O Ministério Público do Ceará, por meio da 144° e da 87° Promotorias de Justiça de Fortaleza, denunciou 109 integrantes de torcidas organizadas por promoverem tumulto após jogo realizado no último dia 8 de fevereiro, entre os times Ceará e Fortaleza, na Arena Castelão. Os envolvidos, que seguem presos, são acusados de cometer crimes que incluem lesão corporal de natureza grave, dano qualificado, associação criminosa, desobediência, corrupção de menores, além de tumulto, prática e incitação à violência. As penas estão previstas no Código Penal, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Lei Geral do Esporte. Conforme o Ministério Público, após a partida conhecida como “Clássico-Rei”, a Polícia Militar do Ceará precisou conter diversos confrontos ocorridos em vias públicas entre integrantes de torcidas organizadas. Os episódios resultaram em lesões corporais, dano ao transporte coletivo, desobediência a ordens legais, emprego de instrumentos para cometer atos de violência, além d...
O Hospital Geral de Fortaleza, HGF, está engajado na mobilização do Dia Mundial de Luta contra a Aids. Das 8h às 11h da manhã, no térreo do edifício Régis Jucá, serão realizadas várias ações em alusão à data. Além da exibição de vídeo, panfletagem e distribuição de preservativos, serão realizados no ambulatório aconselhamentos pré-teste e testes rápidos de HIV. A ideia é informar aos usuários e servidores do HGF sobre formas de prevenção da infecção pelo HIV e sensibilizá-los quanto à importância do respeito às pessoas que vivem com HIV/ AIDS.
Atualmente, o ambulatório de Infectologia HIV/Aids do HGF faz o acompanhamento de 828 pacientes com HIV. Vinte e duas gestantes são acompanhadas e outras 29 crianças expostas ao HIV por transmissão vertical recebem tratamento no ambulatório de pediatria. Só em 2011, foram notificados 31 casos de AIDS pelo serviço de epidemiologia do HGF.
Este ano, a campanha do Ministério da Saúdem pelo Dia Mundial de Luta Contra a Aids dá enfoque nos jovens gays de 15 a 24 anos das classes C, D e E. A ação busca discutir as questões relacionadas à vulnerabilidade ao HIV/Aids, na população prioritária, sob o ponto de vista do estigma e do preconceito. Além disso, a ideia é estimular a reflexão sobre a falsa impressão de que a Aids afeta apenas o outro, distante da percepção de que todos estamos vulneráveis.
Com informações compartilhadas pela jornalista Gilda Barroso.
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