Impulsionadas pelo novo título Tesouro Reserva , as vendas de títulos públicos a pessoas físicas pela internet bateram recorde para meses de maio, divulgou nesta quinta-feira (25) o Tesouro Nacional. No mês passado, o Tesouro Direto vendeu R$ 10,22 bilhões em papéis. O valor é 19,46% maior do que em abril, quando as vendas do Tesouro Direto somaram R$ 8,55 bilhões. Na comparação com maio do ano passado, o volume é 48,98% superior. O recorde histórico para todos os meses do Tesouro Direto ocorreu em março , quando as vendas de títulos federais pela internet somaram R$ 14,79 bilhões. Os títulos mais procurados pelos investidores em maio foram os vinculados aos juros básicos, cuja participação nas vendas somou 54,5%. No caso das tradicionais Letras Financeiras do Tesouro (LFT), as vendas somaram R$ 4,05 bilhões (39,6% do total). As vendas do Tesouro Reserva, novo título indexado aos juros básicos que funciona como as caixinhas de bancos digitais, somaram R$ 1,52 bilhão (14,9% do to...
Projeto dos alunos africanos que estudam na faculdade do interior do Ceará é apoiado também pela Cinemathéque da Embaixada da França no Brasil
Estudar em uma faculdade que fica a quase 80 quilômetros de distância da Capital talvez dificulte um pouco o acesso para projetos culturais de grande porte e com maiores oportunidades. Mas para um grupo de alunos da Unilab, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, que estudam em um Campus na cidade de Redenção, interior cearense, a oportunidade de conhecer novas culturas é facilitada pelo projeto apoiado pela Aliança Francesa (AF) de Fortaleza. É o Clube de Français, que exibe mensalmente filmes e debate o língua francesa entre os alunos oriundos da África.
E nesta quarta-feira (26), com a presença da Diretora Geral da Aliança Francesa de Fortaleza, Magali Claux, houve a exibição de "Cuba, uma Odisseia Africana/Cuba, une Odyssée Africaine", exibido em francês, com legendas em português.
Na Unilab de Redenção, há o Clube de Français e o Clube de Francês Francofonie, que proporciona que um grupo de estudantes estudem o francês, e além disso há também o Grupo de Pesquisa da África Contemporânea, os quais são responsabilidade de duas professoras, uma pelas questões do Congo, e outra específica para ensinar não apenas o francês, mas a cultura francesa.
"É importante unir as culturas francesa e africana, e um projeto como esse proporciona o aprendizado de forma mais prática. E essa parceria com a AF leva à cultura francesa até à Unilab, onde africanos no Brasil aprendem o francês, pode proporcionar até empregos, daqui temos potenciais professores, e quem sabe possam trabalhar na AF", aponta a diretora.
