única saída é utilizar o sofrimento para reavaliar as prioridades na vida, nos atos e na consciência da efemeridade das coisas materiais”, conclui.
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