Cerca de R$ 90 bilhões do governo federal foram utilizados pelo estado do Rio Grande do Sul e municípios gaúchos para reconstrução de escolas, unidades de saúde, ações de defesa civil, compra de imóveis e apoio a empresas prejudicadas pelas enchentes ocorridas em abril e maio de 2024. O volume corresponde a 94% das verbas previstas no Auxílio Reconstrução. “Tem um tantinho [ainda não executado] que a gente quer terminar. Nós queremos bater a meta de 100%”, disse a ministra da Casa Civil Miriam Belchior. Ela está em Porto Alegre nesta quinta-feira (7) participando de reuniões para avaliar a aplicação dos recursos e andamento das obras. De acordo com a ministra, o governo quer “identificar onde tão as dificuldades" para concluir os investimentos, sejam elas em níveis federais, como na Caixa, ou nas próprias prefeituras. Além do Auxílio Reconstrução, que corresponde ao pagamento de R$ 5,1 mil em parcela única a famílias que ficaram desalojadas e desabrigadas nas 478 cidades que for...
COTIDIANO
“Reconhecemos a importância da Amazônia para o País. Porém, o Ministério do Meio Ambiente não é de uma moeda só. O combate à desertificação, a preservação da caatinga, dos recursos hídricos e o Nordeste são prioridade”. A declaração proferida nesta quarta-feira (26) pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, na I Conferência Regional sobre Mudanças Climáticas: Implicações para o Nordeste, veio acompanhada da notícia de que já foi aprovada a emenda que garante R$ 80 milhões para o combate à desertificação.
Para se ter uma idéia, as boas notícias sobre a questão não pararam por aí. Ainda nesse sentido, durante o evento, o ministro do Meio Ambiente empossou os integrantes da “Comissão Nacional de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos das Secas” e anunciou a criação do Departamento Nacional de Combate à Desertificação, que fará parte da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério.
Ainda como complementou o ministro durante esta tarde, já foi enviada ao Congresso Nacional a emenda que cria o Fundo de Mudanças Climáticas, cujos recursos seriam no valor de R$ 300 milhões por ano, cabendo ao Nordeste entre 60% e 70% desse total. E, no próximo dia 1º de dezembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinará o primeiro Plano Brasileiro de Mudanças Climáticas para agir contra o desmatamento, para a produção de energia, entre outros.
As informações pronunciadas por Carlos Minc, mais do que apenas um conjunto de boas medidas, reflete a necessidade urgente de efetivar ações devido aos impactos das mudanças climáticas para o País e para o Nordeste e o Ceará, em especial. Afinal, durante a I Conferência, sediada no Banco do Nordeste do Brasil (BNB), foram lançados os resultados do estudo “Mudanças Climáticas, Migrações e Saúde: Cenários para Nordeste Brasileiro, 2000-2050”.
Promovida por uma equipe de pesquisadores do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); e do Centro de Pesquisas René Rachou - Labes, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), tendo como base o quarto relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), a pesquisa aponta, dentre outros, que o Ceará é o Estado mais vulnerável ao aquecimento global. A redução de terras agricultáveis, conforme o estudo, será no Ceará é de 79,6%, e a temperatura média da região deverá subir quatro graus Celsius até 2070."
Fonte:Texto reproduzido do Diário do Nordeste
“Reconhecemos a importância da Amazônia para o País. Porém, o Ministério do Meio Ambiente não é de uma moeda só. O combate à desertificação, a preservação da caatinga, dos recursos hídricos e o Nordeste são prioridade”. A declaração proferida nesta quarta-feira (26) pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, na I Conferência Regional sobre Mudanças Climáticas: Implicações para o Nordeste, veio acompanhada da notícia de que já foi aprovada a emenda que garante R$ 80 milhões para o combate à desertificação.
Para se ter uma idéia, as boas notícias sobre a questão não pararam por aí. Ainda nesse sentido, durante o evento, o ministro do Meio Ambiente empossou os integrantes da “Comissão Nacional de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos das Secas” e anunciou a criação do Departamento Nacional de Combate à Desertificação, que fará parte da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério.
Ainda como complementou o ministro durante esta tarde, já foi enviada ao Congresso Nacional a emenda que cria o Fundo de Mudanças Climáticas, cujos recursos seriam no valor de R$ 300 milhões por ano, cabendo ao Nordeste entre 60% e 70% desse total. E, no próximo dia 1º de dezembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinará o primeiro Plano Brasileiro de Mudanças Climáticas para agir contra o desmatamento, para a produção de energia, entre outros.
As informações pronunciadas por Carlos Minc, mais do que apenas um conjunto de boas medidas, reflete a necessidade urgente de efetivar ações devido aos impactos das mudanças climáticas para o País e para o Nordeste e o Ceará, em especial. Afinal, durante a I Conferência, sediada no Banco do Nordeste do Brasil (BNB), foram lançados os resultados do estudo “Mudanças Climáticas, Migrações e Saúde: Cenários para Nordeste Brasileiro, 2000-2050”.
Promovida por uma equipe de pesquisadores do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); e do Centro de Pesquisas René Rachou - Labes, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), tendo como base o quarto relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), a pesquisa aponta, dentre outros, que o Ceará é o Estado mais vulnerável ao aquecimento global. A redução de terras agricultáveis, conforme o estudo, será no Ceará é de 79,6%, e a temperatura média da região deverá subir quatro graus Celsius até 2070."
Fonte:Texto reproduzido do Diário do Nordeste
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