*Respeito é um Gol de Placa: Campanha de combate à violência contra a mulher será lançada em jogo do Campeonato Cearense* 👩⚖️ A campanha “Respeito é um Gol de Placa” *será lançada neste domingo (11/01)* , antes da *partida entre Ferroviário e Fortaleza, a partir das 17h, no Estádio Presidente Vargas*, em Fortaleza. A iniciativa, articulada pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJCE, *tem como objetivo conscientizar o público e combater a violência contra a mulher nos estádios de futebol*. ⚽ Durante o jogo, *serão exibidas mensagens no telão , distribuídos materiais informativos*, com orientações sobre canais de denúncia, e entregues camisas alusivas à campanha. *O intuito é garantir que o futebol seja um espaço seguro para as mulheres, livre de preconceito e violência*. 🥅 *A campanha se estenderá durante os principais jogos do Campeonato Cearense de 2026*, e conta com o apoio da Federação Cearense de Futebol, Secretarias de Esport...
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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