Vento chega a 125 km/h e provoca ao menos duas mortes em São Paulo Inmet emitiu alerta de perigo para São Paulo e Rio de Janeiro Bruno Bocchini - repórter da Agência Brasil Publicado em 29/07/2026 - 18:56 São Paulo © Defesa civil. Versão em áudio Os fortes ventos que atingiram nesta quarta-feira (29) o estado de São Paulo chegaram a 124,9 km/h e causaram, ao menos, duas mortes. De acordo com a Defesa Civil estadual, os óbitos foram registrados em Santos e em Cesário Lange . No início da tarde, o órgão emitiu alerta severo para rajadas de vento na capital paulista, Grande SP e para o litoral paulista. A ventania foi mais acentuada nos municípios de Itaporanga e Itaí (124,9 km/h), Taquarituba (117 km/h), Arandu (113,1 km/h), Paranapanema (113 km/h) e Itanhaém (111 km/h). Santos registrou 83,7 km/h e Cesário Lange, 65,5 km/h. Na capital paulista, foram registrados ventos de 75,3 km/h. Segundo o Corpo de Bombeiros, até as 17h21, foram efetuadas 39 chamadas sobre quedas de árvores. No...
Fortaleza recebe seminário sobre vacinação de gestantes - Vacinação contra coqueluche em grávidas caiu para 38% em 2017
Dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus), atualizado em outubro de 2017, apontam que, em todo o Brasil, a cobertura vacinal contra coqueluche (dTpa) entre gestantes chegou a apenas 38,4% em 2017,1 apesar da vacina ser gratuita para esse público nos postos de saúde.2,9 O Distrito Federal e o Acre tiveram as menores coberturas no ano passado, com apenas 15,8% e 15,4% das gestantes vacinadas respectivamente. Comparando com 2015, houve uma queda de 37 pontos percentuais no Distrito Federal, quando a cobertura era de 53%.¹
A região Sudeste também teve uma das maiores baixas, passando de 53,9% para 37,2% entre 2015 e 2017, com destaque para o estado de São Paulo, onde a cobertura vacinal contra a doença caiu 36 pontos percentuais nesses dois anos. Já na Região Nordeste, a cobertura caiu de 44,2% em 2015 para 40,2% em 2017. Os estados que tiveram maior cobertura vacinal ano passado foram Ceará (73%) e Rio de Janeiro (64%).¹
“A coqueluche é uma doença infecciosa altamente contagiosa causada pela bactéria Bordetella pertussis, que compromete o aparelho respiratório humano (traqueia e brônquios).2 A doença é mais perigosa em bebês menores de 2 meses de idade e é transmitida facilmente de pessoa para pessoa, principalmente através de gotículas produzidas por tosse, fala ou espirros”³, informa Dra. Bárbara Furtado, gerente médica de vacinas da GSK no Brasil.
As mães são a fonte de infecção mais comum da coqueluche em lactentes, sendo responsável por mais de 37% dos casos.4 Por isso, a prevenção da mãe é uma forma de proteger o bebê da doença.3,4
Mortalidade infantil
A coqueluche é uma importante causa de mortalidade infantil em todo o mundo e continua a ser uma preocupação de saúde pública, mesmo em países com alta cobertura vacinal.5 A maioria dos casos e óbitos se concentra em crianças menores de um ano de idade, especialmente nos primeiros seis meses de vida.2 Os bebês até os seis meses de idade ainda não completaram o esquema primário de vacinação com DTP (Difteria, Tétano e Coqueluche), e por isso estão mais suscetíveis à infecção pela Bordetella pertussis.2
Sintomas
Os primeiros sintomas podem durar de 1 a 2 semanas e, geralmente, incluem: coriza, febre baixa, tosse leve e ocasional e apneia (em bebês).6 Além disso, a coqueluche, em seus estágios iniciais, pode ser confundida com um resfriado comum. Geralmente ela não é diagnosticada até que os sintomas mais severos apareçam.6
As complicações da coqueluche podem incluir sinusite, pneumonia, otite média, perda de peso, incontinência urinária, fratura de costela e desmaio.7 Mais de 90% das crianças menores de 2 meses que contraem a coqueluche são hospitalizadas devido a complicações associadas à doença.8
Prevenção
A principal medida de prevenção da coqueluche é a vacinação.2 O Calendário de Vacinação do Programa Nacional de Imunizações (PNI) recomenda para a gestante a administração de 1 dose de dTpa (Difteria, Tétano e Coqueluche Acelular) a partir da 20ª semana de gestação, a cada gestação.9 Além do PNI, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) também recomendam a vacinação de dTpa a partir da 20ª semana de gestação, a cada gestação.9-11
Gestantes nunca vacinadas e/ou com o histórico vacinal desconhecido, devem fazer duas doses de dT e uma dose de dTpa. Deve-se apenas garantir que a dTpa seja feita após a 20ª semana de gestação, e que o intervalo entre as doses seja de pelo menos 1 mês. 9-11
Fórum Vacinas na Gestante
Com o objetivo de capacitar os profissionais de saúde que atuam no pré-natal e nas salas de vacinação da Atenção Básica da saúde pública, a empresa GSK está realizando uma série de seminários sobre a vacinação no Brasil, com ênfase no calendário vacinal da gestante que é oferecido pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).
O próximo evento será realizado dia 28 de março, em Fortaleza.
Serviço:
Dia 28/03 – Fortaleza
Horário: das 9h às 12h
Local: Unichristus – Campus Parque Ecológico
Endereço: Rua Vereador Paulo Mamed, 130 – Bairro Cocó.
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