Principal evento de Interação Humano-Computador no Brasil tem início no Campus de Quixadá Com vasta programação, o IHC é um importante fórum de debate crítico de ideias inovadoras e soluções computacionais práticas para problemas cotidianos Quarta, 21 outubro 2026 17:18 Atualização: Quarta, 21 outubro 2026 17:51 Escrito por Secom UFC Enviar para o Whatsapp Enviar para o Facebook Enviar para o Twitter Enviar para o Telegram Enviar para o LinkedIn Pela primeira vez realizado no sertão nordestino , o XXV Simpósio Brasileiro sobre Fatores Humanos em Sistemas Computacionais (IHC 2026) abriu oficialmente suas atividades na noite de terça-feira (20), no Campus de Quixadá da Universidade Federal do Ceará (UFC). Principal fórum científico da área de Interação Humano-Computador no Brasil , o evento, que segue até sexta-feira (23), reúne anualmente, em uma vasta programação, cientistas, docentes, estudantes e profissionais da área. É a primeira vez que o evento é realizado no sertão nordes...
COTIDIANO
"Entre 5 e 9 de janeiro, período de matrícula nas escolas estaduais e municipais de Fortaleza, a Comissão de Defesa do Direito à Educação visitou 62 unidades, entre escolas e creches, da educação infantil ao ensino médio. Todos os anos, a Comissão verifica a situação das escolas. A partir disso, é feito um relatório, onde são documentadas questões de infraestrutura e demanda escolar.
Na avaliação, a Comissão verificou que a maioria das unidades apresentam estrutura física deficiente: iluminação e ventilação não são adequadas e conservação de pisos e banheiros deixa a desejar.
Além da parte física, a Comissão detectou que a maioria das escolas visitadas não realiza um cadastro dos alunos excedentes, o que prejudica a contabilização de quantas crianças estão fora da escola. Com relação às creches, o relatório aponta que a demanda de crianças é bem maior que a oferta de vagas, principalmente com o fechamento das 87 creches municipais que eram conveniadas com o Governo do Estado.
Ainda de acordo com o levantamento, nenhuma das escolas de ensino infantil atende crianças com idade inferior a um ano.
Após o estudo, a Comissão elaborou uma série de recomendações que serão encaminhadas aos órgãos do poder público (Estado e Prefeitura) e ao Ministério Público. Dentre as solicitações, estão a matrícula unificada - o que contribui para o registro da demanda excedente -, a extensão gradual das salas destinadas a alunos portadores de necessidades especiais e fortalecimento do regime de colaboração entre Estado e Município pra garantir a educação infantil."
Fonte:Portal O Povo Online
"Entre 5 e 9 de janeiro, período de matrícula nas escolas estaduais e municipais de Fortaleza, a Comissão de Defesa do Direito à Educação visitou 62 unidades, entre escolas e creches, da educação infantil ao ensino médio. Todos os anos, a Comissão verifica a situação das escolas. A partir disso, é feito um relatório, onde são documentadas questões de infraestrutura e demanda escolar.
Na avaliação, a Comissão verificou que a maioria das unidades apresentam estrutura física deficiente: iluminação e ventilação não são adequadas e conservação de pisos e banheiros deixa a desejar.
Além da parte física, a Comissão detectou que a maioria das escolas visitadas não realiza um cadastro dos alunos excedentes, o que prejudica a contabilização de quantas crianças estão fora da escola. Com relação às creches, o relatório aponta que a demanda de crianças é bem maior que a oferta de vagas, principalmente com o fechamento das 87 creches municipais que eram conveniadas com o Governo do Estado.
Ainda de acordo com o levantamento, nenhuma das escolas de ensino infantil atende crianças com idade inferior a um ano.
Após o estudo, a Comissão elaborou uma série de recomendações que serão encaminhadas aos órgãos do poder público (Estado e Prefeitura) e ao Ministério Público. Dentre as solicitações, estão a matrícula unificada - o que contribui para o registro da demanda excedente -, a extensão gradual das salas destinadas a alunos portadores de necessidades especiais e fortalecimento do regime de colaboração entre Estado e Município pra garantir a educação infantil."
Fonte:Portal O Povo Online
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