Foto: Victor Froes Na tarde desta terça-feira (23), o Fortaleza visitou a equipe do São Paulo, pela 18ª rodada do Brasileiro Série A Sub-20, no CT de Cotia, e acabou superado pelo placar de 1 a 0. Com o resultado, permanece com 14 pontos na competição nacional. Debaixo de muita chuva no CT do São Paulo, o Leão do Pici ficou com um a menos logo aos sete minutos de jogo quando João Lucas acabou sendo expulso ao fazer falta no atacante adversário. Com a desvantagem numérica em campo, o Tricolor de Aço conseguiu segurar bem o ataque dos donos da casa e voltou para o intervalo com o placar empatado em 0 a 0. Na etapa final, a chuva foi a protagonista. Em um temporal que fez a partida ser paralisada por 30 minutos, o São Paulo fez o único gol da partida após bola cruzada na área e saiu vitorioso do confronto. Em busca da permanência, o Leão do Pici recebe o Vasco na próxima quarta-feira (1º), às 15h, no CT Ribamar Bezerra, pela 19ª rodada da competição nacional.
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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