Novo semáforo exclusivo para pedestres é instalado no Bom Jardim Com a operação, Fortaleza passa a contar com 1.095 equipamentos semafóricos Compartilhe: A Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) implantou um novo semáforo exclusivo para pedestres na Rua Urucutuba, nas proximidades da EMEIF Herbert de Souza, no bairro Bom Jardim. A medida tem como objetivo reforçar a segurança viária da região, proporcionando uma travessia mais segura para estudantes, pais, professores, moradores e demais pedestres que circulam diariamente pelo local. O novo equipamento disciplina o fluxo de veículos e pedestres, reduzindo os riscos de sinistros e promovendo maior acessibilidade, especialmente nos horários de entrada e saída da unidade escolar. A implantação faz parte das ações contínuas da AMC voltadas à preservação de vidas e à melhoria da mobilidade urbana, priorizando locais com grande circulação de pessoas e maior demanda por travessias seguras. Com a operação, Fortaleza passa a co...
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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