O Fortaleza saiu derrotado por 1 a 0 diante do Athletic neste sábado (30), pela 11ª rodada da Série B do Brasileiro, em São João del-Rei (MG). O gol decisivo foi marcado por Ian Luccas, que aproveitou falha defensiva para garantir a vitória dos mineiros no Estádio Joaquim Portugal. Com o resultado longe de seus domínios, o Leão do Pici estaciona nos 18 pontos e vê sua posição no G4 sofrer ameaça. Isso porque a diferença para o Athletic caiu para apenas um ponto. https://www.terra.com.br/esportes/fortaleza/fortaleza-cai-para-athletic-e-desperdica-chance-de-colar-no-lider-da-serie-b,9bc71aef3238f68ab862347cc4055608v1s1e6kd.html?utm_source=clipboard Portal Trrra
COTIDIANO
"O início das obras de construção da barragem do Rio Maranguapinho está previsto para janeiro de 2009, segundo o governo do Estado. Construção essa – cujo processo licitatório deve ser lançado ainda no próximo mês de setembro – que vai controlar as enchentes do rio.“Hoje, a gente tem uma média de 30 mil casas que são alagadas todos os anos, quando há a enchente do rio. A barragem vai reduzir esse número para algo em torno de cinco mil. Ou seja, sozinha, essa construção vai evitar que você precise remover, dos lugares onde hoje moram, mais de 25 mil famílias”, disse o secretário adjunto da Secretaria das Cidades, Jurandi Santiago.O ministro da Previdência, José Pimentel, informou que o processo de ritmo de obra fica a critério dos governos estadual e municipais. “Recurso não é problema, o que está faltando é execução de obra”, observou o cearense.Pimentel ressaltou, entretanto, que o governo Lula tomou a decisão de não antecipar dinheiro público. “Ele (governo federal) paga a obra em dia mediante a sua execução”."
Fonte:Texto reproduzido do Portal Verdes Mares,com informações do Diário do Nordeste
"O início das obras de construção da barragem do Rio Maranguapinho está previsto para janeiro de 2009, segundo o governo do Estado. Construção essa – cujo processo licitatório deve ser lançado ainda no próximo mês de setembro – que vai controlar as enchentes do rio.“Hoje, a gente tem uma média de 30 mil casas que são alagadas todos os anos, quando há a enchente do rio. A barragem vai reduzir esse número para algo em torno de cinco mil. Ou seja, sozinha, essa construção vai evitar que você precise remover, dos lugares onde hoje moram, mais de 25 mil famílias”, disse o secretário adjunto da Secretaria das Cidades, Jurandi Santiago.O ministro da Previdência, José Pimentel, informou que o processo de ritmo de obra fica a critério dos governos estadual e municipais. “Recurso não é problema, o que está faltando é execução de obra”, observou o cearense.Pimentel ressaltou, entretanto, que o governo Lula tomou a decisão de não antecipar dinheiro público. “Ele (governo federal) paga a obra em dia mediante a sua execução”."
Fonte:Texto reproduzido do Portal Verdes Mares,com informações do Diário do Nordeste
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