- Foto: Arquivo Brasília/DF. Entre 15 e 21/6, as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs), compostas pela Polícia Federal e por forças de segurança estaduais, realizaram ações de enfrentamento ao crime organizado em diferentes regiões do país. Confira o resumo das principais ações no período. Combate ao tráfico de drogas A FICCO/PR apreendeu ce rca de 2 toneladas de maconha em Foz do Iguaçu. Na ação, também foram apreendidos itens como arma de fogo, munições, veículos e dinheiro em espécie, além de realizada a prisão em flagrante de um suspeito. Em outra ação no Paraná, a Força Integrada apreendeu 1,6 tonelada de drogas e prendeu um suspeito em flagrante no município de Cascavel. Ainda no Paraná, a FICCO apreendeu uma carga de explosivos no interior de um veículo abordado no município de Itaipulândia. Os dois ocupantes do veículo foram presos e conduzidos à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu, para as providências cabíveis. Em outra ação, 700 kg de mac...
O Ministério Público estadual, representado pelo promotor Ricardo Rocha, requereu ao Poder Judiciário cearense, liminarmente, a anulação definitiva do processo licitatório de interesse da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), no valor de R$ 138 milhões. A Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o presidente da AMC e a empresa Citeluz Serviços de Iluminação Urbana Ltda, está apoiada no voto vencido do conselheiro Pedro Ângelo, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
A licitação, agora questionada pelo Ministério Público, ainda no ano passado foi suspensa por decisão do Auditor Fernando Antonio Costa Lima Uchôa, do TCM, sob a alegação de o edital estar dirigido à Citeluz. O voto do Conselheiro Ernesto Saboia, no pleno do Tribunal, manteve a suspensão da licitação até que o edital fosse reformado. O Conselheiro Pedro Ângelo discordou do voto de Ernesto, apresentando por escrito as razões pela qual a licitação deveria continuar suspensa.
Fonte: Diário do Nordeste
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