Nesta segunda-feira (8), a Diretoria de Competições da FCF publicou a Tabela Básica e o Regulamento do Campeonato Cearense Série C. A Terceira Divisão estadual inicia no dia 26 de julho e contará com sete equipes na disputa. Em reunião realizada na sede da Casa do Futebol Cearense, os clubes inscritos na competição aprovaram a fórmula de disputa onde todos os clubes se enfrentarão em partidas de ida em um único grupo na Primeira Fase. Ao término dos confrontos, os quatro melhores colocados avançarão para as semifinais. Confira como ficaram os confrontos da rodada de abertura da competição: FC Acopiara x Pacatuba Vila Real x Esporte Limoeiro Calouros do Ar x Palmácia Posteriormente, as rodadas serão detalhadas pela Diretoria de Competição. Para ver a Tabela Básica, clique aqui Para ver o Regulamento, clique aqui
O impacto da pandemia na vida cotidiana transforma rotinas diariamente, há mais de um ano. A maior pandemia da história em números absolutos deixa sequelas nos indivíduos e na sociedade. A maior parte dos indivíduos acometidos manifesta sintomas persistentes pós-infecção, principalmente relacionadas ao sistema nervoso. Podendo perdurar de duas semanas pós infecção, até quatro meses. As principais queixas são fadiga, estresse, ansiedade, falta de memória, dificuldade para se concentrar e queda de cabelo.
Segundo o ortopedista Rodrigo Astolfi, esses sintomas são retroalimentados pela própria pandemia, na fase aguda da doença. “A melhor maneira de dar oxigênio para o doente com lesão pulmonar é com o uso de máscaras de oxigênio, gerando uma situação em que o doente fica acordado no ambiente de UTI, com a máscara de oxigênio e o aparelho apenas ajudando a respirar, e não sedado com o aparelho respirando por ele. Isso fez com que muitas pessoas que estiveram internadas manifestassem sintomas clássicos de estresse pós traumático: ansiedade, medo, ataques de pânico”, explica Rodrigo.
Além das sequelas deixadas no corpo, a infecção causa medo e altera os modelos de relações sociais, de trabalho e até sexuais. Uma dezena de estudos mostra como as rotinas faziam parte da vida das pessoas e como suas limitações por causa da covid-19 resultaram em consequências inesperadas, a tal ponto que esse cotidiano se tornou algo desejado, privilégio ou objeto de desejo. Funcionários que sonham em retornar ao trabalho, mães trabalhadoras sobrecarregadas com o desmantelamento de suas redes de apoio, jovens que mudam suas formas de lidar com as relações sexuais e afetivas ou pessoas que querem se levantar sem medo todas as manhãs são apenas exemplos das outras sequelas da pandemia.
Para Rodrigo Astolfi o mundo está vivendo um enorme desafio global e para este, as soluções precisam ser abordadas em conjunto e todas as ferramentas precisam ser avaliadas. Suplementações nutricionais principalmente com vitamina B, D, ácido fólico, e zinco, dietas com boa concentração de proteínas, exercícios pulmonares, de fortalecimento muscular e exercícios para memória ajudam na recuperação dos danos orgânicos. Para além do número de doentes, mortos ou desempregados, a pandemia implica também uma crise na vida cotidiana, nas formas de se relacionar, comunicar, divertir, de viajar, estudar, dividir as tarefas domésticas, etc. “Quanto aos danos sociais a única saída é utilizar o sofrimento para reavaliar as prioridades na vida, nos atos e na consciência da efemeridade das coisas materiais”, conclui.
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