A programação do Festival Juaforró chegou à Zona Rural de Juazeiro do Norte na última sexta-feira, 3, e no sábado, 4, com atividades realizadas nos sítios São Gonçalo e Carás do Umarí. Os eventos reuniram apresentações musicais, quadrilhas juninas e manifestações da cultura popular, além de incentivar a comercialização de alimentos produzidos na região. No Sítio São Gonçalo, apresentaram-se os cantores Alisson Feroz, Ciço Catolé e Nó Cego. A programação também contou com as apresentações da Quadrilha Senhor Callou e Comunidade e da Quadrilha Arte Junina, que celebraram as tradições nordestinas e envolveram jovens da comunidade. Já no Sítio Carás do Umarí, a noite foi animada pelos cantores Cícero Catolé e Antônio Cristian. A apresentação cultural ficou por conta do grupo de xaxado Os Cangaceiros do Cariri, que levou ao público uma das manifestações populares mais tradicionais do Nordeste. As atividades na Zona Rural integram a programação do Festival Juaforró e buscam descentrali...
“Uma solenidade simples e significativa”, como dito pelo presidente do Tribunal de Contas do Estado do Ceará, conselheiro Edilberto Pontes, marcou o início da programação de Reinauguração da Biblioteca Ministro Raimundo Girão, na manhã desta sexta-feira (23/2), no Centro de Fortaleza.
O espaço, reformado e ampliado, ganhou novo balcão de atendimento, estantes com layout moderno, cabines de estudo individuais, sistemas de iluminação e climatização adequados, sala de processamento técnico e administrativo, e a incorporação do acervo da sede Cambeba. O ganho ainda vai além, a família do historiador e ex-conselheiro, Ministro Raimundo Girão, nome que batiza a Biblioteca do TCE, doou 33 obras raras, em caráter definitivo e sem ônus. Entre os títulos, uma publicação de 1937 sobre Fiscalização de Gastos Públicos. A entrega foi feita pelos filhos Celne Brasil Girão, Celda Brasil Girão, Celber Brasil Girão, e pelo neto Eurípedes Chaves Júnior, que agradeceu ao Tribunal “por fazer justiça a uma grande figura pública, meu Avô”.
O espaço, reformado e ampliado, ganhou novo balcão de atendimento, estantes com layout moderno, cabines de estudo individuais, sistemas de iluminação e climatização adequados, sala de processamento técnico e administrativo, e a incorporação do acervo da sede Cambeba. O ganho ainda vai além, a família do historiador e ex-conselheiro, Ministro Raimundo Girão, nome que batiza a Biblioteca do TCE, doou 33 obras raras, em caráter definitivo e sem ônus. Entre os títulos, uma publicação de 1937 sobre Fiscalização de Gastos Públicos. A entrega foi feita pelos filhos Celne Brasil Girão, Celda Brasil Girão, Celber Brasil Girão, e pelo neto Eurípedes Chaves Júnior, que agradeceu ao Tribunal “por fazer justiça a uma grande figura pública, meu Avô”.
O espaço e as publicações estão disponíveis à sociedade para pesquisa e leitura, de segunda a sexta-feira, das 8 às 17h30, no térreo da Escola de Contas do Tribunal, “nas versões impressa e digital”, como frisou o diretor-presidente do Instituto Plácido Castelo, conselheiro Alexandre Figueiredo.
O momento também foi prestigiado pelos conselheiros Rholden Queiroz (vice-presidente), Valdomiro Távora (corregedor), conselheiro substituto Davi Barreto (ouvidor), procurador de Contas Júlio César Saraiva, Fernando Braga (presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia – 3ª Região), Hamilton Tabosa (coordenador do curso de Biblioteconomia da UFC), secretários, diretores do IPC, Hilária Barreto e Francisco Otávio de Miranda Bezerra, pelo chefe da Biblioteca, Josimar Batista, servidores, colaboradores, estagiários e demais convidados, que fizeram um tour pelos corredores da Biblioteca da Corte.
Manhã literária
Após a reinauguração, foi realizada a 8ª edição do Café com Leitura: Contos e Encontros, no auditório do IPC. O primeiro evento de 2018 teve como palestrante a professora do curso de Letras da Universidade Federal do Ceará (UFC), doutora Angela Gutiérrez, explanando sobre o livro de sua autoria “O Mundo de Flora”. Debateram o tema os anfitriões, conselheiros Edilberto Pontes e Alexandre Figueiredo.
A Autora fez questão de enfatizar o quão orgulhosa é “por saber que o TCE não é uma Corte que corta a cultura, mas que valoriza a área cultural e sua Biblioteca”. Sobre a obra, um romance que começou a ser escrito à mão, durante uma noite de insônia, sentada ao chão de casa, um breve resumo:
“Em O Mundo de Flora, há a interpretação da realidade - e consequentemente a sua crítica -, demonstrando a relatividade desta interpretação, que sempre está sujeita a várias leituras, dependendo do ponto de vista em que é observada. Desta maneira, há vários narradores que direcionam a narrativa - que entram e que desaparecem do contexto narrativo -, e vários personagens que se alternam, assumindo, ora uns, ora outros, a função de protagonista do enredo do romance.”
Uma leitura convidativa que, não necessariamente, precisa ser lida em páginas crescentes. “Há um segundo índice em que sugiro uma leitura fracionada, por partes”, pontuou Angela Gutiérrez, que percorreu um cenário de clássicos da literatura durante sua palestra.
“Em O Mundo de Flora, há a interpretação da realidade - e consequentemente a sua crítica -, demonstrando a relatividade desta interpretação, que sempre está sujeita a várias leituras, dependendo do ponto de vista em que é observada. Desta maneira, há vários narradores que direcionam a narrativa - que entram e que desaparecem do contexto narrativo -, e vários personagens que se alternam, assumindo, ora uns, ora outros, a função de protagonista do enredo do romance.”
Uma leitura convidativa que, não necessariamente, precisa ser lida em páginas crescentes. “Há um segundo índice em que sugiro uma leitura fracionada, por partes”, pontuou Angela Gutiérrez, que percorreu um cenário de clássicos da literatura durante sua palestra.
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