Liminar exclui receitas próprias da Defensoria Pública da União do teto de gastos do arcabouço fiscal Na decisão, ministro Alexandre de Moraes afirmou que a autonomia financeira e orçamentária da Defensoria Pública é imprescindível para o cumprimento da missão constitucional da instituição 05/10/2026 17:50 - Atualizado há 8 horas atrás Foto: Divulgação/DPU O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu liminar para excluir do teto de gastos públicos previsto no arcabouço fiscal as despesas da Defensoria Pública da União (DPU) custeadas com receitas próprias. A decisão foi tomada na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 8010 . A decisão também alcança recursos recebidos pela DPU por meio de convênios, contratos e instrumentos semelhantes firmados com órgãos públicos ou entidades privadas, desde que destinados ao custeio de atividades específicas da instituição. A ação foi apresentada pela Associação Nacional das Defensoras ...
POLÍTICA
"A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento do Semi-Árido da Casa realizou nesta quarta-feira (31/10), audiência pública para discutir o fechamento dos escritórios regionais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no Estado do Ceará. O órgão é responsável pela fiscalização ambiental de várias áreas urbanas do Estado. O debate foi solicitado pelo presidente da Comissão, deputado Cirilo Pimenta (PSDB).O decreto que estabelece a desativação dos escritórios é do Governo Federal, que está reestruturando os órgãos ligados ao meio-ambiente. Os escritórios do Ibama também são responsáveis pelo licenciamento de embarcações e cadastramento de pescadores profissionais.Foram convidados para a discussão o superintendente substituto do Ibama, Francisco Moreira Juvêncio e o assessor de gabinete do superintendente, Eason Ferreira do Nascimento. Juvêncio explicou que com a criação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), autarquia criada pela lei federal 11.516/07 para gerir as unidades de conservação federal, haverá uma redução dos escritórios federais do Ibama.Segundo ele, dos 139 escritórios federais, apenas 60 devem permanecer. O superintendente substituto defendeu a permanência dos escritórios do interior do Estado, no Crato, Aracati, Iguatu e Sobral. “Precisamos desses escritórios, pois é nosso patrimônio e temos que cuidar. Para o meio ambiente nada é demais”, defendeu ele.Juvêncio disse que foi criada uma comissão formada por superintendentes do Ibama, Semace e Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente (Copam), para debater o assunto com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e tentar um acordo. Ele informou que os servidores deverão conversar ainda com o governador do Estado, Cid Gomes, com o objetivo de saber se o Estado está preparado para atuar na fiscalização sem a atuação do Ibama. Eason explicou que no Nordeste há 29 escritórios e a proposta é de reduzir para 20. “No Ceará, a intenção é de apenas fechar o escritório do Crato”, disse ele. O deputado Dedé Teixeira (PT) sugeriu que os parlamentares levassem a discussão a Plenário, além de propor que a Comissão do Meio Ambiente da Assembléia acompanhe a comissão de servidores dos órgãos ambientais para a audiência com o governador. A decisão foi acatada pela Comissão."
Fonte: Assembléia Legislativa do Ceará
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