Dólar sobe 8,21%, e bolsa cai 13,88% após reeleição de Lula Ibovespa interrompe negociações com circuit breaker Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil* Publicado em 26/10/2026 - 19:07 Brasília © REUTERS/Yuriko Nakao/Proibida reprodução Versão em áudio O mercado financeiro brasileiro teve um dia de forte turbulência nesta segunda-feira (26), após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições presidenciais. O dólar fechou em alta de 8,21%, a R$ 5,403. O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, recuou 13,88% e atingiu os 176.608,23 pontos. Durante a manhã, a bolsa acionou o mecanismo de circuit breaker , que interrompe temporariamente as negociações diante de quedas acentuadas. Principais números do dia: Dólar: R$ 5,403 (+8,21%); Máxima do dólar: R$ 5,6049 durante a manhã; Ibovespa: 176.608,23 pontos (-13,88%); Mínima do Ibovespa: 169.516,43 pontos, recuo superior a 17%. Dólar em outubro: alta acumulada de 4,40%. Ibovespa...
Pílulas para acalmar ou dormir, para dores na cabeça ou no estômago. É comum guardar estes medicamentos na bolsa ou sobre a cabeceira ao lado da cama, sendo uma solução rápida e fácil para aliviar desconfortos. No entanto, é preciso ter cuidado para que o hábito não se torne um vício, visto que essas drogas, denominadas benzodiazepínicos (BZDs), podem causar dependência.
O uso de BZDs pode comprometer o bom funcionamento do corpo e a qualidade de vida do paciente. A eficácia parece positiva a curto prazo, mas, ao longo do tempo, pode desencadear consequências. Os benzodiazepínicos são controlados pelo Ministério da Saúde (MS). A venda ocorre mediante receita especial emitida por profissional da Medicina. Os medicamentos desta categoria mais comumente utilizados são Alprazolam, Bromazepam, Clonazepam, Diazepam e Lorazepam barbitúricos, Zolpidem, Zopiclona, dentre outros.
As medicações atuam como tranquilizantes e sedativos, fazendo com que o corpo desacelere o ritmo de funcionamento. São usados, ainda, para tratamento de transtorno do pânico, ansiedade, insônia, abstinência de bebidas alcoólicas, epilepsia e alívio de dores. O uso dos benzodiazepínicos já foi avaliado em diferentes países e perfis populacionais. No Brasil, estima-se que quase 2% da população adulta seja usuária crônica de benzodiazepínicos, conforme aponta a Unidade de Pesquisas em Álcool e Drogas.
Consequências de uso irracional
“Esses medicamentos são de uso restrito e que necessitam de prescrição e acompanhamento médico. O uso inadequado pode ocasionar problemas de memória, mudanças de humor e redução de capacidades cognitivas”, explica Consuelo Bernal, farmacêutica da Casa de Cuidados do Ceará (CCC), equipamento vinculado à Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) e gerido pelo Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH).
“Até mesmo o momento de deixar de usá-los deve ser orientado por um médico, por isso, uma alternativa é aliar o tratamento com acompanhamento de outros profissionais de saúde, como psicólogos, farmacêuticos e terapeutas ocupacionais”, acrescenta.
A farmacêutica ressalta que o chá é uma alternativa para substituir este tipo de medicamento, em caso de ocasiões esporádicas, como diante de uma gripe, mas sempre com indicação do profissional de saúde. “É importante conversar com um farmacêutico para que ele oriente sobre o chá ideal para o caso. Em relação a indicações, podemos citar o chá de capim santo e de erva cidreira como sedativos leves que podem auxiliar no tratamento de ansiedade ou distúrbio de sono. Lembrando que o uso deve ser, realmente, em situações em que haja necessidade”, pontua.
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