Agropecuária ocupa territórios próximos aos preservados na Amazônia Em 2025, atividade ocupava 65,2 milhões de hectares na região Fabíola Sinimbú - Repórter da Agência Brasil Publicado em 14/10/2026 - 08:00 Brasília © Marcello Casal jr/Agência Brasil Versão em áudio O avanço da agropecuária sobre o bioma Amazônia foi intenso nos territórios próximos às áreas protegidas como Unidades de Conservação, Terras Indígenas e Quilombolas. Em 2025, a atividade já ocupava 30,5% do total dessas áreas. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (14) e são de um recorte sobre a Amazônia, da Coleção 11 do MapBiomas, que reúne informações sobre cobertura e uso da terra do Brasil entre 1985 e 2025. Em 2025, a agropecuária ocupava 65,2 milhões de hectares na Amazônia, sendo que desse total, 13,6 milhões de hectares estão em áreas no entorno dos locais onde a legislação protege a vegetação nativa. A proximidade das estradas às áreas protegidas também representa uma pressão aos locais onde a veget...
A Cagece fechou uma parceria social com o Instituto Nordeste de Cidadania - Inec, para a confecção e restauração de móveis para residências localizadas em duas comunidades carentes do Ceará. As comunidades de Santana, em Itatira, e Alto São João, no município de Russas, foram beneficiadas com a parceria que visa melhorar a qualidade de vida da população através de práticas inovadoras e sustentáveis.
O projeto está reformando casas construídas de formas simples, que encontram-se em situação precária, e devolvendo-as aos moradores. Além da reforma, o projeto mobilia os imóveis a partir de produtos confeccionados em material reciclado e restaura móveis encontrados em situação ruim.
A Cagece atua no projeto por meio do seu programa social Reciclocidades. Nas comunidades, equipes de interação social estão responsáveis por ministrar cursos que ensinam a população a restaurar ou reciclar materiais retirados do lixo. Através dele também estão sendo confeccionadas prateleiras, suportes para toalhas, bancos de garrafas pet, porta-escovas e outros produtos domésticos para compor o mobiliário das casas.
De acordo com Niedja Pinheiro, coordenadora do Reciclocidades, dentro deste projeto também está prevista a construção de uma casa sustentável utilizando pallets, que serão doados pela Cagece. As artesãs da Cagece realizam oficinas com as moradoras para ensinar a confecção de peças utilizando garrafas pet e outros insumos retirados do lixo. “Estamos estudando a possibilidade de implantarmos um grupo produtivo na comunidade de Russas, após a conclusão do projeto”, informa.
No caso de Russas, a população vive ao lado de um lixão, de onde ganha renda por meio da venda dos objetos retirados de lá.
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