Flamengo goleia a Chapecoense na volta do Brasileirão e segue firme na briga pela liderança Com dois gols de Pedro, um contra de Rafael Thyere e outro de Lorran, Mengão faz 4 a 0 na Arena Condá e encerra o primeiro turno com 37 pontos Por Rômulo Paranhos - em 22/07/2026 às 23:36 Foto: Adriano Fontes / CRF O Flamengo reencontrou o Brasileirão em grande estilo e com mais três pontos fora de casa. Após a pausa para a Copa do Mundo, o Mais Querido voltou a campo nesta quarta-feira (22) e mostrou toda a sua força ao golear a Chapecoense por 4 a 0, na Arena Condá, pela última rodada do primeiro turno da competição. Pedro, em noite inspirada, marcou duas vezes, Rafael Thyere (contra) e Lorran completaram a goleada, que manteve o Rubro-Negro firme na disputa pela liderança do campeonato. Além do resultado expressivo, a partida também marcou o retorno de Arrascaeta aos gramados, aumentando ainda mais a confiança da equipe para a sequência da temporada. Seja Sócio-Torcedor Nação e garanta...
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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