Brasil é hepatcampeão da Copa América de futebol de cegos em SP Seleçao masculina aplicou 3 a 0 na Colômbia no CT Paralímpico Agência Brasil Publicado em 12/09/2026 - 21:43 Rio de Janeiro © Alessandra Cabral/CPB/Direitos Reservados Versão em áudio A seleção brasileira masculina de futebol conquistou de forma invicta o heptacampeonato da Copa América de futebol de cegos. Na final disputada neste sábado (12), a Amarelinha derrotou a Colômbia por 3 a 0 no CT Paralímpico, em São Paulo. Ao levantar a taça pela sétima vez, os brasileiros mantêm a hegemonia em 11 edições do torneio. O duelo decisivo deste sábado reeditou a disputa pelo bronze na Paralimpíada de Paris 2024, quando o Brasil arrematou a medalha (vitória por 1 a 0). Hoje a seleção foi dominante desde o início. Maicon Mendes abriu o placar ao chutar de longa distância e Raimundo Nonato ampliou no último minuto do primeiro tempo. Na segunda etapa, os colombianos pressionaram nos minutos iniciais, mas Jardiel balançou a rede e...
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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