Créditos: Lenilson Santos/Floresta EC O Floresta entrou em campo neste sábado (16) pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro Série C. Jogando no Estádio Domingão, em Horizonte, o Lobo da Vila superou o Amazonas/AM por 3 a 1 e voltou a vencer na competição. Com o triunfo, o Verdão aparece com 12 pontos na 7ª colocação. Com dez minutos de bola rolando, a equipe cearense abriu o marcador com Matheus Martins, que bateu rasteiro e cruzado. Aos 39, Jeam, em cobrança de pênalti, ampliou a vantagem para o Lobo. Na etapa complementar, aos dez minutos, Garraty dominou dentro da área e bateu forte. A bola desviou em um jogador adversário e tirou o goleiro completamente da jogada. Na próxima rodada, o Floresta volta a campo apenas na segunda-feira (25), quando viaja até Belém para enfrentar a equipe do Paysandu/PA, no Estádio da Curuzu. Daniel França Departamento de Comunicação Federação Cearense de Futebol (85) 32066523 Danielfranca@futebolcearense.com.br
O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), através do promotor de Justiça respondendo pela Comarca de Pedra Branca Rafael Matos de Freitas Morais, ajuizou, no dia 13, uma Ação Civil Pública (ACP) para o enfrentamento da prática ilícita de nepotismo naquele município. A ação pretende suspender a eficácia dos atos administrativos de nomeação de cônjuges, companheiros e parentes na linha reta ou colateral até o terceiro grau, inclusive por afinidade, do prefeito, do vice-prefeito, de secretários, de vereadores e de qualquer outro servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia e assessoramento, para o exercício de cargos políticos, em comissão, funções de confiança.
Além disso, a ACP requer a suspensão da eficácia dos contratos temporários na mesma condição, no Poder Executivo ou no Poder Legislativo, tais como Moisés Pereira Mendes, Vinícius do Lago Maia, Maria do Carmo Mendes, parentes do atual prefeito, Antônio Gois Monteiro Mendes, bem como Antônia Irleide Cavalcante Paulino, Soraya Maria Alvino de Sá, Cícera Alexandre Alves, Vaneide Barbosa Magalhães e Nayara Magalhães da Rocha, além de outras pessoas que se encontrem na mesma situação, com fixação de multa diária no valor de R$ 2.000,00 por descumprimento em relação a cada agente público que se encontre indevidamente exercendo suas funções em situação de nepotismo.
A ação civil pública tem o objetivo de anular todos os atos administrativos de nomeação de servidores comissionados que tenham parentesco com o prefeito, vice-prefeito, vereadores e secretários do município de Pedra Branca, configurando-se uma prática rotineira de nepotismo no âmbito dos Poderes municipais. Tal prática resulta num total desrespeito aos princípios que regem a Administração Pública, dentre eles o princípio da impessoalidade e o princípio da moralidade administrativa.
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