O Ministério Público do Ceará, por meio da 144° e da 87° Promotorias de Justiça de Fortaleza, denunciou 109 integrantes de torcidas organizadas por promoverem tumulto após jogo realizado no último dia 8 de fevereiro, entre os times Ceará e Fortaleza, na Arena Castelão. Os envolvidos, que seguem presos, são acusados de cometer crimes que incluem lesão corporal de natureza grave, dano qualificado, associação criminosa, desobediência, corrupção de menores, além de tumulto, prática e incitação à violência. As penas estão previstas no Código Penal, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Lei Geral do Esporte. Conforme o Ministério Público, após a partida conhecida como “Clássico-Rei”, a Polícia Militar do Ceará precisou conter diversos confrontos ocorridos em vias públicas entre integrantes de torcidas organizadas. Os episódios resultaram em lesões corporais, dano ao transporte coletivo, desobediência a ordens legais, emprego de instrumentos para cometer atos de violência, além d...
Os 10 patinetes elétricos e motorizados (segways) adquiridos pelo Governo do Estado do Ceará, em 2008, para patrulhamento da Beira Mar, em Fortaleza, atualmente, não são usados pela polícia. De acordo com o novo comandante do Batalhão de Policiamento Turístico (BPTUR), major Antônio Clairton Alves, há dois meses, os equipamentos, que custaram R$ 28.562,00 cada, estão inutilizados e foram mandados para manutenção. Porém, a Ouvidoria da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) garante que não há contrato de manutenção dos segways em vigor e o Diário Oficial do Estado também não faz menção a nenhum convênio do tipo este ano.
Objetos de polêmica na época da aquisição, devido ao valor (cada equipamento custou o equivalente ao preço de um carro popular) e a eficácia, os patinetes “Segway PT modelo x2”, que atingem até 20km/h, segundo o major, periodicamente precisam mudar a bateria, sendo necessário, mandá-los para manutenção, junto à empresa Segway Importação e Comércio de Dispositivos para Locomoção Individual Ltda., representante exclusiva da fabricante dos equipamentos no Brasil.
Em funcionamento, os patinetes são movidos à bateria e podem ser recarregados sem necessidade de descarregarem completamente, em cinco pontos de recarga espalhados ao longo do calçadão da Av. Beira Mar, distantes cerca de 600 metros um do outro. Embora a data oficial de não utilização dos equipamentos assegurada pela polícia seja de 60 dias, a população garante que esse período é maior.
Com informações do Jornal O Estado.
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