No Dia da Amazônia, campanha pede que eleitor vote por floresta em pé Eventos em todo o país acontecem a um mês da eleição Bruno de Freitas Moura ─ Repórter da Agência Brasil Publicado em 05/09/2026 - 09:00 Rio de Janeiro © Fernando Frazão/Agência Brasil Versão em áudio O Dia da Amazônia, comemorado neste sábado (5), marca também a contagem regressiva de 30 dias para as eleições gerais, em 4 de outubro. A coincidência de datas é um dos pontos altos da Virada Cultural Amazônia de Pé, uma campanha de preservação da floresta amazônica, que tem como tema da quinta edição “Cada voto pela Amazônia conta”. O objetivo é incentivar as pessoas a escolher candidatos que estejam comprometidos com a conversação ambiental. Neste fim de semana, diversas atividades, incluindo festivais culturais, gastronômicos, musicais e debates acontecem nas cinco regiões do país. Os eventos são promovidos pelo movimento Amazônia de Pé, formado por mais de 20 mil ativistas e cerca de 300 coletivos e organizaçõ...
"O Diário do Nordeste teve acesso às dependências do IML, em Fortaleza, e constatou a situação do edifício."
" Já parou para pensar na importância que o Instituto Médico Legal (IML) tem? Ao contrário do que muitos podem achar, ele não possui o papel “apenas” de realizar necropsias ou autopsias. Além de examinar corpos, salvo aqueles oriundos de morte natural, também é de sua competência emitir laudos acerca das vítimas de acidentes de trânsito, de trabalho e de agressões, os quais auxiliam em inquéritos policias.Bem verdade, esses documentos são responsáveis pela descoberta e, até mesmo, por condenar criminosos. Porém, para que isso aconteça, claro que o aparelho púbico precisa estar em funcionamento pleno. Será que está? Bastar andar, e olhar pelo prédio, para constatar que nem tudo se encontra como deveria. À primeira vista no necrotério, percebe-se que os instrumentos para necropsias se limitam a facões e a luvas, enquanto também são necessário bisturis, pinças etc.Mais à frente, encontram-se geladeiras para conservação dos cadáveres. Elas não estão realizando sua função primordial. Afinal de contas, a temperatura indicada era de 30 acima de zero grau centígrado, quando deveria ser negativa. Os problemas não param por aí.As travas, mesmo das que guardavam corpos, apresentavam-se quebradas. No chão, ainda há sangue grudado, enquanto no teto, em alguns espaços, os fios estão aparentes.Por outro lado, há os funcionários. Os plantonistas, no total de 14, não têm sequer água após o horário comercial, porque a bebida fica trancada nas salas da diretoria. “Quem quiser que vá comprar a sua”, comenta um dos trabalhadores. Alimentação? Também não, pois as lanchonetes fecham no fim da tarde e jantar não é oferecido no Instituto. “Todos sabem que aqui trabalham serem humanos”, reclama um outro.Segundo funcionários do IML de Fortaleza, há mais de cinco anos que as condições do prédio são precárias. “Temos que usar a nossa criativadade, fazer gambiarras, para não parar o trabalho”, revelam. Conforme eles, material para fazer exame corpo de delito não há suficiente e chega a faltar.Para os que trabalham no local há mais tempo, essa é considerada a pior fase. “A insatisfação é unânime”, destaca um deles, que não descarta a hipótese de uma paralisação.A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social, que mandou falar com o diretor técnico-científico da SSPDS, Maximiano Chaves. O telefone celular dele estava desligado."
Fonte: Diário do Nordeste
Comentário: As solucões para tantos problemas serão anunciadas para o prôximo mês, como a compra de novas geladeiras, rabecões e a ampliação do prédio. O Diário do Nordeste não citou, mas o novo espaço vai abrigar um setor para identificação dos corpos por meio dos exames de DNA e de toxicologias modernos. Professores da UFC, da Faculdade de Farmácia, já são sabedores disso.
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