O Fortaleza saiu derrotado por 1 a 0 diante do Athletic neste sábado (30), pela 11ª rodada da Série B do Brasileiro, em São João del-Rei (MG). O gol decisivo foi marcado por Ian Luccas, que aproveitou falha defensiva para garantir a vitória dos mineiros no Estádio Joaquim Portugal. Com o resultado longe de seus domínios, o Leão do Pici estaciona nos 18 pontos e vê sua posição no G4 sofrer ameaça. Isso porque a diferença para o Athletic caiu para apenas um ponto. https://www.terra.com.br/esportes/fortaleza/fortaleza-cai-para-athletic-e-desperdica-chance-de-colar-no-lider-da-serie-b,9bc71aef3238f68ab862347cc4055608v1s1e6kd.html?utm_source=clipboard Portal Trrra
Os 10 patinetes elétricos e motorizados (segways) adquiridos pelo Governo do Estado do Ceará, em 2008, para patrulhamento da Beira Mar, em Fortaleza, atualmente, não são usados pela polícia. De acordo com o novo comandante do Batalhão de Policiamento Turístico (BPTUR), major Antônio Clairton Alves, há dois meses, os equipamentos, que custaram R$ 28.562,00 cada, estão inutilizados e foram mandados para manutenção. Porém, a Ouvidoria da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) garante que não há contrato de manutenção dos segways em vigor e o Diário Oficial do Estado também não faz menção a nenhum convênio do tipo este ano.
Objetos de polêmica na época da aquisição, devido ao valor (cada equipamento custou o equivalente ao preço de um carro popular) e a eficácia, os patinetes “Segway PT modelo x2”, que atingem até 20km/h, segundo o major, periodicamente precisam mudar a bateria, sendo necessário, mandá-los para manutenção, junto à empresa Segway Importação e Comércio de Dispositivos para Locomoção Individual Ltda., representante exclusiva da fabricante dos equipamentos no Brasil.
Em funcionamento, os patinetes são movidos à bateria e podem ser recarregados sem necessidade de descarregarem completamente, em cinco pontos de recarga espalhados ao longo do calçadão da Av. Beira Mar, distantes cerca de 600 metros um do outro. Embora a data oficial de não utilização dos equipamentos assegurada pela polícia seja de 60 dias, a população garante que esse período é maior.
Com informações do Jornal O Estado.
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