1º de Maio em Fortaleza mobiliza trabalhadores por fim da escala 6x1 Ato unificado será realizado nesta sexta-feira (1º), às 15h, no Espigão da Rui Barbosa, com pautas que incluem direitos trabalhistas, combate ao feminicídio e à violência contra as mulheres e transporte público Compartilhe Publicado: 29 Abril, 2026 - 10h11 Escrito por: Redação CUT | Editado por: Tarcísio Aquino Fortaleza recebe, nesta sexta-feira (1º), o ato unificado do Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, organizado pelas centrais sindicais e movimentos sociais. A concentração está marcada para as 15h, no Espigão da Rui Barbosa, na Praia de Iracema. A mobilização integra a agenda nacional do 1º de Maio, que ocorre em diversas cidades do país com foco na ampliação de direitos e na valorização do trabalho. Entre as principais reivindicações estão o fim da escala 6x1, a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, o combate à precarização e à pejotização, além da defesa do ...
"Não faltam relatos de moradores e turistas que passaram por momentos de terror neste final de semana depois do terremoto de 8,8 graus na Escala Richter que atingiu o Chile, na madrugada do sábado (27). E uma dessas histórias parte de uma cearense, a estudante de Jornalismo Allana Kerly Lima Alves. Nascida em Sobral e matriculada em uma faculdade particular de Fortaleza, a universitária de 22 anos ganhou uma bolsa de estudos para cursar a Universidad Diego Portales. Mas o que ela nunca imaginou é que durante a viagem, que deve durar pouco mais de um semestre, viveria uma situação tão peculiar.
Allana está morando em um apartamento no Centro da capital Santiago, próximo ao Cerro de Santa Lucia, ponto turístico muito conhecido da cidade. “Eram quase 4h da manhã quando o tremor começou e eu estava dormindo. Como não sou acostumada, a princípio não pensei logo em terremoto. Mas segundos depois já corri para debaixo de uma mesa que tem no meu quarto. No apartamento moram mais quatro chilenos, mas todos haviam saído, menos um. Logo depois do tremor ele veio no meu quarto para ver se estava tudo bem. Eu estava muito assustada e chorando. Passamos o resto da madrugada acordados e pensando sobre o que teria acontecido no país”, conta Allana Lima.
A estudante de Jornalismo diz ainda que sente pequenos tremores a todo momento e que, segundo a imprensa chilena, eles serão frequentes por pelo menos um mês. Neste domingo (27), um novo terremoto de 6,1 graus na escala Richter atingiu a região de Maule, a 258 quilômetros ao sul da capital Santiago, como informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos. O fenômeno também afetou as cidades de Talca e Constitución. A orientação do Governo aos moradores é que fiquem em casa."
Fonte:Portal Jangadeiro Online
Allana está morando em um apartamento no Centro da capital Santiago, próximo ao Cerro de Santa Lucia, ponto turístico muito conhecido da cidade. “Eram quase 4h da manhã quando o tremor começou e eu estava dormindo. Como não sou acostumada, a princípio não pensei logo em terremoto. Mas segundos depois já corri para debaixo de uma mesa que tem no meu quarto. No apartamento moram mais quatro chilenos, mas todos haviam saído, menos um. Logo depois do tremor ele veio no meu quarto para ver se estava tudo bem. Eu estava muito assustada e chorando. Passamos o resto da madrugada acordados e pensando sobre o que teria acontecido no país”, conta Allana Lima.
A estudante de Jornalismo diz ainda que sente pequenos tremores a todo momento e que, segundo a imprensa chilena, eles serão frequentes por pelo menos um mês. Neste domingo (27), um novo terremoto de 6,1 graus na escala Richter atingiu a região de Maule, a 258 quilômetros ao sul da capital Santiago, como informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos. O fenômeno também afetou as cidades de Talca e Constitución. A orientação do Governo aos moradores é que fiquem em casa."
Fonte:Portal Jangadeiro Online
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