O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, conversaram na tarde desta sexta-feira (10) pelo telefone . O tema da conversa foi os terremotos que atingiram o país vizinho no final de junho e deixou mais de 4 mil mortos. Na conversa, Delcy agradeceu a Lula pela ajuda prestada pelo governo brasileiro . O Brasil enviou medicamentos e insumos médicos, como seringas, luvas, máscaras, gazes e ataduras. A Marinha do Brasil também montou um hospital de campanha na cidade de La Guaira, local mais atingido, onde fez mais de mil atendimentos médicos e cirurgias de baixa complexidade. Lula reiterou à presidente venezuelana a disposição do Brasil de continuar contribuindo para a reconstrução do país e de apoiar a população daquele país. Delcy disse que a Venezuela se prepara para reconstruir as áreas atingidas , com foco na construção de casas para as famílias que ficaram desabrigadas.
Do site do Sine/IDT:
" As informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana de Fortaleza (PED/RMF) mostram que a taxa de desemprego total diminuiu de 10,2%, em julho, para 9,2% da População Economicamente Ativa (PEA), em agosto de 2010, a segunda queda consecutiva do ano. Em agosto desse ano, a RMF registrou a menor taxa de desemprego desde o início da série, em dezembro de 2008.
O contingente de desempregados foi estimado em 162 mil pessoas, o menor desde dezembro de 2008, 17 mil a menos do que no mês anterior. A geração de 26 mil ocupações, em número superior às 9 mil pessoas que ingressaram no mercado de trabalho da RMF, contribuiu para este resultado.
Em agosto, a ocupação cresceu pelo quarto mês consecutivo (26 mil novas ocupações, ou 1,7%). Por setor, o comércio e a indústria criaram 19 mil e 14 mil postos de trabalho, respectivamente, o que foi acompanhado pela eliminação de postos de trabalho nos demais setores. Construção civil e serviços eliminaram 3 mil ocupações cada e o agregado outros setores, 1 mil.
Quanto à inserção na ocupação, houve elevação do número dos assalariados (29 mil), devido ao crescimento do setor privado (31 mil) e à redução de ocupações no setor público (2 mil). No setor privado, ocorreu ampliação do número de trabalhadores com carteira assinada (26 mil) e dos sem carteira (5 mil). O número de ocupados cresceu no agregado demais posições (7 mil) e diminuiu o de empregados domésticos e de trabalhadores autônomos (5 mil, cada).
Para o presidente do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), Francisco de Assis Diniz, 'a economia do Estado do Ceará está vivenciando um dos melhores momentos da sua história. Cresce as oportunidades, a massa salarial e reduz o desemprego. Isso é apenas o começo, se considerarmos os grandes investimentos feitos pelo Governo do Estado na infraestrutura e nos grandes empreendimentos, fortalecendo a vocação econômica e ampliando para a vertente da industrialização estruturante do Estado'. "
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