Palmeiras vence Vasco no Nubank Parque e abre vantagem na semifinal da Copa do Brasil 1 de novembro de 2026 - 18:14 | Atualizado em 1 de novembro de 2026 - 19:22 Departamento de Comunicação Com gol de Mauricio, o Palmeiras venceu o Vasco da Gama por 1 a 0, neste domingo (01), no Nubank Parque, e abriu vantagem na disputa por uma vaga na grande final da Copa do Brasil – o segundo encontro com o rival carioca acontece no domingo (08), às 17h, no estádio São Januário, no Rio de Janeiro (RJ). Clique aqui para ver a ficha técnica, estatísticas e tudo sobre o jogo! O Palmeiras perdeu apenas uma vez para o Vasco nos últimos 17 jogos , somando 12 vitórias e quatro empates. Neste período, foram 14 partidas seguidas sem derrota (todas pelo Campeonato Brasileiro, somando 10 vitórias e quatro empates), maior invencibilidade da história do confronto. Como mandante, o Palmeiras está invicto há nove jogos contra o Vasco (sete vitórias e dois empates), sendo quatro triunfo...
A juíza Ana Paula Feitosa Oliveira, auxiliando à 10ª Vara da Fazenda Pública do Fórum Clóvis Beviláqua (FCB), condenou o Estado do Ceará a pagar indenização por danos morais de R$ 50 mil para mãe e filho de vítima morta dentro do presídio Auri Moura Costa em Itaitinga, em Fortaleza.
Consta nos autos (0194398-09.2017.8.06.0001) que a mãe da criança encontrava-se recolhida no presídio desde abril de 2015. Ocorre que, em julho do mesmo ano, teve início um confronto entre as detentas, no qual ela veio a falecer devido a 15 perfurações de cosoco provocadas por outra detenta. Ainda segundo o processo, a vítima teria dito à mãe em uma das visitas que pediu ao diretor da unidade a sua transferência para outra ala por estar sofrendo ameaça.
Diante do fato, a mãe da detenta, representando o neto, ingressou com ação na Justiça contra o Estado pleiteando tutela antecipada no sentido de conceder pensão por morte ao filho da vítima. Também solicitou indenização por danos materiais e morais.
Na contestação, o ente público afirmou que em momento algum a autora demonstrou a omissão estatal, nem apontou o envolvimento de agentes públicos na ação. Além disso, não demonstrou qualquer dependência econômica com a detenta falecida, nem a simples demonstração de que a presa era beneficiária de auxílio-reclusão.
“No presente caso, vê-se que a morte da mãe e filha dos autores decorreu de falha estatal no dever de vigilância do preso sob sua custódia. Não há elementos a evidenciar a adoção de qualquer medida da Administração carcerária no sentido de evitar o evento danoso. Por tal razão, não há como admitir a tese expendida pelo promovido, de modo que o dever de indenizar é medida que se impõe”, explicou a magistrada ao julgar o processo.
Ainda conforme a juíza, “no que se refere à indenização por danos materiais e pensão por morte, há de se ressaltar que, como alegado pelo requerido em contestação, os autores não colacionaram aos autos qualquer tipo de comprovação de possível trabalho mantido pela falecida, contribuição com a Previdência Social, ou até mesmo prova da dependência financeira dos autores em relação à falecida.”
A decisão foi publicada no Diário da Justiça da quinta-feira, dia 1º.
Fonte: FCB

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