*Ceará é o estado com a menor taxa de feminicídios do Brasil* _De acordo com os dados disponibilizados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) do Governo Federal, o Ceará ocupa a última posição no ranking nacional da taxa de feminicídios_ Nos sete primeiros meses de 2026, o Ceará figura como o estado com a menor taxa de feminicídios por 100 mil habitantes entre os estados brasileiros. Com a atualização dos índices, o estado, que ocupava a penúltima posição no ranking nacional de 2025, passou a ocupar a 27ª posição, com uma taxa de 0,26 feminicídio por 100 mil habitantes, frente aos 0,51 registrados no ano passado. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). > Dados da SSPDS Em agosto de 2026, o Ceará registrou uma redução de 40% nos casos de feminicídio, em comparação com o oitavo mês do ano passado. Ao todo, foram três óbitos em agosto deste ano, contra cinco registros no mesmo recorte temporal, em 2025. Já no acumulado dos oi...
"Assumiu ontem a editoria-chefe de O Estado o jornalista Carlos Alberto Alencar para ocupar o lugar da jornalista Elizabeth Rebouças, que deixou o periódico na semana passada. Alencar conversou com a presidente Wanda Palhano e com o superintendente do jornal, Ricardo Palhano, e foi contratado no começo da tarde.
Empolgado e muito sorridente, Alencar chegou à redação do jornal e cumprimentou os colegas de trabalho. Depois de ter passado pelo periódico há 36 anos, ainda como estagiário, Alencar acredita estar cumprindo um ciclo. “Eu não acredito muito em destino e nem sei se isso existe, mas eu comecei no Estado e já estou nessa brincadeira há 36 anos. O que eu espero é que a mesma oportunidade que eu tive de aprender, eu consiga agora retribuir de alguma forma”, ressaltou.
Com a grande quantidade de informação que chega às redações, o jornalista precisa ter, segundo o editor-chefe, uma agilidade para definir o que é de interesse de seu público-alvo. Outra característica do profissional competente na área é o poder de síntese. “Você tem que ser muito objetivo. As pessoas não se dispõem a ler um longo texto. Na síntese bem feita, você consegue abordar todos os assuntos”, ensinou. Além disso, o jornalista precisa “ler, ler e ler de novo. Quando tiver lido, aprende a escrever”.
EXPERIÊNCIAS
Ao longo de seus 36 anos de profissão, Carlos Alberto passou por vários veículos de comunicação. Depois de deixar o Jornal O Estado em 1975, o profissional foi atuar no Jornal O Povo como estagiário. Depois de graduado, foi para Brasília onde passou pelos periódicos “O Estado de São Paulo”, “Correio Brasiliense” e “Última Hora”. De volta ao Ceará em 1985, foi chefe de redação da TV Verdes Mares, trabalhando ao lado de jornalistas como Marcos Nunes e Edmundo Maia. No Diário do Nordeste, foi editor de nacional e internacional e reencontrou o colega de Universidade, Francisco Bilas. Na TV Manchete atuou junto a Guto Benevides e Egídio Serpa e passou ainda pela TV Educativa. Na Rádio Dragão do Mar e na Rádio Globo Fortaleza trabalhou com o jornalista Chico Rocha em programas de variedades. No ramo de assessoria de imprensa, Alencar passou pelo Ibama, CEF (Caixa Econômica Federal) e foi assessor do Governo do Estado no primeiro mandato de Tasso Jereissati."
Fonte:Jornal O Estado
Empolgado e muito sorridente, Alencar chegou à redação do jornal e cumprimentou os colegas de trabalho. Depois de ter passado pelo periódico há 36 anos, ainda como estagiário, Alencar acredita estar cumprindo um ciclo. “Eu não acredito muito em destino e nem sei se isso existe, mas eu comecei no Estado e já estou nessa brincadeira há 36 anos. O que eu espero é que a mesma oportunidade que eu tive de aprender, eu consiga agora retribuir de alguma forma”, ressaltou.
Com a grande quantidade de informação que chega às redações, o jornalista precisa ter, segundo o editor-chefe, uma agilidade para definir o que é de interesse de seu público-alvo. Outra característica do profissional competente na área é o poder de síntese. “Você tem que ser muito objetivo. As pessoas não se dispõem a ler um longo texto. Na síntese bem feita, você consegue abordar todos os assuntos”, ensinou. Além disso, o jornalista precisa “ler, ler e ler de novo. Quando tiver lido, aprende a escrever”.
EXPERIÊNCIAS
Ao longo de seus 36 anos de profissão, Carlos Alberto passou por vários veículos de comunicação. Depois de deixar o Jornal O Estado em 1975, o profissional foi atuar no Jornal O Povo como estagiário. Depois de graduado, foi para Brasília onde passou pelos periódicos “O Estado de São Paulo”, “Correio Brasiliense” e “Última Hora”. De volta ao Ceará em 1985, foi chefe de redação da TV Verdes Mares, trabalhando ao lado de jornalistas como Marcos Nunes e Edmundo Maia. No Diário do Nordeste, foi editor de nacional e internacional e reencontrou o colega de Universidade, Francisco Bilas. Na TV Manchete atuou junto a Guto Benevides e Egídio Serpa e passou ainda pela TV Educativa. Na Rádio Dragão do Mar e na Rádio Globo Fortaleza trabalhou com o jornalista Chico Rocha em programas de variedades. No ramo de assessoria de imprensa, Alencar passou pelo Ibama, CEF (Caixa Econômica Federal) e foi assessor do Governo do Estado no primeiro mandato de Tasso Jereissati."
Fonte:Jornal O Estado
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