Iguatu e Ferroviário jogam em casa pelas Oitavas da Série D 25/07/2026 00:03 Neste final de semana, os times cearenses entram em campo pelos jogos de volta das oitavas de final do Campeonato Brasileiro Série D. No Sábado (25), às 16h, o Iguatu recebe o Nacional/AM, no Estádio Morenão. No jogo de ida, o Azulão conquistou um empate por 1 a 1 nos acréscimos, deixando tudo em aberto para o duelo em seus domínios. No Domingo, o Ferroviário encara o Goiatuba/GO, às 17h, no Estádio Presidente Vargas. Na primeira partida entre as equipes, o Tubarão da Barra saiu derrotado por 3 a 0 e vai em busca de uma vitória por 3 gols ou mais de diferença para sonhar com a vaga para às quartas de final. Guido Nobre Departamento de Comunicação Federação Cearense de Futebol (85) 3206-6523 imprensa@futebolcearense.com.br
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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