Um avião militar colombiano caiu durante a decolagem nessa segunda-feira (23), matando 66 pessoas, enquanto equipes de resgate transportaram dezenas de sobreviventes para hospitais próximos e continuavam as buscas por quatro pessoas que permaneciam desaparecidas, segundo as autoridades. O avião de transporte Hercules C-130, fabricado pela Lockheed Martin, transportava 128 pessoas, incluindo 11 membros da Força Aérea, 115 militares do Exército e dois policiais, de acordo com Hugo Alejandro López, chefe das Forças Armadas do país. O número de mortos é quase o dobro do divulgado anteriormente pelas autoridades, que seguem com as buscas e os trabalhos de resgate no local do desastre. O acidente ocorreu quando o avião decolava de Puerto Leguízamo, na fronteira com o Peru, informou o ministro da Defesa, Pedro Sánchez, no X. Acredita-se que o avião tenha sofrido um impacto próximo ao final da pista durante a decolagem, disse o bombeiro Eduardo San Juan Callejas à Caracol. Uma...
COTIDIANO
"Entre 5 e 9 de janeiro, período de matrícula nas escolas estaduais e municipais de Fortaleza, a Comissão de Defesa do Direito à Educação visitou 62 unidades, entre escolas e creches, da educação infantil ao ensino médio. Todos os anos, a Comissão verifica a situação das escolas. A partir disso, é feito um relatório, onde são documentadas questões de infraestrutura e demanda escolar.
Na avaliação, a Comissão verificou que a maioria das unidades apresentam estrutura física deficiente: iluminação e ventilação não são adequadas e conservação de pisos e banheiros deixa a desejar.
Além da parte física, a Comissão detectou que a maioria das escolas visitadas não realiza um cadastro dos alunos excedentes, o que prejudica a contabilização de quantas crianças estão fora da escola. Com relação às creches, o relatório aponta que a demanda de crianças é bem maior que a oferta de vagas, principalmente com o fechamento das 87 creches municipais que eram conveniadas com o Governo do Estado.
Ainda de acordo com o levantamento, nenhuma das escolas de ensino infantil atende crianças com idade inferior a um ano.
Após o estudo, a Comissão elaborou uma série de recomendações que serão encaminhadas aos órgãos do poder público (Estado e Prefeitura) e ao Ministério Público. Dentre as solicitações, estão a matrícula unificada - o que contribui para o registro da demanda excedente -, a extensão gradual das salas destinadas a alunos portadores de necessidades especiais e fortalecimento do regime de colaboração entre Estado e Município pra garantir a educação infantil."
Fonte:Portal O Povo Online
"Entre 5 e 9 de janeiro, período de matrícula nas escolas estaduais e municipais de Fortaleza, a Comissão de Defesa do Direito à Educação visitou 62 unidades, entre escolas e creches, da educação infantil ao ensino médio. Todos os anos, a Comissão verifica a situação das escolas. A partir disso, é feito um relatório, onde são documentadas questões de infraestrutura e demanda escolar.
Na avaliação, a Comissão verificou que a maioria das unidades apresentam estrutura física deficiente: iluminação e ventilação não são adequadas e conservação de pisos e banheiros deixa a desejar.
Além da parte física, a Comissão detectou que a maioria das escolas visitadas não realiza um cadastro dos alunos excedentes, o que prejudica a contabilização de quantas crianças estão fora da escola. Com relação às creches, o relatório aponta que a demanda de crianças é bem maior que a oferta de vagas, principalmente com o fechamento das 87 creches municipais que eram conveniadas com o Governo do Estado.
Ainda de acordo com o levantamento, nenhuma das escolas de ensino infantil atende crianças com idade inferior a um ano.
Após o estudo, a Comissão elaborou uma série de recomendações que serão encaminhadas aos órgãos do poder público (Estado e Prefeitura) e ao Ministério Público. Dentre as solicitações, estão a matrícula unificada - o que contribui para o registro da demanda excedente -, a extensão gradual das salas destinadas a alunos portadores de necessidades especiais e fortalecimento do regime de colaboração entre Estado e Município pra garantir a educação infantil."
Fonte:Portal O Povo Online
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