Nota à imprensa O Corpo de Bombeiros Militar do Ceará (CBMCE) atendeu, no início da noite desta terça-feira (14/07), uma ocorrência de princípio de incêndio no Hospital Universitário do Ceará, localizado no bairro Itaperi, em Fortaleza. As equipes foram acionadas pelo Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops) após relatos de fumaça em uma ala do primeiro andar da unidade hospitalar e acionamento do sistema de alarme de incêndio. Ao chegarem ao local, os bombeiros constataram que a brigada de incêndio do hospital já havia controlado as chamas. O foco do incêndio ocorreu em uma ala que ainda não estava em funcionamento e não possuía pacientes internados. As equipes do CBMCE permaneceram no local até a dissipação da fumaça e realizaram a inspeção da área atingida. Foram registrados danos em dutos do sistema de ar-condicionado instalados no forro e em uma tubulação de água. Antes da conclusão da ocorrência, equipes de manutenção do hospital já realizavam a substituição dos co...
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.