Em 2025, o Brasil registrou o melhor momento no turismo internacional, com 9.287.196 chegadas de turistas estrangeiros. O resultado representa aumento de 37,1% em relação a 2024, ano que, até então, detinha o recorde histórico, com cerca de 6,7 milhões de visitantes internacionais. Além de superar o desempenho do ano anterior, o país também ultrapassou, a meta prevista no Plano Nacional de Turismo (PNT) 2024–2027. A expectativa para 2025 era alcançar 6,9 milhões de chegadas internacionais, número que foi superado em 34,6%. Em dezembro de 2025, o Brasil registrou um crescimento de 11% na entrada de turistas internacionais, em comparação com o mesmo período de 2024. Ao todo, 896.488 visitantes estrangeiros desembarcaram em destinos nacionais, cerca de 90 mil a mais do que no mesmo mês do ano anterior. O resultado consolidou dezembro como o quarto melhor mês do ano em volume de chegadas internacionais, atrás de janeiro, fevereiro e março. Destino De acordo com o...
Após exibição, a adaptação da obra de Graciliano Ramos será debatida pela professora Suene Honorato
Desde março, o Cena Cineclube, do Porto Iracema das Artes, vem realizando semanalmente o ciclo "Cine-Adaptações", com obras da literatura nacional adaptadas por diretores brasileiros. Na próxima terça-feira, dia 30, será a vez da exibição do filme "Vidas Secas" (1963), com direção de Nelson Pereira dos Santos. Adaptação da obra de Graciliano Ramos, o filme será debatido pela professora Suene Honorato. A sessão inicia às 19h, no estúdio de Audiovisual da Escola.
O ciclo continua no mês de maio com mais duas sessões. A primeira, no dia 07, exibirá o filme O Pagador de Promessas (1962), de Anselmo Duarte, adaptado da obra homônima de Dias Gomes. O debate fica a cargo do professor Carlos Velázquez. A segunda sessão encerra o ciclo no dia 14 de maio, com debate facilitado por Lis Paim sobre o filme A Hora da Estrela (1985), de Suzana Amaral, adaptado da obra de Clarice Lispector.
Sinopse
VIDAS SECAS, DIR. NELSON PEREIRA DOS SANTOS, 100 MIN, BRASIL, 1963
Sinopse: Na primeira imagem de Vidas Secas, a cachorra Baleia, Sinhá Vitória, Fabiano e os dois meninos, os infelizes que tinham o dia inteiro, surgem como pontos pequeninos e imprecisos no fundo de uma imagem quase toda branca. O filme segue fiel na letra e no espírito o livro de Graciliano sobre a família entre a mudança e a fuga da seca, do fazendeiro, das contas, do soldado amarelo, da cadeia, do inferno, e movida pela esperança de uma cama de couro como a de seu Tomás da bolandeira. Com Átila Iório, Maria Ribeiro, Gilvan Lima, Genivaldo Lima e Baleia. Adaptado da obra homônima do escritor Graciliano Ramos.
Sobre a debatedora
Suene Honorato é Doutora em Teoria e História Literária pela Universidade Estadual de Campinas. Professora de Literatura Brasileira na Universidade Federal do Ceará, onde coordena o projeto de extensão “Cine Descoberta”, que exibe e debate filmes sobre a questão indígena na América Latina.
Sobre o Cena Cineclube
Espaço de exibição pública e gratuita de filmes promovido às terças-feiras pelo Centro de Narrativas Audiovisuais da Escola Porto Iracema das Artes – o CENA 15, na Praia de Iracema. Tem como proposta estimular a formação de público e de repertório através do encontro da cena de fazedores e pensadores do cinema, convidados a programar as sessões, com o público da cidade interessado em debater os diversos cinemas do mundo.
Serviço
O quê: CENA Cineclube exibe Vidas Secas (1963), de Nelson Pereira dos Santos
Quando: Terça-feira, 30 de abril, às 19h
Onde: Estúdio de Audiovisual do Porto (Rua Dragão do Mar, 160)
GRATUITO

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