O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 terá que tramitar nas comissões da Casa, sugerindo que o Senado deve melhorar o texto que chegou da Câmara dos Deputados. “Quero dizer, como presidente do Senado, que essa proposta vai ter que tramitar nas comissões porque as cobranças de todos os senadores sobre a presidência são que todas as matérias possam passar, no mínimo, por uma comissão”, disse Alcolumbre. Ele quebrou o silêncio sobre a tramitação da PEC após questionamento, em plenário, do senador Styvenson Valetim (Podemos-RN), que pediu uma previsão de data para votação da matéria. O presidente do Senado defendeu que a PEC do fim da 6x1 seja votada “sem pressa”, ouvindo todos os setores da sociedade . Segundo ele, a definição do processo de tramitação será após reunião de líderes na próxima semana. “Tenho certeza absoluta de que assim como outros senadores, que pensam...
"O desemprego segue relativamente estável em fevereiro de 2010, segundo os dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana de Fortaleza (PED/RMF), apresentados nesta quarta-feira (31/3), pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS) e do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), DIEESE e Fundação SEADE.
A construção civil (9 mil) e o comércio (14 mil) apresentaram aumento de seus contingentes, atingindo, respectivamente, 115 mil e 324 mil ocupados, os maiores valores da série histórica iniciada em dezembro de 2008. Em comportamento típico para o período, houve redução do nível ocupacional na RMF (-0,9%), cuja eliminação de postos de trabalho ocorreu com maior intensidade nos serviços (-21 mil) e na indústria (-7 mil).
Nos 12 meses
No comparativo com fevereiro de 2009, nota-se que o desemprego na RMF caiu, de 12,2% para 9,9% da PEA, o que representou na saída de 35 mil pessoas da condição de desemprego. Em grande medida, este resultado foi decorrente da maior geração de postos de trabalho na região (71 mil), número quase o dobro do total de pessoas que passaram a integrar o mercado de trabalho local (36 mil). Destaca-se também que a maior parcela dos postos de trabalho gerados foi com carteira (48 mil) e no trabalho autônomo (40 mil), enquanto houve decréscimos no assalariamento sem carteira (- 9mil), no emprego doméstico (- 14 mil) e nas demais posições (-4 mil).
A pesquisa identificou também que os trabalhadores têm enfrentando um menor tempo na condição de desemprego, uma vez que o tempo médio de procura caiu de 47 para 37 semanas. Para o presidente do IDT, Francisco de Assis Diniz, “apesar da sazonalidade deste período, o mercado de trabalho da região tem demonstrado números mais favoráveis do que no ano passado, com expansão do emprego e redução do número de desempregados nesse comparativo”.
Fonte: Portal do Governo do Ceará
A construção civil (9 mil) e o comércio (14 mil) apresentaram aumento de seus contingentes, atingindo, respectivamente, 115 mil e 324 mil ocupados, os maiores valores da série histórica iniciada em dezembro de 2008. Em comportamento típico para o período, houve redução do nível ocupacional na RMF (-0,9%), cuja eliminação de postos de trabalho ocorreu com maior intensidade nos serviços (-21 mil) e na indústria (-7 mil).
Nos 12 meses
No comparativo com fevereiro de 2009, nota-se que o desemprego na RMF caiu, de 12,2% para 9,9% da PEA, o que representou na saída de 35 mil pessoas da condição de desemprego. Em grande medida, este resultado foi decorrente da maior geração de postos de trabalho na região (71 mil), número quase o dobro do total de pessoas que passaram a integrar o mercado de trabalho local (36 mil). Destaca-se também que a maior parcela dos postos de trabalho gerados foi com carteira (48 mil) e no trabalho autônomo (40 mil), enquanto houve decréscimos no assalariamento sem carteira (- 9mil), no emprego doméstico (- 14 mil) e nas demais posições (-4 mil).
A pesquisa identificou também que os trabalhadores têm enfrentando um menor tempo na condição de desemprego, uma vez que o tempo médio de procura caiu de 47 para 37 semanas. Para o presidente do IDT, Francisco de Assis Diniz, “apesar da sazonalidade deste período, o mercado de trabalho da região tem demonstrado números mais favoráveis do que no ano passado, com expansão do emprego e redução do número de desempregados nesse comparativo”.
Fonte: Portal do Governo do Ceará
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