*36º Cine Ceará anuncia filmes selecionados para a Mostra Olhar do Ceará* A Mostra Olhar do Ceará destaca a produção cearense no Cine Ceará - Festival Ibero-americano de Cinema. Para a 36ª edição, que acontece de 7 a 12 de novembro de 2026, foram selecionados 4 longas-metragens e 15 curtas que refletem a diversidade de formatos, temáticas e olhares da cena local. O Troféu Mucuripe será disputado por filmes ficcionais e documentais, cujas tramas apostam em histórias sensíveis e atuais, contada em diversas linguagens, como a da animação, a partir de temas variados, como os que retratam questões da infância e da terceira idade, das lutas femininas, trans, religiosas e dos movimentos trabalhistas.
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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