GoldKo abre primeira loja do Ceará no RioMar Fortaleza A unidade vem com a proposta de ser muito mais do que um chocolateria de itens sem adição de açúcares, a loja é projetada para ser um ponto de encontro vibrante e com experiencia sensorial completa (Foto: Divulgação) A GoldKo, marca que revolucionou o mercado de doces no Brasil ao criar o chocolate sem adição de açúcares com sabor, textura e indulgência de verdade, dá mais um passo importante em sua expansão nacional. A companhia inaugurou a sua 37ª unidade no Brasil — a primeira do Ceará — no RioMar Fortaleza. Sob o comando dos irmãos e franqueados Filipe, André e Vítor Miranda Torres Guerra de Oliveira, a nova unidade marca a chegada do portfólio completo e do conceito de cafeteria e chocolateria da marca à capital cearense. Localizada no Piso L1, próximo ao São Luiz, a loja contará com: Cafés de especialidade: blends selecionados para acompanhar o icônico marshmallow GoldKo — o primeiro do mundo ...
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.