*Restaurantes Both e Trevi lançam Menu Low Calories assinado pela nutricionista Larah Nóbrega e pelo chef Gilvan Lopes* Uma experiência que une sofisticação, nutrição e sabor acaba de chegar aos restaurantes Both e Trevi. As casas inovaram e lançaram o Menu Low Calories, projeto desenvolvido em parceria entre a nutricionista Larah Nóbrega e o chef executivo Gilvan Lopes, do Grupo BTG. A proposta do novo menu é apresentar uma forma contemporânea de viver a gastronomia, combinando técnica culinária e ciência nutricional em pratos que priorizam leveza, equilíbrio e sabor. O projeto surge a partir do encontro entre conhecimento técnico e sensibilidade gastronômica, traduzindo escolhas alimentares conscientes em preparações refinadas e cuidadosamente elaboradas. Cada prato foi pensado para oferecer valor nutricional aliado à experiência gastronômica. A ideia é mostrar que a alta gastronomia pode caminhar lado a lado com hábitos alimentares mais equilibrados, sem abrir mão ...
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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