Confederação do comércio questiona no STF prazo para fim da escala 6×1 CNC pede mais tempo para implementação da nova jornada de trabalho e ajustes nas regras de transição para acordos e convenções coletivas 04/11/2026 17:44 - Atualizado há 25 minutos atrás Foto: Bruno Carneiro/STF A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar as regras de transição da Emenda Constitucional 141/2026, que extinguiu a escala 6×1 e estabeleceu jornada de até 40 horas semanais, com dois dias de repouso remunerado. A Ação Direta de Inconstitucionalidade ( ADI) 8041 foi distribuída ao ministro Flávio Dino. A CNC considera desproporcional o prazo de 60 dias previsto na emenda para a primeira etapa da redução da jornada, de 44 para 42 horas semanais, e a concessão de duas folgas por semana. Segundo a confederação, a mudança exige alterações estruturais no mercado de trabalho e coincide com o período de ma...
O Sistema Fetrans e o Sest Senat Fortaleza levam nesta quinta (19/07) a van do Programa CNT Sest Senat de Prevenção de Acidentes à empresa Maraponga. E na sexta (20/07) é a vez da empresa São José receber a visita do veículo.
Equipada com TV, cadeiras, mesas e sistema de geolocalização, a van leva aos profissionais do transporte em seus locais de trabalho, por meio de equipe qualificada, orientação sobre hábitos que tornam o trânsito mais seguro, além de informações sobre os serviços gratuitos oferecidos na unidade da capital cearense, garantindo a estes profissionais mais saúde e qualidade de vida.
Realizado nacionalmente, o Programa CNT Sest Senat de Prevenção de Acidentes teve início em Fortaleza no dia 12 de julho com ações realizadas no Terminal Rodoviário Engenheiro João Tomé e segue até o dia 30 de outubro na capital cearense, embarcando em seguida para as cidades do interior do Estado que possuem unidades do Sest Senat. A meta do programa é atender 1 milhão de trabalhadores ao longo de um ano em todo o País.
As ações serão realizadas em pontos estratégicos como empresas de transporte de passageiros, terminais de cargas, postos de combustíveis, pontos de táxi, rodovias, portos e aeroportos e em locais de maior concentração de trabalhadores. O público alvo são colaboradores das empresas de transporte, caminhoneiros, autônomos e taxistas.
Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), o número de mortes no trânsito do Brasil é de 42 mil pessoas por ano, o que deixa o país em 5º lugar no ranking das nações por óbitos dessa natureza. Além do índice elevado de mortes, há uma enorme quantidade de pessoas que ficam com algum trauma em decorrência de acidentes de trânsito.
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