Em 13 anos, doença inflamatória intestinal cresce 5 vezes no Brasil Número de casos passou de 30 para 158, entre 2012 e 2025 Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil Publicado em 25/09/2026 - 10:31 Rio de Janeiro © Nadzeya/ Adobe Stock Versão em áudio O número de pessoas com doenças inflamatórias intestinais (DII) cresceu cinco vezes no Brasil, entre 2012 e 2025. A incidência dessas enfermidades – como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa – passou de 30 para 158 casos por 100 mil habitantes no período. O dado é de um estudo apresentado no 74º Congresso Brasileiro de Coloproctologia , que ocorre até este sábado (26), em Balneário Camboriú (SC). O levantamento foi feito por dois membros da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP): Abel Quaresma, da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), e Paulo Kotze, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Eles trabalharam em parceria com pesquisadores das universidades de Calgary (Canadá), d...
O Outubro Rosa chegou com muito mais força na Unimed Fortaleza. Dentre as várias ações relacionadas, uma em especial, foi criada para ir além da informação. Com mais de 3 mil colaboradores, sendo mais de 800 deles mulheres com idade a partir de 40 anos, a cooperativa definiu como ação prioritária deste ano, convocar todas essas mulheres que se encaixam no perfil etário de prevenção para realizarem exames gratuitos de ultra-sonografia, mamografia e exame clínico.
Esta ação tem como foco, além do cuidado com cada uma dessas mulheres, criar uma cultura de importância e conscientização acerca da real necessidade da realização de exames que são comumente protelados. O autoexame é o primeiro passo, mas a melhor forma de garantir a prevenção é a realização dos exames que avaliam em profundidade a saúde das mamas.
“Entendemos que mais que comunicar e criar campanhas internas sobre a necessidade da prevenção, era necessário gerar adesão. Nossas colaboradoras vivem a rotina de uma empresa de saúde, que tem como premissa promover a saúde e mais de 50% delas atuam na nossa rede própria. Mesmo assim, ofertando exames sem nenhum custo, ainda temos que comunicar, convidar, conscientizar. Imagine então o quanto precisamos, incansavelmente, continuar a multiplicar para a sociedade a necessidade da prevenção e sua fundamental relevância para a cura do cancêr de mama”, explica o presidente da Unimed Fortaleza, João Borges.
Dados Nacionais
Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Brasil, as mulheres devem enfrentar, em 2017, 57.960 novos casos de câncer de mama. O tipo de câncer é o mais comum entre as mulheres no mundo e o segundo no Brasil, respondendo por cerca de 28% dos casos novos a cada ano no País. Em 2015, 15.403 mulheres morreram por conta do câncer de mama no Brasil.
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