Morre atriz Laura Cardoso aos 98 anos, em São Paulo Velório começou às 8h e segue até as 14h na capital paulista Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil Publicado em 18/08/2026 - 08:24 Brasília © SONY DSC Versão em áudio A atriz Laura Cardoso morreu aos 98 anos em São Paulo. A informação foi confirmada nesta terça-feira (18) em seu perfil oficial na rede social Instagram. O velório começou às 8h e segue até as 14h na Funeral Home, localizada na Rua São Carlos do Pinhal, 376, bairro Bela Vista, na capital paulista. Nascida Laurinda de Jesus Balleroni, Laura Cardoso faria 99 anos em setembro. Ao longo de sua carreira, interpretou mais de 60 personagens na televisão, incluindo dona Izaura, na novela Mulheres de Areia , Guiomar, em A Viagem , e Sinhana Coragem, em Irmãos Coragem . As últimas aparições de Laura na televisão foram como dona Sinhá, em Sol Nascente , e como Caetana de Souza, em O Outro Lado do Paraíso , já aos 90 anos. Prêmios Com atuação no cinema, televisã...
Projeto dos alunos africanos que estudam na faculdade do interior do Ceará é apoiado também pela Cinemathéque da Embaixada da França no Brasil
Estudar em uma faculdade que fica a quase 80 quilômetros de distância da Capital talvez dificulte um pouco o acesso para projetos culturais de grande porte e com maiores oportunidades. Mas para um grupo de alunos da Unilab, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, que estudam em um Campus na cidade de Redenção, interior cearense, a oportunidade de conhecer novas culturas é facilitada pelo projeto apoiado pela Aliança Francesa (AF) de Fortaleza. É o Clube de Français, que exibe mensalmente filmes e debate o língua francesa entre os alunos oriundos da África.
E nesta quarta-feira (26), com a presença da Diretora Geral da Aliança Francesa de Fortaleza, Magali Claux, houve a exibição de "Cuba, uma Odisseia Africana/Cuba, une Odyssée Africaine", exibido em francês, com legendas em português.
Na Unilab de Redenção, há o Clube de Français e o Clube de Francês Francofonie, que proporciona que um grupo de estudantes estudem o francês, e além disso há também o Grupo de Pesquisa da África Contemporânea, os quais são responsabilidade de duas professoras, uma pelas questões do Congo, e outra específica para ensinar não apenas o francês, mas a cultura francesa.
"É importante unir as culturas francesa e africana, e um projeto como esse proporciona o aprendizado de forma mais prática. E essa parceria com a AF leva à cultura francesa até à Unilab, onde africanos no Brasil aprendem o francês, pode proporcionar até empregos, daqui temos potenciais professores, e quem sabe possam trabalhar na AF", aponta a diretora.
