Fábio é reeleito para governar o Sergipe por mais quatro anos Candidato do PSD obteve 59,04% dos votos válidos Agência Brasil Publicado em 04/10/2026 - 20:04 Brasília © PSD/Divulgação Versão em áudio O governador de Sergipe, Fábio (PSD), foi reeleito para o cargo em primeiro turno. Com 92,99% das urnas apuradas, o candidato aparece com 59,04% dos votos válidos, o equivalente a 666.291 votos, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em segundo lugar, ficou Valmir de Francisquinho (Republicanos), que obteve 37,58% dos votos válidos, o equivalente a 424.173 votos. Dr. Helton (PSOL) ficou com 3,15% dos votos válidos (35.524) e Taty Cristina de Jesus (DC), com 0,23% (2.621 votos). Edição: Juliana Andrade
Conscientizar mulheres sobre os riscos dos anticoncepcionais hormonais: este é o intuito do projeto de lei 322/2018, apresentado pelo vereador Márcio Cruz (PSD) na Câmara Municipal de Fortaleza. Multiplicam-se os casos de mulheres que tiveram sérios problemas de saúde, como trombose, embolia pulmonar e AVC, causados pelo uso de contraceptivos orais e injetáveis.
A iniciativa é pioneira em Fortaleza, e pretende estimular a criação de materiais informativos nas redes pública e particular de saúde para conscientizar as mulheres sobre os efeitos adversos.
“Com esse projeto, a gente não pretende fazer com que as mulheres deixem de usar anticoncepcionais, mas alertar para o risco que as pílulas e injeções desse tipo podem trazer. A intenção é fomentar uma postura mais crítica das mulheres e dos ginecologistas para que esses métodos não sejam escolhidos e utilizados de modo indiscriminado. Assim esperamos mapear e reduzir as chances de surgimento dos efeitos colaterais”, afirma Márcio Cruz.
Nas redes sociais, mulheres que já passaram por doenças decorrentes do uso de anticoncepcionais discutem alternativas de contracepção e relatam suas histórias. Exemplo disso é a página “Vítimas de anticoncepcionais - Unidas a favor da vida”, que conta com mais de 150 mil curtidas. A presidente da Comissão Nacional Espacializada em Anticoncepção da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Marta Finotti, destaca que “os ginecologistas precisam de critério para recomendar esses remédios”. O projeto aguarda aprovação na Câmara Municipal.

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