O Fortaleza saiu derrotado por 1 a 0 diante do Athletic neste sábado (30), pela 11ª rodada da Série B do Brasileiro, em São João del-Rei (MG). O gol decisivo foi marcado por Ian Luccas, que aproveitou falha defensiva para garantir a vitória dos mineiros no Estádio Joaquim Portugal. Com o resultado longe de seus domínios, o Leão do Pici estaciona nos 18 pontos e vê sua posição no G4 sofrer ameaça. Isso porque a diferença para o Athletic caiu para apenas um ponto. https://www.terra.com.br/esportes/fortaleza/fortaleza-cai-para-athletic-e-desperdica-chance-de-colar-no-lider-da-serie-b,9bc71aef3238f68ab862347cc4055608v1s1e6kd.html?utm_source=clipboard Portal Trrra
Procuradoria mantém suspensão de acréscimo de 84% nos salários de policiais federais do Ceará e economiza R$ 103 milhões ao Tesouro
POLÍTICA
"A Procuradoria Regional da União da 5ª Região (PRU5) conseguiu no Tribunal Regional Federal (TRF5) manter a suspensão do acréscimo de 84,32% (Índice de Preços ao Consumidor) no salário de um grupo de policiais federais do estado do Ceará, liderados pelo delegado e ex-deputado federal Moroni Bing Torgan.O TRF5 negou pedido à ação movida pelos policiais, porque o reajuste já foi considerado inconstitucional, e manteve a decisão anterior favorável à Procuradoria. Ao todo, a execução custaria aos cofres públicos R$ 103 milhões. A advogada da União Renata Queiroga e Melo Farias destaca a importância da ação para a União: "Isso é uma novela que se arrasta há muito tempo. É muito importante para a União, pois é mais um capítulo de vitória contra o pagamento desses precatórios. Além disso, a ação ordinária se iniciou há 18 anos, em 1990, antes mesmo da existência da AGU, o que ressalta a importância da AGU para a manutenção e proteção do erário"."
Fonte:Texto reproduzido do site da Advocacia- Geral da União
"A Procuradoria Regional da União da 5ª Região (PRU5) conseguiu no Tribunal Regional Federal (TRF5) manter a suspensão do acréscimo de 84,32% (Índice de Preços ao Consumidor) no salário de um grupo de policiais federais do estado do Ceará, liderados pelo delegado e ex-deputado federal Moroni Bing Torgan.O TRF5 negou pedido à ação movida pelos policiais, porque o reajuste já foi considerado inconstitucional, e manteve a decisão anterior favorável à Procuradoria. Ao todo, a execução custaria aos cofres públicos R$ 103 milhões. A advogada da União Renata Queiroga e Melo Farias destaca a importância da ação para a União: "Isso é uma novela que se arrasta há muito tempo. É muito importante para a União, pois é mais um capítulo de vitória contra o pagamento desses precatórios. Além disso, a ação ordinária se iniciou há 18 anos, em 1990, antes mesmo da existência da AGU, o que ressalta a importância da AGU para a manutenção e proteção do erário"."
Fonte:Texto reproduzido do site da Advocacia- Geral da União
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