Pesquisadores descrevem nova espécie de rã-de-vidro no Cerrado Espécie foi descrita e nomeada de Vitreorana micaelae Fabíola Sinimbú - Repórter da Agência Brasil Publicado em 23/09/2026 - 17:02 Brasília © Afonso Meneses/Divulgação Versão em áudio Uma nova espécie de rã-de-vidro foi descrita e nomeada de Vitreorana micaelae após ser localizada em Luziânia, no estado de Goiás. A descoberta científica é resultado de esforço integrado de pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), da Universidade Federal de Goiás (UFG) e da Universidade de Brasília (UnB). A pequena rã esverdeada e quase transparente chamou a atenção do grupo de pesquisadores liderados pelo biólogo Wilian Vaz-Silva nas matas de galeria que margeiam os pequenos riachos afluentes Rio Corumbá, no bioma Cerrado. Mesmo parecendo com outras espécies existentes, eles decidiram investigar. “Depois que esses animais foram encontrados, e o canto gravado, a gente partiu para avaliação, a comparação com...
"Em julgamento realizado nessa quinta-feira (25/02), o Conselho de Sentença do 3º Tribunal do Júri da Comarca de Fortaleza condenou o réu Francisco Gilson Oliveira de Sousa a cumprir pena de 13 anos e seis meses de reclusão. Ele foi acusado da morte de Felipe Silva Campelo, no dia 10 de junho de 2008.
Segundo o Ministério Público, os dois faziam parte de gangues rivais no bairro Jardim das Oliveiras. Gilson, no dia do ocorrido, invadiu a casa da vítima e atirou cinco vezes contra ele, que chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
Os jurados, depois dos debates em plenário, entre defesa e acusação, resolveram condenar o réu por homicídio duplamente qualificado por motivo fútil e utilização de recurso que impossibilitou a defesa da vítima. A denúncia, feita pelo promotor de Justiça Humberto Ibiapina, foi acatada na sua totalidade pelo Júri Popular.
A tese da defesa, patrocinada pelo advogado Djalma Alvarez Brochado Neto, era de que o réu teria cometido homicídio simples, mas foi rejeitada pelos julgadores.
Na aplicação da sentença, o juiz titular da 3ª Vara do Júri da Comarca de Fortaleza, José de Castro Andrade, determinou a pena base de 14 anos de reclusão, porém reduziu em seis meses pelo fato de o acusado ser menor de 21 anos na época do crime. Francisco Gilson estava detido na casa de Privação Provisória de Liberdade (CPPL I), em Itaitinga, aguardando o julgamento."
Fonte:TJ-CE
Segundo o Ministério Público, os dois faziam parte de gangues rivais no bairro Jardim das Oliveiras. Gilson, no dia do ocorrido, invadiu a casa da vítima e atirou cinco vezes contra ele, que chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
Os jurados, depois dos debates em plenário, entre defesa e acusação, resolveram condenar o réu por homicídio duplamente qualificado por motivo fútil e utilização de recurso que impossibilitou a defesa da vítima. A denúncia, feita pelo promotor de Justiça Humberto Ibiapina, foi acatada na sua totalidade pelo Júri Popular.
A tese da defesa, patrocinada pelo advogado Djalma Alvarez Brochado Neto, era de que o réu teria cometido homicídio simples, mas foi rejeitada pelos julgadores.
Na aplicação da sentença, o juiz titular da 3ª Vara do Júri da Comarca de Fortaleza, José de Castro Andrade, determinou a pena base de 14 anos de reclusão, porém reduziu em seis meses pelo fato de o acusado ser menor de 21 anos na época do crime. Francisco Gilson estava detido na casa de Privação Provisória de Liberdade (CPPL I), em Itaitinga, aguardando o julgamento."
Fonte:TJ-CE
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