*Em Limoeiro do Norte, Elmano 13 reúne multidão em carreata e garante reforço na saúde do Vale do Jaguaribe* _Evento realizado na noite deste sábado (12) contou com a presença do governador, da prefeita Dilmara Amaral e de lideranças da região_ A noite deste sábado (12), em Limoeiro do Norte, foi marcada por festa com uma mega carreata da coligação “Ceará forte, do lado certo”. Com o governador Elmano de Freitas 13 à frente, o percurso de mais de seis quilômetros foi acompanhado por milhares de pessoas e seus veículos, além da presença de moradores em suas calçadas. O evento teve também a participação da prefeita Dilmara Amaral, da postulante ao Senado, Luizianne Lins 180, do suplente do senador Cid Gomes, Júnior Mano, e de candidatos da coligação a deputados estadual e federal. Elmano de Freitas lembrou de avanços levados ao município e à região nos últimos anos, além de novos projetos a serem postos em prática em um futuro próximo. “Temos a obra da ponte que liga Limoeiro ...
" O Advogado José Mahmoud Ayoub Lubbad foi absolvido da acusação de participação efetiva em falso registro de criança (artigo 242 do CPB), com o intuito de garantir a permanência no Brasil do empresário holandês Jacob Hithveld, ex-morador de Fortaleza (CE). O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) julgou favorável a apelação do acusado, em sessão realizada na semana passada.
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou José Mahmoud e Jacob Hithveld por simulação e registro falso do menor I. G. S. S., à época com 2 anos de idade, filho da camareira Ivoneide da Silva Sousa e de José Edson da Silva. Segundo a denúncia, o registro ocorreu em outubro de 2003 e a intermediação da negociação entre a mãe, José Mahmoud e Jacob Hithveld teria sido feita por Ilana Carla da Silva, ex-secretária do advogado.
A sentença havia condenado o réu a 4 anos e 2 meses de reclusão. José Mahmoud apelou e foi vencido no colegiado da 2ª Turma do TRF5, por dois votos a um. Inconformado, o advogado ajuizou recurso de embargos infringentes de nulidade, pleiteando a revisão da decisão.
No Pleno do TRF5, a defesa alegou que não havia prova concreta contra José Mahmoud, pois haveria apenas um testemunho de uma ex-secretária que teria sido demitida do escritório por envolvimento emocional com os clientes. O defensor do advogado afirmou na tribuna que o seu cliente questionou claramente ao holandês, na presença de testemunhas, se o filho realmente era dele, no que obteve resposta positiva. O Ministério Público opinou pela manutenção da condenação com pena mínima de 2 anos. Por maioria, a plenária absolveu o réu."
Fonte: TRF 5ª Região
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