Compartilhe: A maioria dos casos atendidos envolve a espécie Tityus stigmurus, popularmente conhecido como escorpião-amarelo-do-Nordeste, considerada a mais prevalente na região O Instituto Dr. José Frota (IJF), equipamento da Prefeitura de Fortaleza, registrou um aumento no número de atendimentos por picadas de escorpião em 2025. Entre janeiro e dezembro, o Centro de Informação e Assistência Toxicológica (Ciatox) do IJF, registrou 3.200 casos, enquanto no mesmo período de 2024 foram contabilizadas 2.668 vítimas. Os números representam um aumento de cerca de 20% entre 2024 e 2025. Os dados reforçam a importância da vigilância da população e da busca imediata por atendimento em unidades de saúde em casos de acidentes com animais peçonhentos. Ao longo de 2025, os meses com maior número de atendimentos foram agosto e setembro, período em que tradicionalmente há maior proliferação do escorpião, favorecida por fatores climáticos e ambientais. O recorde do ano foi em agosto, com 328 at...
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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