Ancelotti acerta renovação até 2030 Rafael Ribeiro/2030 A Seleção Brasileira será convocada pelo técnico Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo FIFA 2026 nesta segunda-feira (18), no Museu do Amanhã, na zona portuária do Rio de Janeiro, em evento que terá início às 17h (horário de Brasília). Com transmissão da CBF TV a partir das 16h, no canal do YouTube da entidade, a cerimônia fará uma celebração ao futebol brasileiro e unirá passado e presente da Amarelinha. Ancelotti anunciará os 26 convocados para a 23º participação em Copas do Brasil, o único país a disputar todas as edições do Mundial e que irá em busca do hexacampeonato. A convocação terá uma cobertura de imprensa à altura do que a seleção mais vitoriosa em Copas do Mundo representa para o futebol mundial. São quase 700 profissionais credenciados para o evento, entre veículos nacionais e de outros países, como Inglaterra, Escócia, Rússia, China, Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos, El Salvador, Argentina, Itália, Espanha...
Projeto dos alunos africanos que estudam na faculdade do interior do Ceará é apoiado também pela Cinemathéque da Embaixada da França no Brasil
Estudar em uma faculdade que fica a quase 80 quilômetros de distância da Capital talvez dificulte um pouco o acesso para projetos culturais de grande porte e com maiores oportunidades. Mas para um grupo de alunos da Unilab, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, que estudam em um Campus na cidade de Redenção, interior cearense, a oportunidade de conhecer novas culturas é facilitada pelo projeto apoiado pela Aliança Francesa (AF) de Fortaleza. É o Clube de Français, que exibe mensalmente filmes e debate o língua francesa entre os alunos oriundos da África.
E nesta quarta-feira (26), com a presença da Diretora Geral da Aliança Francesa de Fortaleza, Magali Claux, houve a exibição de "Cuba, uma Odisseia Africana/Cuba, une Odyssée Africaine", exibido em francês, com legendas em português.
Na Unilab de Redenção, há o Clube de Français e o Clube de Francês Francofonie, que proporciona que um grupo de estudantes estudem o francês, e além disso há também o Grupo de Pesquisa da África Contemporânea, os quais são responsabilidade de duas professoras, uma pelas questões do Congo, e outra específica para ensinar não apenas o francês, mas a cultura francesa.
"É importante unir as culturas francesa e africana, e um projeto como esse proporciona o aprendizado de forma mais prática. E essa parceria com a AF leva à cultura francesa até à Unilab, onde africanos no Brasil aprendem o francês, pode proporcionar até empregos, daqui temos potenciais professores, e quem sabe possam trabalhar na AF", aponta a diretora.
