O segundo dia de disputas na praia de Itaúna, em Saquarema, reduziu a 12 (oito homens e quatro mulheres) o número de surfistas ainda na briga pelo título da etapa brasileira da WSL (Liga Mundial de Surfe), a sexta no calendário da competição. Neste sábado (20), Yago Dora, João Chianca e os irmãos Samuel e Miguel Pupo avançaram às quartas de final na chave masculina. Entre as mulheres, Luana Silva acabou eliminada nesta mesma etapa e as semifinais não contam com atletas da casa. A próxima chamada será na manhã deste domingo (21). Na disputa da terceira rodada, Ítalo Ferreira acabou derrotado pelo francês Kauli Vaast, com um somatório de 14,17 a 12,87. Ferreira, que é o líder do ranking no momento, pode perder a posição ao final da etapa. Entre os brasileiros que passaram da terceira rodada para as quartas de final, Samuel Pupo bateu o australiano Jack Robinson (15,84 a 9,94) e vai encarar o italiano Leonardo Fioravanti nas quartas. Fioravanti, segundo no ranking , é o princ...
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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