_Aviso de pauta_ *Polícia Civil do Ceará recebe 28 viaturas com blindagem, nesta sexta-feira (17)* O Governo do Ceará entrega, nesta sexta-feira (17), às 11h, 28 novas viaturas à Polícia Civil (PCCE). Essas são as primeiras com blindagem destinadas à instituição. A solenidade será no Palácio da Abolição, em Fortaleza, e contará com a presença do governador Elmano de Freitas, do secretário da Segurança Pública e Defesa Social, Roberto Sá, e do delegado-geral da PCCE, Márcio Gutiérrez. Com essa entrega, somente à Polícia Civil, o Governo do Ceará chega a 213 novas viaturas em pouco mais de três anos. Somando todas as forças de segurança do Estado, o número sobe para 1.366, no mesmo período. *Serviço* _Entrega de viaturas à Polícia Civil do Ceará_ Data: 17/4/2026 (sexta-feira) Horário: 11h Local: Palácio da Abolição - Rua Silva Paulet, 400, Meireles, Fortaleza-CE
As crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade de Fortaleza e municípios da Região Metropolitana devem ser vacinadas durante a Campanha de Vacinação contra o Sarampo, com o dia “D” de mobilização neste sábado, 1º de fevereiro. A Secretaria da Saúde do Estado está distribuindo 247 mil doses da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), suficientes para imunizar a população de 246.036 crianças na faixa etária alvo da campanha, mesmo que já vacinadas, nos municípios de Fortaleza, Caucaia, Maracanaú, Maranguape, Aquiraz, Eusébio, Pacajus, Horizonte, Pacatuba, Cascavel, Chorozinho, Guaiúba, São Gonçalo do Amarante, Itaitinga e Pindoretama. Neste sábado, dia “D” de mobilização, funcionarão 341 postos de vacinação nos 15 municípios, das 8 às 17 horas. Haverá vacinação também no sábado na Secretaria da Saúde do Estado, que fica na Avenida Almirante Barroso, 600, Praia de Iracema.
Além da campanha, a Sesa orienta os municípios a intensificarem as ações de imunização contra o sarampo na vacinação de rotina, conforme definido no Calendário Nacional de Vacinação. O Ministério da Saúde recomenda uma dose da vacina tríplice viral aos 12 meses de idade e uma dose da vacina tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) aos 15 meses de idade. Dos 10 aos 19 anos, devem ser aplicadas duas doses de vacina com o componente sarampo, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas. Entre os 20 e os 49 anos, a indicação é de uma dose da vacina. Para reforçar a cobertura, a Sesa também orienta a atualização do calendário vacinal das pessoas na faixa etária de 1 a 19 anos. Para adultos a partir de 50 anos, a vacinação é recomendada se houve contato com caso suspeito de sarampo, se não for comprovada vacinação anterior.
A vacinação de rotina ocorre de forma seletiva. Para tanto, é necessário que o vacinador solicite o cartão de vacina ou documento comprobatório da situação vacinal da pessoa a ser vacinada. Na falta de comprovação vacinal, a pessoa é considerada como não vacinada.
Além da campanha, a Sesa orienta os municípios a intensificarem as ações de imunização contra o sarampo na vacinação de rotina, conforme definido no Calendário Nacional de Vacinação. O Ministério da Saúde recomenda uma dose da vacina tríplice viral aos 12 meses de idade e uma dose da vacina tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) aos 15 meses de idade. Dos 10 aos 19 anos, devem ser aplicadas duas doses de vacina com o componente sarampo, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas. Entre os 20 e os 49 anos, a indicação é de uma dose da vacina. Para reforçar a cobertura, a Sesa também orienta a atualização do calendário vacinal das pessoas na faixa etária de 1 a 19 anos. Para adultos a partir de 50 anos, a vacinação é recomendada se houve contato com caso suspeito de sarampo, se não for comprovada vacinação anterior.
A vacinação de rotina ocorre de forma seletiva. Para tanto, é necessário que o vacinador solicite o cartão de vacina ou documento comprobatório da situação vacinal da pessoa a ser vacinada. Na falta de comprovação vacinal, a pessoa é considerada como não vacinada.
A vacina contra o sarampo não é indicada nos seguintes casos:
- Anafilaxia (reação alérgica) a dose anterior da vacina
- Grávidas não devem ser vacinadas, pelo risco teórico de causar danos ao feto. Recomenda-se que a gravidez seja evitada por 30 dias após a administração da vacina. Caso a vacina seja aplicada inadvertidamente, não é indicada a interrupção da gravidez
- Pessoas com imunodeficiências congênitas ou adquiridas. Infecção assintomática pelo HIV não constitui contraindicação
- Pessoas em uso de corticosteroides em doses imunossupressoras devem ser vacinadas com intervalo de pelo menos um mês após a suspensão da droga
- Pessoas em uso de quimioterapia imunossupressora só devem ser vacinadas três meses após a suspensão do tratamento
- Transplantados de medula óssea – recomenda-se vacinar com intervalo de dois anos após o transplante.
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