*PCCE deflagra operação e cumpre oito mandados de prisão, um deles no RJ, e oito de busca e apreensão contra integrantes de grupo criminoso atuante em Forquilha* _Um dos investigados foi localizado e preso no Rio de Janeiro após troca de informações entre as Polícias Civil do CE e RJ_ No seguimento ao combate às ações criminosas organizadas, a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), por meio da Delegacia de Forquilha e do Departamento de Polícia do Interior Norte (DPI-Norte), deflagrou, na manhã desta quinta-feira (27), uma ofensiva que resultou no cumprimento de oito mandados de prisão preventiva contra integrantes de um grupo criminoso de origem carioca. As ações ocorreram, simultaneamente, nas cidades de Forquilha, Caucaia, Sobral e no Rio de Janeiro (RJ). As diligências, coordenadas no âmbito da operação denominada “Arquipélago II”, tiveram o objetivo de localizar alvos investigados por integrar uma organização criminosa de origem carioca atuante na cidade de Forquilha ...
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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