O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 terá que tramitar nas comissões da Casa, sugerindo que o Senado deve melhorar o texto que chegou da Câmara dos Deputados. “Quero dizer, como presidente do Senado, que essa proposta vai ter que tramitar nas comissões porque as cobranças de todos os senadores sobre a presidência são que todas as matérias possam passar, no mínimo, por uma comissão”, disse Alcolumbre. Ele quebrou o silêncio sobre a tramitação da PEC após questionamento, em plenário, do senador Styvenson Valetim (Podemos-RN), que pediu uma previsão de data para votação da matéria. O presidente do Senado defendeu que a PEC do fim da 6x1 seja votada “sem pressa”, ouvindo todos os setores da sociedade . Segundo ele, a definição do processo de tramitação será após reunião de líderes na próxima semana. “Tenho certeza absoluta de que assim como outros senadores, que pensam...
" As informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana de Fortaleza (PED/RMF) demonstram que, em fevereiro de 2011, a taxa de desemprego total apresenta relativa estabilidade, passando de 8,5%, em janeiro, para os atuais 8,6% da população economicamente ativa (PEA). Esta relativa estabilidade também é percebida nas demais regiões metropolitanas pesquisadas pelo Sistema PED, com exceções de Salvador e Recife, que apresentaram elevação do desemprego, em fevereiro.
O contingente de desempregados foi estimado em 153 mil pessoas, o mesmo contingente de janeiro de 2011. Tal estabilidade se deveu a números idênticos de ocupações eliminadas (24 mil) e de pessoas que saíram do mercado de trabalho da região (24 mil).
Em fevereiro, o nível de ocupação caiu 1,5%, com a redução de 24 mil ocupações, sendo o total de ocupados da RMF estimado em 1.621 mil pessoas, reflexo da eliminação de ocupações nos serviços (17 mil), a segunda redução consecutiva do ano, e no comércio (10 mil). Por outro lado, foram geradas novas ocupações na indústria (1 mil) e no agregado outros setores (2 mil), além da estabilidade na construção civil.
Segundo a posição na ocupação, destacam-se as quedas do nível ocupacional no emprego assalariado (13 mil) e no agregado demais posições (13 mil), que engloba empregadores, donos de negócio familiar, profissionais universitários, trabalhadores familiares sem remuneração, dentre outros. A queda no nível de assalariamento deveu-se à redução do número de ocupados no setor público (7 mil) e no setor privado (6 mil).
O comportamento deste último segmento foi resultado do declínio da ocupação dos empregados sem carteira assinada (8 mil), o que foi atenuado pelo crescimento do assalariamento com carteira (2 mil), que segue em trajetória de crescimento desde agosto do ano passado. Houve também redução entre os empregados domésticos (3 mil) e ampliação do trabalho autônomo (5 mil).
Para o presidente do IDT, De Assis Diniz, 'apesar do momento sazonal da economia, que diminuiu a oferta por trabalho e elevou a pressão por oportunidades, percebe-se que o emprego com carteira mantém a trajetória de crescimento, favorecendo a formalização das relações trabalhistas no mercado de trabalho metropolitano de Fortaleza'."
Fonte: Sine/IDT
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