Brasileirão São Paulo bate o Atlético-MG e vence a 2ª seguida; Red Bull Bragantino perde para o Bahia (Crédito: Rubens Chiri / saopaulofc.net) Publicado em 05 de setembro de 2026, às 20h28 Dois times paulistas entraram em campo neste sábado (5), na abertura da 26ª rodada do Campeonato Brasileiro. O São Paulo espantou a má fase e conquistou a segunda vitória consecutiva, ao bater o Atlético-MG, por 2 a 0, no Morumbis. Já o Red Bull Bragantino acabou sendo superado, de virada, para o Bahia, por 3 a 2, em Bragança Paulista. Com os resultados, o São Paulo dorme na 10ª colocação, no meio da tabela, com 33 pontos. O Red Bull Bragantino aparece logo acima, em nono, estacionado com 35 pontos. O Bahia aparece na parte alta, na briga pelo G4, com 43 pontos, enquanto o Atlético-MG é o oitavo, com 36. Dentro de casa, empurrado pelo torcedor, o São Paulo pressionou desde o primeiro minuto e quase não sofreu defensivamente. Com mais posse de bola, criou chances com Luciano, Marcos Antônio e Sa...
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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