Preso há 30 anos, Marcinho VP permanece em presídio federal fora do RJ Extinção de penas levou Justiça rediscutir manutenção da prisão Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil Publicado em 21/09/2026 - 08:01 Rio de Janeiro © Reuters/Jose Lucena/Proibida reprodução Versão em áudio Marcinho VP , um dos líderes do Comando Vermelho , permanece recluso em presídio federal fora do Rio. A confirmação unânime da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça ocorreu após serem extintas, em abril, penas que ele cumpria. No entanto, dois mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça estadual permanecem em vigor. Diante desse cenário, o Ministério Público do Rio de Janeiro requereu a manutenção cautelar no sistema federal até a conclusão do procedimento que decidirá definitivamente sobre a medida. O traficante completou, em 2026, 30 anos detido. Atualmente, está no presídio federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Memória Processado e condenado por tráfico de drogas e homicídio...
COTIDIANO
"Representantes da União Protetora dos Animais no Ceará e do Centro de Zoonoses da Prefeitura de Fortaleza foram convidados pela Administração Superior da UFC para reunião nessa sexta-feira, 1º de agosto, às 9h, na Reitoria.Tem-se observado o aumento do número de gatos no Campus do Pici, com evidências de que o local é sendo usado por pessoas que querem se desfazer de ninhadas. A UFC não tem registro de maus-tratos aos animais. Pelo contrário, professores, servidores e pessoas da comunidade externa alimentam e cuidam dos animais, em alguns casos, até com assistência veterinária. Diante, porém, das denúncias de prejuízos e doenças causados pelos felinos, a Universidade se propôs discutir a questão com autoridades sanitárias e defensores dos animais."
Fonte:Texto reproduzido do site UFC
"Representantes da União Protetora dos Animais no Ceará e do Centro de Zoonoses da Prefeitura de Fortaleza foram convidados pela Administração Superior da UFC para reunião nessa sexta-feira, 1º de agosto, às 9h, na Reitoria.Tem-se observado o aumento do número de gatos no Campus do Pici, com evidências de que o local é sendo usado por pessoas que querem se desfazer de ninhadas. A UFC não tem registro de maus-tratos aos animais. Pelo contrário, professores, servidores e pessoas da comunidade externa alimentam e cuidam dos animais, em alguns casos, até com assistência veterinária. Diante, porém, das denúncias de prejuízos e doenças causados pelos felinos, a Universidade se propôs discutir a questão com autoridades sanitárias e defensores dos animais."
Fonte:Texto reproduzido do site UFC
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