Torcedor do Time do Povo poderá adquirir os tickets através do site futebolcard.com Link para compartilhamento: Copiar Gabriel Silva / Ceará SC O Ceará enfrenta a Ponte Preta pelo Campeonato Brasileiro Série B no Estádio Moisés Lucarelli às 21h de quarta-feira, 1º. A venda de ingressos para a partida está aberta e o torcedor alvinegro poderá adquirir os bilhetes para acompanhar o Mais Querido através do site futebolcard.com. Os valores dos ingressos destinados à Nação Alvinegra custam R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia-entrada). No dia da partida, haverá comercialização de ingressos, mediante disponibilidade, no Moisés Lucarelli, local do jogo, a partir das 9h. Para comprar o bilhete online, é necessário se cadastrar no site futebolcard.com. É importante também que o torcedor alvinegro realize a biometria facial através do link captura.futebolcard.com/facial para ter acesso ao estádio.
Procurador regional eleitoral Anastácio Tahim enviou ofício ao TRE defendendo posição
O Ministério Público Eleitoral defendeu o emprego de força federal de segurança para as eleições deste ano em circunscrições e zonas eleitorais do Ceará. A manifestação do procurador regional eleitoral Anastácio Tahim foi enviada ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) por ofício, acompanhado de documentos que indicam a necessidade de reforço de segurança para garantir a votação do dia 7 de outubro no Ceará.
Para Tahim, o reforço militar ostensivo nas regiões mais vulnerabilizadas do estado é necessário para evitar nova modalidade de abuso de poder e, igualmente, a perpetração do delito descrito no art. 301 do Código Eleitoral. Ele avalia que a prática criminosa põe em risco tanto a segurança do povo cearense quanto a liberdade política de expressão e de voto, "o que avilta a legitimidade das eleições e fragiliza a democracia brasileira".
Na manifestação, o procurador regional eleitoral destaca o crescimento do poder e da influência de facções criminosas no território nacional e especificamente no Ceará. "Essas facções ensaiam implementar um Estado paralelo em vários bairros e comunidades da capital e do interior, determinando diversas condutas sociais, demarcando áreas e executando punições aos 'infratores'", argumenta Anastácio Tahim.
O procurador eleitoral lembra, ainda, que o crime já financia a política em muitos estados e que associações criminosas buscam cada vez mais a infiltração no ambiente institucional e político. "Com isso, a arregimentação coercitiva dos eleitores habitantes dos espaços controlados por esses ousados e equipados grupos consubstancia uma prática iminente, a qual exige uma postura preventiva e repressiva, prontificada e contundente, por parte da Administração Pública, Federal inclusive, especialmente em período de campanha eleitoral", defende Tahim.
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