Sub-17: Em Sobral, Ceará encara o Vila Real pela 9ª rodada do Campeonato Cearense 29 de Setembro de 2026 | Atualizado em: 29 de Setembro de 2026 às 11:09 Duelo acontece nessa quarta-feira, 30, às 15h30, no Estádio do Junco Link para compartilhamento: Copiar Michael Douglas / Ceará SC Em duelo da 9ª rodada do Campeonato Cearense Sub-17, o Ceará encara o Vila Real nesta quarta-feira, 30, às 15h30, no Estádio do Junco, em Sobral. Visando o duelo, o Mais Querido encerrou a preparação na manhã desta terça-feira, 29, com treino apronto na Cidade Vozão. A delegação alvinegra viaja a Sobral na manhã dessa quarta-feira, 30, dia do jogo, com chegada à cidade prevista para o meio-dia. Na sequência, o grupo segue para o estádio. Após a partida, o Alvinegro de Porangabuçu retorna à Cidade Vozão. Invicto na competição, o Time do Povo ocupa a 2ª colocação do Grupo B, com 19 pontos e um jogo a menos em relação ao líder Anjos do Céu. Até aqui, a equipe comandada por Tiago Brayner disputou sete c...
Nesta quarta-feira (17/01), o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Histórico Cultural (Coepa) apreciará e votará o parecer final do processo de tombamento do Clube Náutico Atlético Cearense durante a 1ª reunião ordinária de 2018. O tombamento foi provocado pelo Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) através de uma recomendação, em novembro de 2015, após receber a demanda da sociedade civil.
O MPCE participou de todas as reuniões que discutiu o tombamento, assim como também da Comissão que elaborou o parecer final que será votado, através do Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente (CAOMACE) e do Núcleo de Apoio Técnico (NATEC), com a atuação da coordenadora do Centro, a promotora de Justiça Jacqueline Faustino, e do técnico Fabiano Mendes.
Após mais de dois anos, o processo de tombamento aproxima-se de seu desfecho, com a apresentação do parecer final emitido pela comissão, oportunidade em que as demais instituições que integram o COEPA poderão debater e votar. Segundo a coordenadora do CAOMACE, “o parecer final, como não poderia deixar de ser, concluiu pelo tombamento do equipamento porque não há como afastar sua importância história e cultural para o Ceará. Esta importância, inclusive, já foi reconhecida pela própria diretoria do clube”, explica.
O que muda, segundo a promotora de Justiça, em relação ao tombamento municipal é a extensão da poligonal. Enquanto a proteção municipal foi restrita a uma parte da ala social, o parecer final de tombamento na esfera estadual propõe uma poligonal que abrange todo o conjunto arquitetônico projetado pelos arquitetos Emilio Hinko – inclusive colunatas e rampa que interliga a área social à área esportiva – e Neudson Braga, além da área esportiva, com principal destaque para o Parque Aquático. “Nossa expectativa é que o parecer seja aprovado pelos demais conselheiros do COEPA e, assim, tenhamos mais um instrumento de proteção jurídica para resguardar o valor imaterial que emana daquele belo equipamento”, conclui Jacqueline Faustino.
A recomendação expedida em 2015 foi subscrita pelo então procurador-geral de Justiça, Ricardo Machado, e coordenadora do CAOMACE à época, Socorro Brilhante que, ao final, justificaram a medida como necessária para a preservação do imóvel, dada sua importância como patrimônio histórico e cultural. A partir daquele momento, foi instaurado o processo de tombamento junto COEPA, cujo efeito legal imediato foi o tombamento provisório do Clube. Em seguida, formou-se uma comissão constituída por três entidades que integram o Conselho, com vistas a analisar as razões que ensejaram a abertura do processo, e se o equipamento Náutico Atlético Cearense, efetivamente, reúne os elementos legais que autorizam o seu tombamento.
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