Série B: Ceará vence e sai da zona e Fortaleza engata segunda vitória seguida fora de casa 07/09/2026 08:51 Créditos: Lucas Emanuel/FCF e Daiana Farias/Fortaleza EC Ceará e Fortaleza entraram em campo no último sábado (5), pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro Série B. Iniciando os trabalhos, o Leão visitou o Goiás/GO, no Estádio Hailé Pinheiro, no período da tarde. Com gol de Vitinho ainda no primeiro tempo, o Fortaleza saiu vencedor pelo placar de 1 a 0 e conquistou mais três pontos na tabela de classificação. Com o resultado, chegou aos 44 pontos, na 5ª colocação, manteve a invencibilidade no returno do certame e reduziu para apenas três pontos a distância para o líder Juventude. Na próxima quarta-feira (9), o Leão volta a campo para enfrentar o Avaí/SC, em casa, e, no domingo (13), encara o Ceará. No período da noite, o Ceará recebeu o Sport/PE, na Arena Castelão, e saiu vencedor por 2 a 1. Com gols de Luiz Otávio e Melk, o Vovô garantiu mais três pontos e deixou a zona de...
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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