Desemprego em 5,2% no 3° trimestre é o menor para o período desde 2012 Dados foram divulgados nesta sexta-feira (30) pelo IBGE Agência Brasil Publicado em 30/10/2026 - 09:50 Rio de Janeiro © REUTERS/Washington Alves/Proibida reprodução Versão em áudio A taxa de desocupação para o terceiro trimestre caiu para 5,2%, a menor já registrada para esse período desde 2012. O desemprego era de 5,4% no segundo trimestre deste ano e de 5,6% no terceiro trimestre de 2025. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (30), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) . A população desocupada (5,6 milhões) diminuiu 4% (menos 234 mil pessoas) na comparação com o trimestre de abril a junho (5,9 milhões). Em comparação com igual trimestre do ano anterior (6 milhões), houve queda de 6,9% (menos 417 mil pessoas). População ocupada A população ocupada, que totaliza 103,6 milhões de pessoa, foi a maior da série hi...
"Prevenção em risco. No Ceará, pelo menos três instituições de referência no tratamento ao câncer de mama estão sem o principal aparelho de diagnóstico: o mamógrafo. Os atrasos dos processo de licitação são os principais motivos. Enquanto isso, as mulheres têm que esperar meses, e até anos, para dispor de um importante instrumento do tratamento da doença.
Alta incidência e alta mortalidade. O câncer de mama é o que mais mata as mulheres brasileiras. Em 2008, foram registrados no país 49 mil novos casos, com cerca de 10 mil óbitos. No Ceará, foram 1540, com 240 mortes. O alarmante é que esses números poderiam ser 90% menores, se houvesse prevenção. O diagnóstico precoce ainda é a melhor forma de evitar que a doença chegue a estágios extremos, mas a prevenção passa pela realização periódica da mamografia.
No entanto, dos 26 mamógrafos que o estado possui, muitos estão quebrados, não funcionam de forma adequada ou são obsoletos. No Instituto de Prevenção do Câncer, unidade do Estado referência no tratamento e combate à doença, o aparelho parou de funcionar há cerca de 2 semanas. E esta não foi a primeira vez.
Sem o aparelho, pelo menos 50 mulheres deixam de realizar o exame por dia. Com as difilculdades, muitas desistem. A diretora do IPC, Tânia Veras, explica que um novo equipamento já foi comprado, mas só deve chegar em 40 dias.
Ainda mais séria do que a situação do IPC é a do Hospital Gonzaguinha de Messejana. O mamógrafo quebrou há mais de 3 anos. Já foram feitas duas licitações para a compra de um novo aparelho, mas não apareceram empresas para concorrer. Enquanto isso, o diretor do hospital, Eusébio Rocha, afirma que as pacientes estão sendo encaminhadas a outro hospital do município: o Gonzaguinha do José Walter, o que traz muitos inconvenientes.
O Hospital Geral de Fortaleza (HGF) é outra instituição que está com problemas com o mamógrafo. O aparelho não está quebrado, mas o tubo de imagem está com problemas, o que prejudica a qualidade das radiografias.
De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, a unidade precisou realizar três licitações para que aparecesse empresas interessadas. Falta agora a assinatura do contrato. a assessoria informou ainda que mesmo com o problema no mamógrafo nenhum paciente é prejudicado por conta de um convênio feito entre o Governo do Estado e o Centro Regional Integrado de Oncologia, o Instituto de Prevenção do Câncer e o Grupo de Educação e Estudos Oncológicos, onde os exames são realizados."
Fonte:TV Diário
Alta incidência e alta mortalidade. O câncer de mama é o que mais mata as mulheres brasileiras. Em 2008, foram registrados no país 49 mil novos casos, com cerca de 10 mil óbitos. No Ceará, foram 1540, com 240 mortes. O alarmante é que esses números poderiam ser 90% menores, se houvesse prevenção. O diagnóstico precoce ainda é a melhor forma de evitar que a doença chegue a estágios extremos, mas a prevenção passa pela realização periódica da mamografia.
No entanto, dos 26 mamógrafos que o estado possui, muitos estão quebrados, não funcionam de forma adequada ou são obsoletos. No Instituto de Prevenção do Câncer, unidade do Estado referência no tratamento e combate à doença, o aparelho parou de funcionar há cerca de 2 semanas. E esta não foi a primeira vez.
Sem o aparelho, pelo menos 50 mulheres deixam de realizar o exame por dia. Com as difilculdades, muitas desistem. A diretora do IPC, Tânia Veras, explica que um novo equipamento já foi comprado, mas só deve chegar em 40 dias.
Ainda mais séria do que a situação do IPC é a do Hospital Gonzaguinha de Messejana. O mamógrafo quebrou há mais de 3 anos. Já foram feitas duas licitações para a compra de um novo aparelho, mas não apareceram empresas para concorrer. Enquanto isso, o diretor do hospital, Eusébio Rocha, afirma que as pacientes estão sendo encaminhadas a outro hospital do município: o Gonzaguinha do José Walter, o que traz muitos inconvenientes.
O Hospital Geral de Fortaleza (HGF) é outra instituição que está com problemas com o mamógrafo. O aparelho não está quebrado, mas o tubo de imagem está com problemas, o que prejudica a qualidade das radiografias.
De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, a unidade precisou realizar três licitações para que aparecesse empresas interessadas. Falta agora a assinatura do contrato. a assessoria informou ainda que mesmo com o problema no mamógrafo nenhum paciente é prejudicado por conta de um convênio feito entre o Governo do Estado e o Centro Regional Integrado de Oncologia, o Instituto de Prevenção do Câncer e o Grupo de Educação e Estudos Oncológicos, onde os exames são realizados."
Fonte:TV Diário
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