A Inglaterra é a terceira seleção classificada para a semifinal da Copa do Mundo de 2026. A classificação veio neste sábado (11) com a vitória por 2 a 1, na prorrogação, em Miami (Estados Unidos). Essa será a quarta semifinal dos ingleses em Copa do Mundo. Além do título conquistado em 1966, a Inglaterra chegou às semifinais em 1990, 2018 e volta a figurar entre os quatro melhores em 2026. Quem abriu o placar foi a Noruega. Aos 35 minutos da etapa inicial, Schjelderup aproveitou a roubada de bola de Berg em cima de Kane e chutou forte, cruzado da entrada da área pelo lado esquerdo. Os dois gols ingleses foram marcados por Bellingham. O atacante do Real Madrid empatou aos 46 minutos da etapa inicial. Depois de bom passe de Gordon, ele invadiu a área e definiu. Aos dois minutos do primeiro tempo da prorrogação, Rogers arriscou de longe, o goleiro norueguês Nyland falhou. E Bellingham não perdoou. Foi o gol da virada e o sexto dele na Copa do Mundo. Mas, não faltou emoção no j...
Projeto dos alunos africanos que estudam na faculdade do interior do Ceará é apoiado também pela Cinemathéque da Embaixada da França no Brasil
Estudar em uma faculdade que fica a quase 80 quilômetros de distância da Capital talvez dificulte um pouco o acesso para projetos culturais de grande porte e com maiores oportunidades. Mas para um grupo de alunos da Unilab, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, que estudam em um Campus na cidade de Redenção, interior cearense, a oportunidade de conhecer novas culturas é facilitada pelo projeto apoiado pela Aliança Francesa (AF) de Fortaleza. É o Clube de Français, que exibe mensalmente filmes e debate o língua francesa entre os alunos oriundos da África.
E nesta quarta-feira (26), com a presença da Diretora Geral da Aliança Francesa de Fortaleza, Magali Claux, houve a exibição de "Cuba, uma Odisseia Africana/Cuba, une Odyssée Africaine", exibido em francês, com legendas em português.
Na Unilab de Redenção, há o Clube de Français e o Clube de Francês Francofonie, que proporciona que um grupo de estudantes estudem o francês, e além disso há também o Grupo de Pesquisa da África Contemporânea, os quais são responsabilidade de duas professoras, uma pelas questões do Congo, e outra específica para ensinar não apenas o francês, mas a cultura francesa.
"É importante unir as culturas francesa e africana, e um projeto como esse proporciona o aprendizado de forma mais prática. E essa parceria com a AF leva à cultura francesa até à Unilab, onde africanos no Brasil aprendem o francês, pode proporcionar até empregos, daqui temos potenciais professores, e quem sabe possam trabalhar na AF", aponta a diretora.
