Vasco e Palmeiras avançam e se enfrentam na semi da Copa do Brasil Cruzmaltino vence Vitória e Verdão administra vantagem sobre Santos Lincoln Chaves - Repórter da EBC Publicado em 03/09/2026 - 07:12 São Paulo © Matheus Lima/Vasco Versão em áudio A noite dessa quarta-feira (2) definiu um dos confrontos das semifinais da Copa do Brasil: Vasco e Palmeiras. Os jogos estão previstos para as duas primeiras semanas de novembro, em datas e horários que ainda serão definidos pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O Cruzmaltino derrotou o Vitória por 2 a 0 no Barradão, com transmissão da Rádio Nacional. Na Vila Belmiro, o Verdão não saiu do zero com o Santos, mas avançou graças ao triunfo no jogo de ida, por 3 a 0, no Nubank Parque, em São Paulo. Esta é a terceira vez seguida que o Gigante da Colina chega às semifinais da Copa do Brasil. Em 2025, a equipe carioca se classificou à final eliminando o rival Fluminense. No ano anterior, foi superada pelo Atlético-MG. Já o Alviverde n...
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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