Polícia Civil do Rio de Janeiro apreendeu, nesta quinta-feira (21), mais de 200 mil figurinhas falsificadas da Copa do Mundo de 2026. A apreensão ocorreu no interior de um ônibus, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Durante a mesma ação, os agentes também recolheram centenas de camisas da Seleção Brasileira com indícios de falsificação. A ocorrência foi resultado da investigação da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial. O material estava armazenado no compartimento de cargas do veículo e seria distribuído na capital e em municípios da região metropolitana. Segundo a polícia, todo o material apreendido passará por perícia e, logo depois, será inutilizado, por violar direitos de propriedade e normas de defesa do consumidor. A delegacia especializada informou que segue com as investigações para identificar novas rotas de circulação de produtos falsificados, além de apurar a origem e os locais de produção do material irregular. Febre nacional, as figuri...
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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