A programação do Festival Juaforró chegou à Zona Rural de Juazeiro do Norte na última sexta-feira, 3, e no sábado, 4, com atividades realizadas nos sítios São Gonçalo e Carás do Umarí. Os eventos reuniram apresentações musicais, quadrilhas juninas e manifestações da cultura popular, além de incentivar a comercialização de alimentos produzidos na região. No Sítio São Gonçalo, apresentaram-se os cantores Alisson Feroz, Ciço Catolé e Nó Cego. A programação também contou com as apresentações da Quadrilha Senhor Callou e Comunidade e da Quadrilha Arte Junina, que celebraram as tradições nordestinas e envolveram jovens da comunidade. Já no Sítio Carás do Umarí, a noite foi animada pelos cantores Cícero Catolé e Antônio Cristian. A apresentação cultural ficou por conta do grupo de xaxado Os Cangaceiros do Cariri, que levou ao público uma das manifestações populares mais tradicionais do Nordeste. As atividades na Zona Rural integram a programação do Festival Juaforró e buscam descentrali...
COTIDIANO
"Quase 20% das sentenças de crimes de trânsito executadas nos cinco primeiros meses deste ano foram arquivadas por não ter o condutor identificado. Isso aconteceu em 38 dos 200 processos concluídos pelas duas varas de trânsito do Fórum Clóvis Beviláqua porque os motoristas que atropelaram e, conseqüentemente, mataram alguém, fugiram, sem prestar socorro à vítima. Os processos que contam com réu, por sua vez, sofrem com a lentidão. Para agravar a situação, a cada dia três novos casos de morte no trânsito dão entrada na Justiça. Hoje, aproximadamente 1.400 processos estão em andamento nas duas varas de trânsito do Fórum Clóvis Beviláqua. Esse é o mesmo número de mortes no trânsito em todo o Ceará a cada ano. Até maio, foram 1.206 vítimas de atropelamentos, 1.081 de colisões e 2.116 de acidentes com motos. Esses foram somente os casos atendidos no Instituto José Frota (IJF). Nenhum dos mortos dirigia um carro. "Nossos motoristas são muito mal-educados, não respeitam a lei", afirma o juiz José Alberto de Almeida, da 1ª Vara de Trânsito. Segundo ele, os motoristas não identificados, geralmente, são os responsáveis pelos acidentes que ocorrem de madrugada. "Eles fogem e, como está escuro e há poucas pessoas na rua, não há como anotar a placa do veículo", explica."
Fonte:Texto reproduzido do Jornal O Povo
"Quase 20% das sentenças de crimes de trânsito executadas nos cinco primeiros meses deste ano foram arquivadas por não ter o condutor identificado. Isso aconteceu em 38 dos 200 processos concluídos pelas duas varas de trânsito do Fórum Clóvis Beviláqua porque os motoristas que atropelaram e, conseqüentemente, mataram alguém, fugiram, sem prestar socorro à vítima. Os processos que contam com réu, por sua vez, sofrem com a lentidão. Para agravar a situação, a cada dia três novos casos de morte no trânsito dão entrada na Justiça. Hoje, aproximadamente 1.400 processos estão em andamento nas duas varas de trânsito do Fórum Clóvis Beviláqua. Esse é o mesmo número de mortes no trânsito em todo o Ceará a cada ano. Até maio, foram 1.206 vítimas de atropelamentos, 1.081 de colisões e 2.116 de acidentes com motos. Esses foram somente os casos atendidos no Instituto José Frota (IJF). Nenhum dos mortos dirigia um carro. "Nossos motoristas são muito mal-educados, não respeitam a lei", afirma o juiz José Alberto de Almeida, da 1ª Vara de Trânsito. Segundo ele, os motoristas não identificados, geralmente, são os responsáveis pelos acidentes que ocorrem de madrugada. "Eles fogem e, como está escuro e há poucas pessoas na rua, não há como anotar a placa do veículo", explica."
Fonte:Texto reproduzido do Jornal O Povo
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.