Arthur Dias comemora estreia pela Seleção e lembra choro na convocação Defensor de 19 anos é um dos novatos da Amarelinha 1x Assessoria CBF 02/10/2026 - 23h07 Atualizado há cerca de 2 horas O zagueiro Arthur Dias festejou a estreia pela Seleção Brasileira. Na vitória por 4 a 2 sobre a estreia, entrou em campo nos minutos finais da partida. À CBF TV , ele expressou sua emoção pela conquista pessoal. “Foi um sentimento de muita alegria estrear com a camisa da Seleção Brasileira. Era um sonho de menino e nem nos meus melhores sonhos eu imaginava poder estrear. Fiquei muito feliz e muito agradecido”, celebrou, após o último treino da Amarelinha antes do amistoso com a Índia. Aos 19 anos, o defensor é uma das principais revelações do Athletico-PR. Pelo Brasileirão, atuou em 26 jogos e se tornou uma das peças-chave para a ótima campanha do Furacão, terceiro colocado na Série A. Dias após o anúncio de sua convocação, marcou seu primeiro gol como profissional num clássico contra o Coriti...
POLÍCIA
"No dia em que completam dois anos do acidente com o helicóptero ´Águia 04´ do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), que resultou em três tripulantes mortos e dois feridos graves, o Diário do Nordeste divulga, com exclusividade, o laudo final das investigações sobre o desastre aéreo. Um documento escrito em 18 páginas, assinado por dois oficiais do Estado-Maior da Aeronáutica, aponta que a queda da aeronave foi causada por falha humana. O piloto, conforme os especialistas, realizou uma manobra errada no momento do pouso, inclinando o helicóptero a um nível que provocou ´perda de controle de vôo”. O documento não cita nomes.“O perfil (inclinação lateral) empregado extrapolou a capacidade de manobra da aeronave, provocando perda de controle de vôo próximo do solo”, revela o laudo assinado pelo brigadeiro-do-ar Jorge Kersul Filho, chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa); e pelo tenente-brigadeiro-do-ar, José Américo dos Santos, oficial chefe do Estado-Maior da Aeronáutica (Emaer).Investigação - O laudo foi concluído no dia 8 de agosto último - exatos um ano e oito meses depois do acidente - mas foi mantido em sigilo. Ontem, o Diário obteve uma cópia do documento.Durante as investigações, os peritos do Cenipa afastaram a hipótese de falha mecânica. Concluíram que a aeronave - de marca Esquilo, modelo AS-350 B2, fabricada em 2001, com 1.679 horas voadas - não apresentava nenhum defeito. Estava com seu certificado de navegabilidade válido e havia sido submetida a uma recente revisão geral. As cadenetas de vôo estavam atualizadas. ´Conforme análise dos destroços, todos os sistemas da aeronave apresentavam funcionamento normal até o momento da colisão no solo´, atestam os peritos."
Fonte: Diário do Nordeste
Os técnicos também descartaram outros fatores para o acidente, como condições climáticas. “A tripulação estava ciente das condições meteorológicas da região. A visibilidade era maior ou igual a 10 metros e o teto não impossibilitava a operação de tráfego padrão para helicópteros”, diz o laudo.
"No dia em que completam dois anos do acidente com o helicóptero ´Águia 04´ do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), que resultou em três tripulantes mortos e dois feridos graves, o Diário do Nordeste divulga, com exclusividade, o laudo final das investigações sobre o desastre aéreo. Um documento escrito em 18 páginas, assinado por dois oficiais do Estado-Maior da Aeronáutica, aponta que a queda da aeronave foi causada por falha humana. O piloto, conforme os especialistas, realizou uma manobra errada no momento do pouso, inclinando o helicóptero a um nível que provocou ´perda de controle de vôo”. O documento não cita nomes.“O perfil (inclinação lateral) empregado extrapolou a capacidade de manobra da aeronave, provocando perda de controle de vôo próximo do solo”, revela o laudo assinado pelo brigadeiro-do-ar Jorge Kersul Filho, chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa); e pelo tenente-brigadeiro-do-ar, José Américo dos Santos, oficial chefe do Estado-Maior da Aeronáutica (Emaer).Investigação - O laudo foi concluído no dia 8 de agosto último - exatos um ano e oito meses depois do acidente - mas foi mantido em sigilo. Ontem, o Diário obteve uma cópia do documento.Durante as investigações, os peritos do Cenipa afastaram a hipótese de falha mecânica. Concluíram que a aeronave - de marca Esquilo, modelo AS-350 B2, fabricada em 2001, com 1.679 horas voadas - não apresentava nenhum defeito. Estava com seu certificado de navegabilidade válido e havia sido submetida a uma recente revisão geral. As cadenetas de vôo estavam atualizadas. ´Conforme análise dos destroços, todos os sistemas da aeronave apresentavam funcionamento normal até o momento da colisão no solo´, atestam os peritos."
Fonte: Diário do Nordeste
Os técnicos também descartaram outros fatores para o acidente, como condições climáticas. “A tripulação estava ciente das condições meteorológicas da região. A visibilidade era maior ou igual a 10 metros e o teto não impossibilitava a operação de tráfego padrão para helicópteros”, diz o laudo.
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