Paulistão Casas Bahia Corinthians vence o Velo Clube no fim e entra no G4 (Crédito: Igor do Vale / Ag. Paulistão) Publicado em 25 de janeiro de 2026, às 22h33 O Corinthians venceu o Velo Clube, por 1 a 0, na noite deste domingo (25), no estádio Benitão, em Rio Claro, pela quinta rodada do Paulistão Casas Bahia, e conquistou três pontos decisivos na briga por vaga no G8. Com maior presença ofensiva ao longo da partida, o time alvinegro definiu o resultado apenas aos 45 minutos do segundo tempo, com gol de Yuri Alberto, após pressão constante até os instantes finais. O resultado também movimenta a parte baixa da tabela, já que impediu o Velo Clube de pontuar.
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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