No Dia da Amazônia, campanha pede que eleitor vote por floresta em pé Eventos em todo o país acontecem a um mês da eleição Bruno de Freitas Moura ─ Repórter da Agência Brasil Publicado em 05/09/2026 - 09:00 Rio de Janeiro © Fernando Frazão/Agência Brasil Versão em áudio O Dia da Amazônia, comemorado neste sábado (5), marca também a contagem regressiva de 30 dias para as eleições gerais, em 4 de outubro. A coincidência de datas é um dos pontos altos da Virada Cultural Amazônia de Pé, uma campanha de preservação da floresta amazônica, que tem como tema da quinta edição “Cada voto pela Amazônia conta”. O objetivo é incentivar as pessoas a escolher candidatos que estejam comprometidos com a conversação ambiental. Neste fim de semana, diversas atividades, incluindo festivais culturais, gastronômicos, musicais e debates acontecem nas cinco regiões do país. Os eventos são promovidos pelo movimento Amazônia de Pé, formado por mais de 20 mil ativistas e cerca de 300 coletivos e organizaçõ...
POLÍTICA:Censo de moradores de rua será feito a partir de outubro pelo Ministério de Desenvolvimento Social; Fortaleza está incluída
"Não se sabe ao certo quantos moradores de rua existem no Brasil. Os números do Censo Populacional, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), não levam em conta essa parcela da população. O articulador da Pastoral Nacional do Povo de Rua, movimento ligado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Gladston Figueiredo diz que “só a fato dessa população não ser contabilizada pelo censo, isso já é uma discriminação”.A falta de informação faz com que o Governo Federal não tenha dados para desenvolver políticas voltadas para essas pessoas.Por isso, em outubro, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) começa a fazer uma contagem de população de rua. Serão cerca de 2.500 pesquisadores em 23 estados e mais o Distrito Federal. Apenas Belo Horizonte, Recife e São Paulo não vão participar da pesquisa, pois os governos estuais já haviam feito o levantamento desses dados.Figueiredo afirma que fazer uma contagem nacional dessa população é um grande passo para que se possa promover a inclusão social dessas pessoas. “Tem dois focos centrais que precisam ser abordados pelo governo: a questão da habitação e a geração de trabalho e renda. Isso é fundamental. Tem também a questão dos direitos humanos, a educação, a cultura e a saúde. Muitos moradores não tem como ter acesso à saúde”, diz."
Fonte: Agência Brasil
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