Pescador morre após embarcações virarem no interior paulista Acidente ocorreu no começo da noite de sábado Guilherme Jeronymo - repórter da Agência Brasil Publicado em 08/11/2026 - 16:39 São Paulo Versão em áudio Dois barcos pesqueiros viraram no Rio Dourado, na região de Lins (SP), na noite desse sábado (7). Dos seis pescadores embarcados, um deles não conseguiu nadar e morreu. O corpo foi encontrado pelos bombeiros na manhã deste domingo.O homem tinha cerca de 50 anos. O acidente ocorreu após um barco pequeno, com dois tripulantes, pedir ajuda a outro maior, devido ao mau tempo. Enquanto tentava socorrer o barco menor, houve o choque e as duas embarcações viraram. Não se sabe ainda em qual dos barcos trabalhava o pescador que morreu. A Defesa Civil emitiu ontem 92 alertas no estado. Em Cachoeira Paulista, as rajadas de vento atingiram 126,7 km/h, com danos em aproximadamente 20 residências e interrupções no fornecimento de energia elétrica. Na capital paulista, um homem de apro...
COTIDIANO
"A sessão do Pleno do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) julgou, por maioria, a procedência do pedido de Ação Rescisória (AR 5110-CE) impetrado pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), visando cancelar uma ação judicial, no ano de 2002, que tratava de um benefício rural atribuído à servidora Maria da Paz Lopes Pereira. A ré contava com dois benefícios, o que pela legislação previdenciária é ilegal.Na apreciação do relator, desembargador federal José Maria Lucena, a ação não deveria ter sido acolhida porque o primeiro benefício não infringiu o texto legal da Constituição Federal de 1988 e nenhum outro ato normativo. Já o segundo benefício, ocorrido após o processo judicial do título rural, foi solicitado administrativamente via INSS o que, por sua vez, denota um equívoco da autarquia. Caberia, então, à administração pública adotar um processo administrativo, no qual teria a oportunidade de realizar um julgamento próprio e revogar a concessão do segundo seguro. Essa idéia foi acompanhada pelos desembargadores federais Ridalvo Costa e Margarida Cantarelli. No entanto, os outros magistrados presentes na sessão, Francisco Cavalcanti, Luiz Alberto Gurgel, Manoel Erhardt, Paulo Roberto de Oliveira Lima e Marcelo Navarro, divergiram da tese e acolheram o pedido de Ação Rescisória com base na idéia de que o beneficio rural foi licenciado com expressa violação à letra da lei."
Fonte: TRF5ª
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