Camp. Brasileiro: Fora de casa, Ceará luta até o último instante, mas perde por 2 x 1, de virada, para o Athletic Saulo Mineiro marcou o único gol alvinegro na partida Foto: Foto: Gabriel Silva/Ceará SC Jogando na Arena Sicredi, em São João del Rei, o Ceará foi superado pelo Athletic/MG, em jogo do Campeonato Brasileiro Série B realizado na noite desta segunda-feira, 2. Saulo Mineiro abriu o placar para o Ceará ainda no primeiro tempo, mas os donos da casa buscaram a virada e levaram a melhor pelo placar de 2 x 1. No início do primeiro tempo, as melhores chances foram dos donos da casa. De todo modo, aos 21 minutos, depois de receber passe de Melk, Saulo Mineiro passou pela marcação e bateu na saída de Luan Polli, abrindo o placar para o Vozão. Na jogada seguinte, Enzo Lodovico partiu em velocidade pelo lado, mas perdeu a passada e teve passe interceptado. O gol de igualdade dos mandantes saiu aos 35 minutos, em rebote de bola aérea aproveitado por Assis, levand...
"Prevenção em risco. No Ceará, pelo menos três instituições de referência no tratamento ao câncer de mama estão sem o principal aparelho de diagnóstico: o mamógrafo. Os atrasos dos processo de licitação são os principais motivos. Enquanto isso, as mulheres têm que esperar meses, e até anos, para dispor de um importante instrumento do tratamento da doença.
Alta incidência e alta mortalidade. O câncer de mama é o que mais mata as mulheres brasileiras. Em 2008, foram registrados no país 49 mil novos casos, com cerca de 10 mil óbitos. No Ceará, foram 1540, com 240 mortes. O alarmante é que esses números poderiam ser 90% menores, se houvesse prevenção. O diagnóstico precoce ainda é a melhor forma de evitar que a doença chegue a estágios extremos, mas a prevenção passa pela realização periódica da mamografia.
No entanto, dos 26 mamógrafos que o estado possui, muitos estão quebrados, não funcionam de forma adequada ou são obsoletos. No Instituto de Prevenção do Câncer, unidade do Estado referência no tratamento e combate à doença, o aparelho parou de funcionar há cerca de 2 semanas. E esta não foi a primeira vez.
Sem o aparelho, pelo menos 50 mulheres deixam de realizar o exame por dia. Com as difilculdades, muitas desistem. A diretora do IPC, Tânia Veras, explica que um novo equipamento já foi comprado, mas só deve chegar em 40 dias.
Ainda mais séria do que a situação do IPC é a do Hospital Gonzaguinha de Messejana. O mamógrafo quebrou há mais de 3 anos. Já foram feitas duas licitações para a compra de um novo aparelho, mas não apareceram empresas para concorrer. Enquanto isso, o diretor do hospital, Eusébio Rocha, afirma que as pacientes estão sendo encaminhadas a outro hospital do município: o Gonzaguinha do José Walter, o que traz muitos inconvenientes.
O Hospital Geral de Fortaleza (HGF) é outra instituição que está com problemas com o mamógrafo. O aparelho não está quebrado, mas o tubo de imagem está com problemas, o que prejudica a qualidade das radiografias.
De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, a unidade precisou realizar três licitações para que aparecesse empresas interessadas. Falta agora a assinatura do contrato. a assessoria informou ainda que mesmo com o problema no mamógrafo nenhum paciente é prejudicado por conta de um convênio feito entre o Governo do Estado e o Centro Regional Integrado de Oncologia, o Instituto de Prevenção do Câncer e o Grupo de Educação e Estudos Oncológicos, onde os exames são realizados."
Fonte:TV Diário
Alta incidência e alta mortalidade. O câncer de mama é o que mais mata as mulheres brasileiras. Em 2008, foram registrados no país 49 mil novos casos, com cerca de 10 mil óbitos. No Ceará, foram 1540, com 240 mortes. O alarmante é que esses números poderiam ser 90% menores, se houvesse prevenção. O diagnóstico precoce ainda é a melhor forma de evitar que a doença chegue a estágios extremos, mas a prevenção passa pela realização periódica da mamografia.
No entanto, dos 26 mamógrafos que o estado possui, muitos estão quebrados, não funcionam de forma adequada ou são obsoletos. No Instituto de Prevenção do Câncer, unidade do Estado referência no tratamento e combate à doença, o aparelho parou de funcionar há cerca de 2 semanas. E esta não foi a primeira vez.
Sem o aparelho, pelo menos 50 mulheres deixam de realizar o exame por dia. Com as difilculdades, muitas desistem. A diretora do IPC, Tânia Veras, explica que um novo equipamento já foi comprado, mas só deve chegar em 40 dias.
Ainda mais séria do que a situação do IPC é a do Hospital Gonzaguinha de Messejana. O mamógrafo quebrou há mais de 3 anos. Já foram feitas duas licitações para a compra de um novo aparelho, mas não apareceram empresas para concorrer. Enquanto isso, o diretor do hospital, Eusébio Rocha, afirma que as pacientes estão sendo encaminhadas a outro hospital do município: o Gonzaguinha do José Walter, o que traz muitos inconvenientes.
O Hospital Geral de Fortaleza (HGF) é outra instituição que está com problemas com o mamógrafo. O aparelho não está quebrado, mas o tubo de imagem está com problemas, o que prejudica a qualidade das radiografias.
De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, a unidade precisou realizar três licitações para que aparecesse empresas interessadas. Falta agora a assinatura do contrato. a assessoria informou ainda que mesmo com o problema no mamógrafo nenhum paciente é prejudicado por conta de um convênio feito entre o Governo do Estado e o Centro Regional Integrado de Oncologia, o Instituto de Prevenção do Câncer e o Grupo de Educação e Estudos Oncológicos, onde os exames são realizados."
Fonte:TV Diário
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.