Copa do Brasil Santos vence Remo no Mangueirão e vai às quartas de finais Publicado em 04 de agosto de 2026, às 23h34 Atuando boa parte com um jogador a mais, o Santos contou com a assistência de Neymar para Rony e venceu a retranca do Remo para garantir o passaporte para as quartas de finais da Copa do Brasil com vitória por 1 a 0, nesta terça-feira (4), no estádio Mangueirão, em Belém, pelo jogo de volta das oitavas de finais. Com o resultado, o Santos agora aguarda novo sorteio da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), para saber o seu adversário na próxima fase do mata-mata. Além disso, o clube embolsou mais R$ 4 milhões em premiação. O Santos começou a partida levando um grande susto. Alef Manga venceu a disputa com a defesa e Brazão fez grande defesa. No rebote, Jajá tirou tinta da trave. O lance deu um choque no time paulista, que se lançou ao ataque. Com mais qualidade, conseguia aparecer com frequência no campo ofensivo e teve boas chances com Caballero e Gabriel Barb...
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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