Reciprocidalismo – A espoleta do despertar Ph.D. Nizomar Falcão Engenheiro Agrônomo - Ematerce Após a extinção da Empresa Brasileira de Assistência Técnica e Extensão Rural (Embrater - 1990), a assistência técnica e extensão rural (Ater) sofreu uma grande agitação. Compreendê-la exige uma abordagem multidimensional, focada na descontinuidade política, no vazio institucional e na mudança do paradigma do desenvolvimento rural. A supressão da Embrater, provocou uma ruptura abrupta que desarticulou o sistema oficial de extensão nos estados, deixando pequenos produtores à margem da transição para o progresso tecnológico, por conta de: 1. Fatores Políticos e Institucionais. O fim da Embrater, acabou com a coordenação federal das políticas de extensão, resultando no desmonte, privatização ou sucateamento das Ematers estaduais. Entidades estaduais dependiam até 90% do orçamento federal; sem a Embrater, muitas entraram em crise técnica e financeira. A falta de uma política naciona...
MRV Engenharia recebe pelo terceiro ano consecutivo o Prêmio Empresas que Melhor se Comunicam com Jornalistas
A MRV Engenharia foi reconhecida como uma das empresas que melhor se comunicam com jornalistas pelo terceiro ano consecutivo. A companhia foi destaque na categoria Construção Civil na premiação promovida pelo CECOM – Centro de Estudos da Comunicação e pela Revista Negócios da Comunicação. O prêmio tem o objetivo de reconhecer a qualidade do relacionamento que as empresas mantêm com os jornalistas e com o mercado e ressaltar o nível de tratamento que essas empresas conferem aos profissionais da imprensa.
Na premiação a MRV foi representada pelos Gestores de Comunicação, Simone Maia e Daniel Simonetti. Para Simone Maia receber esse reconhecimento pelo terceiro ano consecutivo é motivo de orgulho. “Ser reconhecida como uma das empresas que melhor se comunicam com os jornalistas demonstra que o trabalho da equipe de Comunicação está sendo conduzindo com transparência, respeito e assertividade, estabelecendo relacionamentos perenes com jornalistas de norte a sul do país”, destaca. Segundo Daniel Siomonetti é uma satisfação enorme esse reconhecimento ainda mais sendo um prêmio chancelado pelos próprios jornalistas que convivemos diariamente. “Isso é reflexo de muito trabalho e da cultura e propósito da empresa que, em todos os níveis e áreas, valoriza os meios de comunicação e o trabalho desenvolvido pelos jornalistas”, afirma.
O prêmio abrange empresas dos 31 setores da economia que são avaliadas por 25 mil jornalistas de redações de Norte a Sul do país que reconhecem a qualidade do relacionamento entre as empresas e a imprensa quanto à facilidade de apuração das informações.

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