Universalização da Assistência Técnica Rural Ph.D. Nizomar Falcão Engenheiro Agrônomo - Ematerce Ao longo de mais de um século de políticas públicas agrárias, o Brasil e o mundo Subdesenvolvido conviveram com uma promessa recorrente e invariavelmente frustrada: a universalização da Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER). Historicamente, o aparato do Estado, por mais bem-intencionado que fosse seu corpo técnico, revelou-se pesado, burocrático e fisicamente incapaz de capilarizar o conhecimento até o último agricultor na ponta do roçado. O resultado dessa limitação estatal foi a marginalização tecnológica de milhões de famílias. Enquanto o agronegócio de larga escala importava inovação, o pequeno produtor - especialmente nas terras secas e no Semiárido - era deixado à própria sorte, refém do improviso, do assistencialismo reativo e da escassez de informações para lidar com pragas, secas e solos degradados. O Estado falhou em estar presente onde a terra mais precisava dele. Hoj...
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"Aconteceu na tarde desta segunda-feira (27) uma audiência de conciliação entre o Movimento de Lutas nos Bairros, Vilas e Favelas e a Habitafor. O motivo da audiência é a ocupação irregular de um prédio da Habitafor no Centro de Fortaleza por 200 famílias de áreas de risco da Capital, que esperam a construção de um conjunto habitacional, no bairro Curió.
Ficou definido que eles devem desocupar o local até o dia 31 de maio, e que a Prefeitura de Fortaleza deve entregar novas casas até outubro. Durante o período, as famílias vão receber mensalmente 600 cestas básicas. Além disso, vão participar da da construção do conjunto habitacional, sendo remuneradas pela função."
Fonte:TV Diário
"Aconteceu na tarde desta segunda-feira (27) uma audiência de conciliação entre o Movimento de Lutas nos Bairros, Vilas e Favelas e a Habitafor. O motivo da audiência é a ocupação irregular de um prédio da Habitafor no Centro de Fortaleza por 200 famílias de áreas de risco da Capital, que esperam a construção de um conjunto habitacional, no bairro Curió.
Ficou definido que eles devem desocupar o local até o dia 31 de maio, e que a Prefeitura de Fortaleza deve entregar novas casas até outubro. Durante o período, as famílias vão receber mensalmente 600 cestas básicas. Além disso, vão participar da da construção do conjunto habitacional, sendo remuneradas pela função."
Fonte:TV Diário
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