Regulamentação e segurança da prática de kitesurf e wingfoil no Ceará são defendidas em audiência Por Gabriela Farias 10/08/2026 17:19 | Atualizado há 6 horas Compartilhe esta notícia: Audiência pública foi realizada no Complexo de Comissões Técnicas - Foto: Dário Gabriel A Comissão de Cultura e Esporte (CCE) da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece) realizou, na tarde desta segunda-feira (10/08), audiência pública sobre as práticas esportivas de kitesurf e wingfoil e a necessidade de fomento, segurança, profissionalização e incentivo ao turismo esportivo gerado pela modalidade. A audiência, que ocorreu no Complexo de Comissões Técnicas da Alece, teve como objetivo discutir medidas voltadas ao fortalecimento das práticas esportivas e os desafios relacionados à segurança, à qualificação dos profissionais e ao desenvolvimento sustentável da atividade, além de contribuir para a construção de políticas públicas voltadas ao setor. O momento também foi utilizado par...
Projeto dos alunos africanos que estudam na faculdade do interior do Ceará é apoiado também pela Cinemathéque da Embaixada da França no Brasil
Estudar em uma faculdade que fica a quase 80 quilômetros de distância da Capital talvez dificulte um pouco o acesso para projetos culturais de grande porte e com maiores oportunidades. Mas para um grupo de alunos da Unilab, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, que estudam em um Campus na cidade de Redenção, interior cearense, a oportunidade de conhecer novas culturas é facilitada pelo projeto apoiado pela Aliança Francesa (AF) de Fortaleza. É o Clube de Français, que exibe mensalmente filmes e debate o língua francesa entre os alunos oriundos da África.
E nesta quarta-feira (26), com a presença da Diretora Geral da Aliança Francesa de Fortaleza, Magali Claux, houve a exibição de "Cuba, uma Odisseia Africana/Cuba, une Odyssée Africaine", exibido em francês, com legendas em português.
Na Unilab de Redenção, há o Clube de Français e o Clube de Francês Francofonie, que proporciona que um grupo de estudantes estudem o francês, e além disso há também o Grupo de Pesquisa da África Contemporânea, os quais são responsabilidade de duas professoras, uma pelas questões do Congo, e outra específica para ensinar não apenas o francês, mas a cultura francesa.
"É importante unir as culturas francesa e africana, e um projeto como esse proporciona o aprendizado de forma mais prática. E essa parceria com a AF leva à cultura francesa até à Unilab, onde africanos no Brasil aprendem o francês, pode proporcionar até empregos, daqui temos potenciais professores, e quem sabe possam trabalhar na AF", aponta a diretora.
