Uma aeronave da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS-CE) foi acionada, na manhã desta quarta-feira (20), para realizar o atendimento médico de uma criança, de oito anos, no município de Icó, na Área Integrada de Segurança Pública 34 (AIS 34) do estado. O paciente foi vítima de um acidente às margens da BR-116. A criança encontrava-se na garupa de uma motocicleta que se envolveu no acidente. A aeronave Fênix 11 partiu de Icó e fez o atendimento médico primário da criança para estabilizá-la. O paciente apresentava politraumatismos, com traumas nos membros inferiores e pelve. Em seguida, o paciente, já estável, porém devido à gravidade dos ferimentos, foi transferido para uma unidade hospitalar no município de Barbalha (AIS 2). O condutor da motocicleta, um homem de 28 anos, teria perdido o controle e colidido com outro veículo. O homem não resistiu aos ferimentos e foi a óbito no local. ...
O Ceará representa 15% das vendas da Lycra em todo o Brasil. O número foi revelado, ontem, por Silvana Eva, gerente de moda íntima da marca. A Invista, detentora da marca Lycra, realizou ontem, em Fortaleza, um micro desfile para clientes no Hotel Gran Marquise, quando foram exibidas 22 peças com os tons de cores que são tendência para o próximo inverno. Segundo Silvana as expectativas de vendas no estado para o próximo ano são boas. “O Nordeste, em especial o Ceará, é um mercado consolidado. Grandes diferenciais dos empresários daqui são a profissionalização e a atração por novidades. Estão sempre se capacitando e também se atualizando sobre as novas tendências”, conta.
A marca, que não comercializa lingeries, e sim o fio usado no tecido das peças, escolheu uma forma lúdica para mostrar seu produto. Ao final do evento, os clientes receberam um guarda-roupa em miniatura com amostras de tecidos e ficha técnica de cada material.
O empresário João Calheiros, diretor da Filati, acredita que a principal vantagem da produção local é a qualidade. “Fortaleza tem uma indústria de lingerie forte e todas estão bem no mercado, apesar da incerteza devido aos produtos importados da China”, afirma.
Para ele, a produção cearense pode não bater os preços chineses, mas em relação à qualidade, as peças da terra saem na frente. E quando o assunto é cliente, o empresário não hesita em afirmar o que deve ser procurado nos próximas estações: “Mais sustentação e conforto, e a produção local tem se preocupado em desenvolver esse tipo de material”.
Com informações do Jornal O Povo.
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