O Ministério Público do Ceará, por meio da 144° e da 87° Promotorias de Justiça de Fortaleza, denunciou 109 integrantes de torcidas organizadas por promoverem tumulto após jogo realizado no último dia 8 de fevereiro, entre os times Ceará e Fortaleza, na Arena Castelão. Os envolvidos, que seguem presos, são acusados de cometer crimes que incluem lesão corporal de natureza grave, dano qualificado, associação criminosa, desobediência, corrupção de menores, além de tumulto, prática e incitação à violência. As penas estão previstas no Código Penal, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Lei Geral do Esporte. Conforme o Ministério Público, após a partida conhecida como “Clássico-Rei”, a Polícia Militar do Ceará precisou conter diversos confrontos ocorridos em vias públicas entre integrantes de torcidas organizadas. Os episódios resultaram em lesões corporais, dano ao transporte coletivo, desobediência a ordens legais, emprego de instrumentos para cometer atos de violência, além d...
No início da noite desta segunda-feira (23), o Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol do Ceará (TJDF-CE) bateu o martelo e puniu o time Crateús, livrando o Ferroviário do rebaixamento para a Segunda Divisão do Campeonato Cearense.
O julgamento tirou 13 pontos do Crateús, o que culminou no seu descenso. Antes da decisão, o time do Interior havia terminado a fase classificatória com 26 pontos, enquanto o Ferroviário com 21.
O Crateús atuou com três jogadores irregulares em alguns jogos do Campeonato Cearense, em partidas nas quais teriam de cumprir suspensões. Para cada atleta, o time perdeu uma quantidade de pontos. Os jogadores são Bruno Recife, William Carioca e Erilson.
Com a decisão, o Crateús se junta a Itapipoca e Trairiense como o outro clube rebaixado do Estadual. O Crateús poderá recorrer da decisão e levar a questão ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
Entenda o caso que rebaixou o Crateús
O POVO conferiu as súmulas dos jogos e constatou que os jogadores atuaram mesmo suspensos. Bruno levou cartão amarelo contra o Guarani-J, na estreia do Estadual, dia 18 de janeiro, contra o Tiradentes (12/2) e diante do Horizonte (31/3). Mesmo com os três cartões, o zagueiro atuou no jogo seguinte, contra o Ceará (5/4), o que não deveria ter ocorrido.
Entre esses jogos, Bruno entrou em campo contra o Horizonte (21/1) e levou dois amarelos, sendo expulso e cumprindo suspensão automática. Porém, de acordo com o Regulamento Geral das Competições da FCF, é contabilizado apenas um vermelho.
O caso de Erilson é parecido. O jogador levou dois amarelos no jogo contra o Tiradentes (12/2). Os amarelos que contam são dos jogos contra o Horizonte (21/1), Ferroviário (25/1) e Icasa (1/3). Logo após o Icasa - e o terceiro cartão -, ele deveria ter cumprido a suspensão contra o Crato (11/3), o que não ocorreu.
Já William Carioca recebeu um cartão amarelo contra o Trairiense (21/3) que seria o terceiro - antes havia recebido diante do Horizonte (21/1) e Ferroviário (25/1). O meia cumpriu a suspensão no jogo seguinte, diante do Guarani-J, mas deveria ter ficado outro jogo de fora, já que, além do amarelo contra o Trairiense, recebeu um cartão vermelho direto. Assim, o atleta não teria condições de atuar diante do Ferroviário (28/3).
Fonte: Portal O Povo Online
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