O projeto de lei (5811/2025), que amplia a licença-paternidade para 20 dias foi aprovado nesta quarta-feira (4), no Senado, e agora depende da sanção presidencial. O tema é debatido no Congresso Nacional há 19 anos, depois de apresentado pela ex-senadora Patrícia Saboya, em 2007, e relatado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA). O projeto cria ainda o salário-paternidade como benefício previdenciário. O objetivo é equiparar a proteção à paternidade às garantias já existentes para a maternidade. O texto também permite dividir o período da licença. Segundo o texto aprovado, a licença começa a valer de forma gradual. 10 dias nos dois primeiros anos de vigência da lei. 15 dias no terceiro ano 20 dias a partir do quarto ano Entre os argumentos para aprovação do projeto, está a possibilidade de maior participação dos pais nos cuidados com os filhos recém-nascidos ou adotados. Outro direito seria o de garantir estabilidade no emprego durante e após a licen...
COTIDIANO
"Representantes da União Protetora dos Animais no Ceará e do Centro de Zoonoses da Prefeitura de Fortaleza foram convidados pela Administração Superior da UFC para reunião nessa sexta-feira, 1º de agosto, às 9h, na Reitoria.Tem-se observado o aumento do número de gatos no Campus do Pici, com evidências de que o local é sendo usado por pessoas que querem se desfazer de ninhadas. A UFC não tem registro de maus-tratos aos animais. Pelo contrário, professores, servidores e pessoas da comunidade externa alimentam e cuidam dos animais, em alguns casos, até com assistência veterinária. Diante, porém, das denúncias de prejuízos e doenças causados pelos felinos, a Universidade se propôs discutir a questão com autoridades sanitárias e defensores dos animais."
Fonte:Texto reproduzido do site UFC
"Representantes da União Protetora dos Animais no Ceará e do Centro de Zoonoses da Prefeitura de Fortaleza foram convidados pela Administração Superior da UFC para reunião nessa sexta-feira, 1º de agosto, às 9h, na Reitoria.Tem-se observado o aumento do número de gatos no Campus do Pici, com evidências de que o local é sendo usado por pessoas que querem se desfazer de ninhadas. A UFC não tem registro de maus-tratos aos animais. Pelo contrário, professores, servidores e pessoas da comunidade externa alimentam e cuidam dos animais, em alguns casos, até com assistência veterinária. Diante, porém, das denúncias de prejuízos e doenças causados pelos felinos, a Universidade se propôs discutir a questão com autoridades sanitárias e defensores dos animais."
Fonte:Texto reproduzido do site UFC
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.