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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Publieditorial - conteúdo especial - Está pensando em aumentar a sua família? Saiba se planejar financeiramente


 

Para o casal que está pensando em ter o primeiro filho ou mesmo para quem já possui crianças em casa, não importa, o planejamento financeiro tem bastante peso quando se pretende manter tudo sob controle. Por meio dele, fica mais simples controlar todos os dispêndios, eliminar gastos desnecessários e, assim, deixar a família maior.

Tudo feito com esforço, mas com sem complexidade. Isso porque, principalmente para famílias que já possuem filhos, às vezes, é complicado ter disciplina. Mas é uma possibilidade de as crianças terem educação financeira desde cedo, de forma lúdica, bem leve, para que elas se sintam confortáveis com esse assunto e, ao mesmo tempo, aprendam a importância de ter controle do dinheiro.

Por isso, é essencial manter o canal de comunicação livre, seja entre o casal ou entre todos os membros da família. Cada idade, no entanto, merece um tipo de linguagem específico, mas para as crianças, no geral, brincadeiras e exemplos funcionam muito bem. Além disso, é possível criar um trabalho de equipe para colocar as finanças em ordem.

Por que fazer um planejamento familiar?

Quem já possui filhos sabe que é preciso ter planejamento: mesmo antes de nascerem, é natural se ter gastos com consultas pré-natal, enxoval e tudo necessário para a chegada do bebê. E cada detalhe gera um custo, claro. Se for o segundo ou terceiro filho, então, é preciso pensar no orçamento já comprometido com a família.

Nesses casos, é normal as finanças apertarem um pouco; em situações mais graves, ficar no vermelho é quase inevitável. Por essa razão, é preciso planejar a chegada do bebê ao máximo. Transparência e detalhamento são as palavras de ordem, pois é por meio delas que se tem noção precisa do cenário financeiro familiar.

Como fazer um bom planejamento familiar?

Como todo bom plano, seja pessoal ou mesmo corporativo, o planejamento financeiro familiar deve seguir os mesmo passos. Antes de tudo, é fundamental detalhar os ganhos da casa: aqui, são inclusas todas as quantias fixas que compõe o orçamento. Não é preciso especificar quem contribui, afinal, todos fazem parte de uma unicidade.

A partir daí, são detalhados todos os dispêndios. Lembre-se, nesse ponto, de que os ganhos devem ser maiores do que o valor dos gastos necessários, ou seja, energia, água, saúde, alimentação, etc. Caso a conta feche negativa, é preciso fazer um esforço ou para encontrar renda extra, ou para cortar gastos.

Como o sonho é aumentar a família, é preciso ter uma parte do orçamento pensada para o bebê, que exige cuidados específicos. Claro, esse é um tempo de certo sacrifício, mas o mais indicado é que o planejamento não seja feito de forma abrupta, para que não cause confusão, recaídas (no caso de corte de gastos) e quaisquer outros problemas.

Quando tudo estiver na ponta do lápis, é hora de traçar um plano de ação. O primeiro passo é quitar as dívidas, a fim de começar do zero. Todo plano familiar deve avançar apenas quando são pagos todos os débitos, senão é possível causar ainda mais prejuízo por causa do impacto dos juros compostos. A negociação dessas dívidas pode ser um caminho para conseguir excelentes condições, basta perder o medo.

Depois de organizada essa etapa, é preciso destinar uma parte da renda para emergências. Quando se tem filhos, é natural que imprevistos aconteçam e é preciso ter uma reserva para esses casos. Uma dica é não deixar esse valor na poupança, mas em outros investimentos que tenham mais relação com o perfil familiar, que possuam liquidez e pouco risco, como o Tesouro Direto.

Com as contas em ordem, uma reserva financeira e a família toda consciente, já é possível se preparar para aumentar o time! O mais importante é que, nesse momento, todos estão prontos para aproveitar com mais tranquilidade esse momento maravilhoso e tudo mais que é reservado para o futuro — e com alguns passos simples!

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