O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 terá que tramitar nas comissões da Casa, sugerindo que o Senado deve melhorar o texto que chegou da Câmara dos Deputados. “Quero dizer, como presidente do Senado, que essa proposta vai ter que tramitar nas comissões porque as cobranças de todos os senadores sobre a presidência são que todas as matérias possam passar, no mínimo, por uma comissão”, disse Alcolumbre. Ele quebrou o silêncio sobre a tramitação da PEC após questionamento, em plenário, do senador Styvenson Valetim (Podemos-RN), que pediu uma previsão de data para votação da matéria. O presidente do Senado defendeu que a PEC do fim da 6x1 seja votada “sem pressa”, ouvindo todos os setores da sociedade . Segundo ele, a definição do processo de tramitação será após reunião de líderes na próxima semana. “Tenho certeza absoluta de que assim como outros senadores, que pensam...
O Hospital Geral de Fortaleza, HGF, está engajado na mobilização do Dia Mundial de Luta contra a Aids. Das 8h às 11h da manhã, no térreo do edifício Régis Jucá, serão realizadas várias ações em alusão à data. Além da exibição de vídeo, panfletagem e distribuição de preservativos, serão realizados no ambulatório aconselhamentos pré-teste e testes rápidos de HIV. A ideia é informar aos usuários e servidores do HGF sobre formas de prevenção da infecção pelo HIV e sensibilizá-los quanto à importância do respeito às pessoas que vivem com HIV/ AIDS.
Atualmente, o ambulatório de Infectologia HIV/Aids do HGF faz o acompanhamento de 828 pacientes com HIV. Vinte e duas gestantes são acompanhadas e outras 29 crianças expostas ao HIV por transmissão vertical recebem tratamento no ambulatório de pediatria. Só em 2011, foram notificados 31 casos de AIDS pelo serviço de epidemiologia do HGF.
Este ano, a campanha do Ministério da Saúdem pelo Dia Mundial de Luta Contra a Aids dá enfoque nos jovens gays de 15 a 24 anos das classes C, D e E. A ação busca discutir as questões relacionadas à vulnerabilidade ao HIV/Aids, na população prioritária, sob o ponto de vista do estigma e do preconceito. Além disso, a ideia é estimular a reflexão sobre a falsa impressão de que a Aids afeta apenas o outro, distante da percepção de que todos estamos vulneráveis.
Com informações compartilhadas pela jornalista Gilda Barroso.
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