Cobrir a boca ao tossir e usar máscara são ações que contribuem para reduzir a propagação de vírus respiratórios Com o início da quadra chuvosa no Ceará, período que compreende os meses de fevereiro a maio, a incidência de viroses respiratórias começa a aumentar. Entre os sintomas mais frequentes, estão febre, dor de garganta, coriza, tosse e dor de cabeça. A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) orienta sobre a prevenção e quando buscar atendimento . De acordo com o médico e secretário executivo de Vigilância em Saúde da Sesa, Antônio Silva Lima Neto (Tanta), os vírus que costumam circular com mais frequência nessa época são o da influenza, causador da gripe; o sincicial respiratório (VSR), que causa bronquiolite e pneumonia; e o SARS-CoV-2, causador da covid-19. “Nesse momento, a gente observa um aumento da circulação do vírus de influenza e nos preocupa, sobretudo, os pacientes que a gente chama de grupos de risco, que são, principalmente, as crianç...
COTIDIANO
"A quadra chuvosa do Estado — de fevereiro a maio — acaba hoje, no entanto, vai continuar chovendo no litoral de Fortaleza por todo o mês de junho. A informação é da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). Além da Capital cearense, as precipitações também deverão ocorrer no baixo e médio Jaguaribe e Maciço de Baturité.As precipitações fora do período se devem ao fenômeno chamado Sistema Ondas Leste, que provoca chuvas mais tardiamente principalmente sobre o Leste do Nordeste e dependendo de sua intensidade, atinge o Ceará. “É o que ocorrerá este ano”, explica o meteorologia Paulo Barbieri.Além das chuvas, adianta Barbieri, neblina, na parte da manhã e início da noite, em algumas partes da Capital também continuará a acontecer. “A sensação de calor, de mormaço é normal nessa época e deve-se por causa de pouco vento. Quando eles (ventos) aparecem mais intensamente, essa sensação diminui”, explica.As informações, divulgadas pela Funceme fazem parte do balanço deste ano da quadra chuvosa. Segundo o órgão, Fortaleza registrou 1.289.00 milímetros de chuvas ou 14,4% acima de sua média histórica (média dos últimos 30 anos) que é de 1.126.6 mm.Devido as chuvas terem sido bem distribuídas em toda a cidade de Fortaleza e com veranicos não houve registro de incidentes graves, provocando inundações ou desabrigados."
Fonte:Diário do Nordeste
"A quadra chuvosa do Estado — de fevereiro a maio — acaba hoje, no entanto, vai continuar chovendo no litoral de Fortaleza por todo o mês de junho. A informação é da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). Além da Capital cearense, as precipitações também deverão ocorrer no baixo e médio Jaguaribe e Maciço de Baturité.As precipitações fora do período se devem ao fenômeno chamado Sistema Ondas Leste, que provoca chuvas mais tardiamente principalmente sobre o Leste do Nordeste e dependendo de sua intensidade, atinge o Ceará. “É o que ocorrerá este ano”, explica o meteorologia Paulo Barbieri.Além das chuvas, adianta Barbieri, neblina, na parte da manhã e início da noite, em algumas partes da Capital também continuará a acontecer. “A sensação de calor, de mormaço é normal nessa época e deve-se por causa de pouco vento. Quando eles (ventos) aparecem mais intensamente, essa sensação diminui”, explica.As informações, divulgadas pela Funceme fazem parte do balanço deste ano da quadra chuvosa. Segundo o órgão, Fortaleza registrou 1.289.00 milímetros de chuvas ou 14,4% acima de sua média histórica (média dos últimos 30 anos) que é de 1.126.6 mm.Devido as chuvas terem sido bem distribuídas em toda a cidade de Fortaleza e com veranicos não houve registro de incidentes graves, provocando inundações ou desabrigados."
Fonte:Diário do Nordeste
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