Créditos: Lucas Emanuel/FCF Pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro Série B, Ceará e Fortaleza voltaram a campo no último final de semana. No sábado (30), o Leão visitou o Athletic/MG na Arena Sicredi em São Joao del Rei e foi superado por 1 a 0. Com o revés no marcador, a equipe se mantém na 5ª posição com 18 pontos. No domingo (31), o Ceará recebeu o Operário/PR na Arena Castelão e foi derrotado por 2 a 1, de virada. Melk foi quem abriu o placar para o Vovô ainda no primeiro tempo. Com o resultado negativo, a equipe cearense aparece na 13ª colocação com 13 pontos conquistados. Na próxima terça-feira (2), o Fortaleza volta a campo pelo primeiro duelo da Copa da Nordeste. A partir das 21h, o Leão recebe o Vitória/BA na Arena Castelão. O Ceará terá compromisso no dia 10, quando recebe o Avaí/SC às 20h no Estádio Presidente Vargas. Daniel França Departamento de Comunicação Federação Cearense de Futebol
Projeto dos alunos africanos que estudam na faculdade do interior do Ceará é apoiado também pela Cinemathéque da Embaixada da França no Brasil
Estudar em uma faculdade que fica a quase 80 quilômetros de distância da Capital talvez dificulte um pouco o acesso para projetos culturais de grande porte e com maiores oportunidades. Mas para um grupo de alunos da Unilab, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, que estudam em um Campus na cidade de Redenção, interior cearense, a oportunidade de conhecer novas culturas é facilitada pelo projeto apoiado pela Aliança Francesa (AF) de Fortaleza. É o Clube de Français, que exibe mensalmente filmes e debate o língua francesa entre os alunos oriundos da África.
E nesta quarta-feira (26), com a presença da Diretora Geral da Aliança Francesa de Fortaleza, Magali Claux, houve a exibição de "Cuba, uma Odisseia Africana/Cuba, une Odyssée Africaine", exibido em francês, com legendas em português.
Na Unilab de Redenção, há o Clube de Français e o Clube de Francês Francofonie, que proporciona que um grupo de estudantes estudem o francês, e além disso há também o Grupo de Pesquisa da África Contemporânea, os quais são responsabilidade de duas professoras, uma pelas questões do Congo, e outra específica para ensinar não apenas o francês, mas a cultura francesa.
"É importante unir as culturas francesa e africana, e um projeto como esse proporciona o aprendizado de forma mais prática. E essa parceria com a AF leva à cultura francesa até à Unilab, onde africanos no Brasil aprendem o francês, pode proporcionar até empregos, daqui temos potenciais professores, e quem sabe possam trabalhar na AF", aponta a diretora.
