Paulistão Casas Bahia Corinthians vence o Velo Clube no fim e entra no G4 (Crédito: Igor do Vale / Ag. Paulistão) Publicado em 25 de janeiro de 2026, às 22h33 O Corinthians venceu o Velo Clube, por 1 a 0, na noite deste domingo (25), no estádio Benitão, em Rio Claro, pela quinta rodada do Paulistão Casas Bahia, e conquistou três pontos decisivos na briga por vaga no G8. Com maior presença ofensiva ao longo da partida, o time alvinegro definiu o resultado apenas aos 45 minutos do segundo tempo, com gol de Yuri Alberto, após pressão constante até os instantes finais. O resultado também movimenta a parte baixa da tabela, já que impediu o Velo Clube de pontuar.
Conscientizar mulheres sobre os riscos dos anticoncepcionais hormonais: este é o intuito do projeto de lei 322/2018, apresentado pelo vereador Márcio Cruz (PSD) na Câmara Municipal de Fortaleza. Multiplicam-se os casos de mulheres que tiveram sérios problemas de saúde, como trombose, embolia pulmonar e AVC, causados pelo uso de contraceptivos orais e injetáveis.
A iniciativa é pioneira em Fortaleza, e pretende estimular a criação de materiais informativos nas redes pública e particular de saúde para conscientizar as mulheres sobre os efeitos adversos.
“Com esse projeto, a gente não pretende fazer com que as mulheres deixem de usar anticoncepcionais, mas alertar para o risco que as pílulas e injeções desse tipo podem trazer. A intenção é fomentar uma postura mais crítica das mulheres e dos ginecologistas para que esses métodos não sejam escolhidos e utilizados de modo indiscriminado. Assim esperamos mapear e reduzir as chances de surgimento dos efeitos colaterais”, afirma Márcio Cruz.
Nas redes sociais, mulheres que já passaram por doenças decorrentes do uso de anticoncepcionais discutem alternativas de contracepção e relatam suas histórias. Exemplo disso é a página “Vítimas de anticoncepcionais - Unidas a favor da vida”, que conta com mais de 150 mil curtidas. A presidente da Comissão Nacional Espacializada em Anticoncepção da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Marta Finotti, destaca que “os ginecologistas precisam de critério para recomendar esses remédios”. O projeto aguarda aprovação na Câmara Municipal.

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