Operação PF PF faz operação para apurar crimes eleitorais em Iguatu/CE Operação Eleições 2022 cumpre mandado de busca e apreensão no âmbito de investigação sobre suposta corrupção eleitoral e coação a eleitores Compartilhe: Compartilhe por Facebook Compartilhe por Twitter Compartilhe por LinkedIn Compartilhe por WhatsApp link para Copiar para área de transferência Publicado em 28/07/2026 13h26 Atualizado em 28/07/2026 13h53 Juazeiro do Norte/CE. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (28/7), a Operação Eleições 2022, com o objetivo de coletar provas e aprofundar investigação sobre possíveis práticas de corrupção eleitoral, ameaça e perseguição ocorridas durante as Eleições Gerais de 2022, no município de Iguatu/CE. A investigação busca esclarecer a suposta ocorrência de corrupção eleitoral e coação a eleitores, além de outras condutas que eventualmente venham a ser identificadas no decorrer dos trabalhos investigativos. Durante a ação...
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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