Na mensagem semanal dirigida aos fiéis da Arquidiocese de Fortaleza, Dom Gregório Paixão, OSB, arcebispo metropolitano, destacou a importância de viver a fé de forma concreta, especialmente por meio de gestos simples de cuidado e solidariedade. Inspirado pelo Evangelho de Mateus, o arcebispo recordou que “Jesus nos diz: ‘Vós sois o sal da terra e a luz do mundo’”, Ao longo da mensagem, Dom Gregório lembrou que ser sal e luz não significa realizar ações extraordinárias, mas testemunhar a fé com coerência, bondade e amor. “Um gesto de cuidado, uma palavra de esperança, uma atitude de solidariedade já iluminam muito”, afirmou, convidando os fiéis a uma vivência mais atenta às necessidades do próximo. O arcebispo também recordou o Dia Mundial dos Enfermos, celebrado em 11 de fevereiro, como um chamado especial à atenção para com os doentes, idosos e todos aqueles que sofrem. Nesse contexto, reforçou a importância da proximidade e da presença fraterna da Igreja junto aos mais frágeis,...
Projeto dos alunos africanos que estudam na faculdade do interior do Ceará é apoiado também pela Cinemathéque da Embaixada da França no Brasil
Estudar em uma faculdade que fica a quase 80 quilômetros de distância da Capital talvez dificulte um pouco o acesso para projetos culturais de grande porte e com maiores oportunidades. Mas para um grupo de alunos da Unilab, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, que estudam em um Campus na cidade de Redenção, interior cearense, a oportunidade de conhecer novas culturas é facilitada pelo projeto apoiado pela Aliança Francesa (AF) de Fortaleza. É o Clube de Français, que exibe mensalmente filmes e debate o língua francesa entre os alunos oriundos da África.
E nesta quarta-feira (26), com a presença da Diretora Geral da Aliança Francesa de Fortaleza, Magali Claux, houve a exibição de "Cuba, uma Odisseia Africana/Cuba, une Odyssée Africaine", exibido em francês, com legendas em português.
Na Unilab de Redenção, há o Clube de Français e o Clube de Francês Francofonie, que proporciona que um grupo de estudantes estudem o francês, e além disso há também o Grupo de Pesquisa da África Contemporânea, os quais são responsabilidade de duas professoras, uma pelas questões do Congo, e outra específica para ensinar não apenas o francês, mas a cultura francesa.
"É importante unir as culturas francesa e africana, e um projeto como esse proporciona o aprendizado de forma mais prática. E essa parceria com a AF leva à cultura francesa até à Unilab, onde africanos no Brasil aprendem o francês, pode proporcionar até empregos, daqui temos potenciais professores, e quem sabe possam trabalhar na AF", aponta a diretora.
