Em outra arbitragem desastrosa, Juventude fica no empate diante do Ceará Futebol Equipe alviverde vencia até os 60 minutos do 2º tempo quando o VAR marcou pênalti para o time da casa Em jogo que teve interferência do VAR no último lance da partida, o Juventude ficou no empate em 2 a 2 diante do Ceará, na Arena Castelão, em confronto válido pela 34ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Os gols da equipe Jaconera foram de Raí Silva e Gabriel Pires. Com 61 pontos, a equipe de Maurício Barbieri ocupa a segunda posição da tabela. O jogo Antes do primeiro minuto na Arena Castelão, o Juventude levou perigo, com Fábio Lima tentando o cruzamento, mas a zaga afastou. Aderlan fez jogada pela direita e levantou na segunda trave onde Alisson Safira cabeceou, mas a bola desviou em Éder. O Ceará respondeu na conclusão de Melk da entrada da área, de primeira, que Jandrei fez firme defesa. Gabriel Pires lançou Alisson Safira que concluiu cruzado para grande defesa de Richard. ...
COTIDIANO
“Reconhecemos a importância da Amazônia para o País. Porém, o Ministério do Meio Ambiente não é de uma moeda só. O combate à desertificação, a preservação da caatinga, dos recursos hídricos e o Nordeste são prioridade”. A declaração proferida nesta quarta-feira (26) pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, na I Conferência Regional sobre Mudanças Climáticas: Implicações para o Nordeste, veio acompanhada da notícia de que já foi aprovada a emenda que garante R$ 80 milhões para o combate à desertificação.
Para se ter uma idéia, as boas notícias sobre a questão não pararam por aí. Ainda nesse sentido, durante o evento, o ministro do Meio Ambiente empossou os integrantes da “Comissão Nacional de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos das Secas” e anunciou a criação do Departamento Nacional de Combate à Desertificação, que fará parte da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério.
Ainda como complementou o ministro durante esta tarde, já foi enviada ao Congresso Nacional a emenda que cria o Fundo de Mudanças Climáticas, cujos recursos seriam no valor de R$ 300 milhões por ano, cabendo ao Nordeste entre 60% e 70% desse total. E, no próximo dia 1º de dezembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinará o primeiro Plano Brasileiro de Mudanças Climáticas para agir contra o desmatamento, para a produção de energia, entre outros.
As informações pronunciadas por Carlos Minc, mais do que apenas um conjunto de boas medidas, reflete a necessidade urgente de efetivar ações devido aos impactos das mudanças climáticas para o País e para o Nordeste e o Ceará, em especial. Afinal, durante a I Conferência, sediada no Banco do Nordeste do Brasil (BNB), foram lançados os resultados do estudo “Mudanças Climáticas, Migrações e Saúde: Cenários para Nordeste Brasileiro, 2000-2050”.
Promovida por uma equipe de pesquisadores do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); e do Centro de Pesquisas René Rachou - Labes, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), tendo como base o quarto relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), a pesquisa aponta, dentre outros, que o Ceará é o Estado mais vulnerável ao aquecimento global. A redução de terras agricultáveis, conforme o estudo, será no Ceará é de 79,6%, e a temperatura média da região deverá subir quatro graus Celsius até 2070."
Fonte:Texto reproduzido do Diário do Nordeste
“Reconhecemos a importância da Amazônia para o País. Porém, o Ministério do Meio Ambiente não é de uma moeda só. O combate à desertificação, a preservação da caatinga, dos recursos hídricos e o Nordeste são prioridade”. A declaração proferida nesta quarta-feira (26) pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, na I Conferência Regional sobre Mudanças Climáticas: Implicações para o Nordeste, veio acompanhada da notícia de que já foi aprovada a emenda que garante R$ 80 milhões para o combate à desertificação.
Para se ter uma idéia, as boas notícias sobre a questão não pararam por aí. Ainda nesse sentido, durante o evento, o ministro do Meio Ambiente empossou os integrantes da “Comissão Nacional de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos das Secas” e anunciou a criação do Departamento Nacional de Combate à Desertificação, que fará parte da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério.
Ainda como complementou o ministro durante esta tarde, já foi enviada ao Congresso Nacional a emenda que cria o Fundo de Mudanças Climáticas, cujos recursos seriam no valor de R$ 300 milhões por ano, cabendo ao Nordeste entre 60% e 70% desse total. E, no próximo dia 1º de dezembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinará o primeiro Plano Brasileiro de Mudanças Climáticas para agir contra o desmatamento, para a produção de energia, entre outros.
As informações pronunciadas por Carlos Minc, mais do que apenas um conjunto de boas medidas, reflete a necessidade urgente de efetivar ações devido aos impactos das mudanças climáticas para o País e para o Nordeste e o Ceará, em especial. Afinal, durante a I Conferência, sediada no Banco do Nordeste do Brasil (BNB), foram lançados os resultados do estudo “Mudanças Climáticas, Migrações e Saúde: Cenários para Nordeste Brasileiro, 2000-2050”.
Promovida por uma equipe de pesquisadores do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); e do Centro de Pesquisas René Rachou - Labes, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), tendo como base o quarto relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), a pesquisa aponta, dentre outros, que o Ceará é o Estado mais vulnerável ao aquecimento global. A redução de terras agricultáveis, conforme o estudo, será no Ceará é de 79,6%, e a temperatura média da região deverá subir quatro graus Celsius até 2070."
Fonte:Texto reproduzido do Diário do Nordeste
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