Dólar sobe 8,21%, e bolsa cai 13,88% após reeleição de Lula Ibovespa interrompe negociações com circuit breaker Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil* Publicado em 26/10/2026 - 19:07 Brasília © REUTERS/Yuriko Nakao/Proibida reprodução Versão em áudio O mercado financeiro brasileiro teve um dia de forte turbulência nesta segunda-feira (26), após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições presidenciais. O dólar fechou em alta de 8,21%, a R$ 5,403. O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, recuou 13,88% e atingiu os 176.608,23 pontos. Durante a manhã, a bolsa acionou o mecanismo de circuit breaker , que interrompe temporariamente as negociações diante de quedas acentuadas. Principais números do dia: Dólar: R$ 5,403 (+8,21%); Máxima do dólar: R$ 5,6049 durante a manhã; Ibovespa: 176.608,23 pontos (-13,88%); Mínima do Ibovespa: 169.516,43 pontos, recuo superior a 17%. Dólar em outubro: alta acumulada de 4,40%. Ibovespa...
"Feirantes da Avenida Beira Mar fizeram protesto contra a decisão da Prefeitura de Fortaleza de encerrar as atividades do comércio ambulante no local. O prazo limite para a saída das barracas se encerra neste domingo (30).
Desde 2006, 15 artesãos e 145 feirantes que comercializam principalmente produtos de confecção, trabalham em frente ao Clube do Náutico. No último mês de julho, eles foram informados por representantes da Secretaria Executiva Regional (SER) II, que teriam que sair dali.
Sem ter para onde ir, a feirante Lúcia Brito iniciou uma greve de fome e acorrentou-se dentro de um caixão, em protesto contra a situação, desde a noite de sábado (29). Os trabalhadores colocaram uma faixa de seis metros no calçadão pedindo que o prazo estipulado pela Prefeitura de Fortaleza se estenda para cinco meses – tempo suficiente para regularizarem a situação ou conseguirem outro local para trabalhar. Mas até agora não tiveram sucesso.
Segundo o presidente da Associação dos Feirantes da Grande Fortaleza, Anderson Belo, os ambulantes não aceitam a proposta de serem transferidos para um feirão próximo à Praça da Sé, uma vez que a mudança acarretaria em custos com aluguel de boxes. Os feirantes pedem para que o prazo termine somente em janeiro, depois da alta estação de turismo. Para Anderson, se a Prefeitura pôde esperar passar o ano eleitoral, poderia estender um pouco mais o prazo agora.
Organização
Para a SER II, a medida pretende organizar o comércio na avenida, um dos principais pontos turísticos da cidade, liberando o calçadão para passeios e caminhadas. Além disso, segundo a Prefeitura, a medida visa resguardar o trabalho dos permissionários oficiais, devidamente identificados."
Fonte:Portal Jangadeiro Online
Desde 2006, 15 artesãos e 145 feirantes que comercializam principalmente produtos de confecção, trabalham em frente ao Clube do Náutico. No último mês de julho, eles foram informados por representantes da Secretaria Executiva Regional (SER) II, que teriam que sair dali.
Sem ter para onde ir, a feirante Lúcia Brito iniciou uma greve de fome e acorrentou-se dentro de um caixão, em protesto contra a situação, desde a noite de sábado (29). Os trabalhadores colocaram uma faixa de seis metros no calçadão pedindo que o prazo estipulado pela Prefeitura de Fortaleza se estenda para cinco meses – tempo suficiente para regularizarem a situação ou conseguirem outro local para trabalhar. Mas até agora não tiveram sucesso.
Segundo o presidente da Associação dos Feirantes da Grande Fortaleza, Anderson Belo, os ambulantes não aceitam a proposta de serem transferidos para um feirão próximo à Praça da Sé, uma vez que a mudança acarretaria em custos com aluguel de boxes. Os feirantes pedem para que o prazo termine somente em janeiro, depois da alta estação de turismo. Para Anderson, se a Prefeitura pôde esperar passar o ano eleitoral, poderia estender um pouco mais o prazo agora.
Organização
Para a SER II, a medida pretende organizar o comércio na avenida, um dos principais pontos turísticos da cidade, liberando o calçadão para passeios e caminhadas. Além disso, segundo a Prefeitura, a medida visa resguardar o trabalho dos permissionários oficiais, devidamente identificados."
Fonte:Portal Jangadeiro Online
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