Acidente na BR-393, no RJ, deixa cinco mortos e nove feridos Entre os mortos estão um menino, um homem e três mulheres Cristina Indio do Brasil - Repórter da Agência Brasil Publicado em 10/10/2026 - 11:55 Rio de Janeiro © CBMRJ/Divulgação Versão em áudio Cinco pessoas morreram neste sábado (10) em um acidente que ocorreu às 6h30 no km 252 da rodovia BR 393, em Barra do Piraí, no sul fluminense. De acordo com o Corpo de Bombeiros, as vítimas são um menino, um homem e três mulheres. Nove pessoas sofreram ferimentos leves e foram encaminhadas a unidades hospitalares. Uma criança de oito anos e uma mulher foram levadas pelos bombeiros para o Hospital Maria de Nazaré, em Barra do Piraí. As demais foram encaminhadas à Santa Casa, no mesmo município. Ainda não há informações sobre o estado de saúde das vítimas. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), um caminhão tombou na pista e mais quatro automóveis se envolveram no acidente, o que provocou a interdição total da via, ...
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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