Decisão da Justiça cearense reconhece Avosidade Socioafetiva para garantir direitos e consolidar identidade familiar 828 Visualizações 30-07-2026 Ouvir: Decisão da Justiça cearense reconhece Avosidade Socioafetiva para garantir direitos e consolidar identidade familiar Consolidação de identidade familiar, reconhecimento de uma história de amor, cuidado, pertencimento e proteção. Para Gerson Augusto de Oliveira Junior, é isso que significa a Avosidade Socioafetiva, reconhecida pela Justiça cearense após ele ter ingressado com ação solicitando validação judicial para o vínculo estabelecido entre ele e a neta desde que a criança nasceu. A decisão, proferida pela 13ª Vara de Família da Comarca de Fortaleza, abre portas para outras solicitações semelhantes. A ação foi ajuizada por Gerson e pela esposa, Marinina Gruska, para que fosse reconhecida a Avosidade Socioafetiva da filha de Gabriele Gruska, que por sua vez é filha de Marinina. O avô socioafetivo parti...
COTIDIANO
"Representantes da União Protetora dos Animais no Ceará e do Centro de Zoonoses da Prefeitura de Fortaleza foram convidados pela Administração Superior da UFC para reunião nessa sexta-feira, 1º de agosto, às 9h, na Reitoria.Tem-se observado o aumento do número de gatos no Campus do Pici, com evidências de que o local é sendo usado por pessoas que querem se desfazer de ninhadas. A UFC não tem registro de maus-tratos aos animais. Pelo contrário, professores, servidores e pessoas da comunidade externa alimentam e cuidam dos animais, em alguns casos, até com assistência veterinária. Diante, porém, das denúncias de prejuízos e doenças causados pelos felinos, a Universidade se propôs discutir a questão com autoridades sanitárias e defensores dos animais."
Fonte:Texto reproduzido do site UFC
"Representantes da União Protetora dos Animais no Ceará e do Centro de Zoonoses da Prefeitura de Fortaleza foram convidados pela Administração Superior da UFC para reunião nessa sexta-feira, 1º de agosto, às 9h, na Reitoria.Tem-se observado o aumento do número de gatos no Campus do Pici, com evidências de que o local é sendo usado por pessoas que querem se desfazer de ninhadas. A UFC não tem registro de maus-tratos aos animais. Pelo contrário, professores, servidores e pessoas da comunidade externa alimentam e cuidam dos animais, em alguns casos, até com assistência veterinária. Diante, porém, das denúncias de prejuízos e doenças causados pelos felinos, a Universidade se propôs discutir a questão com autoridades sanitárias e defensores dos animais."
Fonte:Texto reproduzido do site UFC
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