O Flamengo conquistou o Troféu do Algarve ao vencer o Benfica por 2 a 1, na tarde deste sábado (11), no Estádio Algarve, em Portugal. Superior durante praticamente toda a partida, o Rubro-Negro controlou as ações, criou as melhores oportunidades e garantiu a vitória com gols de Samuel Lino e Wallace Yan. O amistoso marcou o encerramento da série de compromissos da intertemporada em Portugal. Agora, a delegação rubro-negra retorna ao Brasil para concluir a preparação visando o segundo semestre da temporada. O último teste será diante do Olímpia-PAR, na próxima sexta-feira (17), às 20h, em Brasília. Seja Sócio-Torcedor Nação e garanta prioridade no ingresso ❤️🖤. Saiba mais em nacao.flamengo.com.br. O jogo O Flamengo iniciou a partida impondo seu ritmo, com marcação alta e intensidade desde os primeiros minutos. Logo aos cinco, recuperou a posse no campo de ataque, envolveu a defesa adversária com troca rápida de passes e Bruno Henrique finalizou rasteiro da entrada da área para bo...
Parceiro do Blog - Professor da Faculdade Ateneu traz uma reflexão sobre Marketing para entender a política
MARKETING PARA ENTENDER A POLÍTICA
Por Danilo Ramalho*
Por Danilo Ramalho*
O eleitor brasileiro está cada vez mais
preparado para exercer a cidadania através do voto. Uma democracia só se torna
madura com a maturidade de seu povo e isso vem acontecendo a cada eleição e já
ganha corpo para este ano. É como um treino.
Depois de duas décadas de regime
militar, quando o voto direto estava proibido, o povo se tornou distante da
prática democrática. Se não praticava não poderia saber eleger bem. Um exemplo
está em nossa primeira eleição direta para presidente. Sem experiência no
assunto, e encantada com até então desconhecidas estratégias de marketing
eleitoral, escolhemos um governante que sofreu um processo de impeachment pouco mais de dois anos de
sua eleição. Repito: éramos inexperientes no assunto.
Com três décadas de democracia, estamos
ficando mais atentos sobre quem merece nosso voto. E, se os eleitores
amadurecem os políticos tendem a seguir o mesmo processo, porém, de forma mais
lenta, afinal, estão sempre inebriados com o status quo do poder. É lento, mas acontece.
No Marketing de Mercados, ensinamos
que todo produto passa por um ciclo de vida: surge no mercado, é descoberto
pelo consumidor, vira motivo de desejo, vende muito e, se não acontecer um
constante reposicionamento da marca/produto, tende a desaparecer. Com isto em
mente, basta raciocinarmos sob a operação de um terceiro modelo de Marketing, o
Político[1].
Para este, o mandatário eleito também passa pelo mesmo ciclo, ou seja, se não
se reposiciona frente aos eleitores, não tem porquê permanecer existindo no
cenário eleitoral.
A velha moeda de troca ainda teima em
persistir: “Você me dá seu voto e eu lhe
dou um saco de cimento”. Mas, a tendência é que os velhos políticos
desapareçam, iguais aos produtos que ficaram obsoletos pelo advento de novas
tecnologias, esquecidos nas prateleiras empoeiradas de algum armazém. O ciclo
de vida também se fecha para eles.
Danilo Ramalho, MsC. Mestre em Gestão de Negócios, Especialista em
Marketing e Jornalista. É professor da Faculdade Ateneu desde 2015.
[1] Marketing Eleitoral têm
estratégias para eleger, enquanto o Marketing Político tem foco na manutenção
do mandatário.

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